Siewert, Josiane SteilConte, KethellyGon, Naira Sareta2026-03-192026-07-012026-03-192024CONTE, Kethelly; GON, Naira Sareta. Cuidados de enfermagem na punção intraóssea em urgência e emergência: revisão integrativa. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Curso de Bacharelado em Enfermagem. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Santa Catarina, Joinville, 2024.https://repositorio.ifsc.edu.br/handle/1/676A punção intraóssea (IO) é uma técnica rápida e eficaz de acesso vascular, utilizada em emergências quando o acesso venoso periférico é inviável. Tem como objetivo conhecer a produção científica sobre os cuidados de enfermagem para a punção intraóssea nos atendimentos de urgência e emergência. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, que utilizou artigos científicos disponíveis na Biblioteca Virtual em Saúde, Scientific Electronic Library Online, Pubmed, SCOPUS e Google Acadêmico, no período de fevereiro a março de 2024. Foram encontrados 296 artigos, e feita a seleção de 55 deles inicialmente. Após critérios de exclusão, obteve-se como amostra final 19 artigos, agrupados com número de identificação, título, autores, ano de publicação, local da pesquisa, revista publicada, tipo de estudo, cuidados de enfermagem e as principais evidências encontradas. Destaca-se que o uso da punção IO seja limitada a um período máximo de 24 horas devido à susceptibilidade a infecções e possíveis complicações, e para melhor assistência de enfermagem, o profissional deve estar em constante atualização da técnica. Um estudo com 60 crianças desidratadas, demonstrou que 100% das inserções com sucesso de punção intra óssea ocorreram nos primeiros 5 minutos, no caso do acesso venoso, neste mesmo período de tempo, apenas 67% obtiveram sucesso. Estudo comparou as agulhas manuais Jamshidi e Cook para infusão intraóssea, envolvendo paramédicos e residentes de pediatria. A Jamshidi mostrou menor tempo de inserção (25,5s) e maior conforto, enquanto a Cook teve problemas com agulhas quebradas e dobradas. O EZ-IO teve uma maior taxa de sucesso na primeira tentativa (97,8%) em comparação com a agulha Cook (79,5%), com tempos de inserção semelhantes. Ficou claro de que se trata de uma técnica de simples aprendizado e suas complicações são insignificantes. Ademais, é necessário que lacunas sejam preenchidas com a execução de novos estudos em evidência.Português BrasilPunção intraósseaEnfermagem baseada em evidênciasEmergências médicasCuidados de enfermagem na punção intraóssea em urgência e emergência: revisão integrativaTrabalho de conclusão de graduaçãoAcesso EmbargadoCIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEM