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ESTUDO DE INDICADORES AMBIENTAIS PARA IDENTIFICAÇÃO DE ILHAS DE CALOR NO MUNICÍPIO DE ITAJAÍ-SC

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dc.contributor.advisor Herdies, Dirceu Luís
dc.contributor.author Claudino, Carla
dc.date.accessioned 2024-03-20T18:51:02Z
dc.date.available 2024-03-20T18:51:02Z
dc.date.issued 2024-03-20
dc.identifier.uri https://repositorio.ifsc.edu.br/handle/123456789/2928
dc.description.abstract Com o crescimento urbano, há uma tendência de aumento de temperatura em determinadas regiões devido à emissão de calor por fontes antropogênicas e à absorção e reemissão de radiação pelas edificações e infraestruturas urbanas, agravado pela falta de áreas verdes, possibilitando a formação de ilhas de calor. Deste modo, este estudo analisou a relação entre ilhas de calor e a cobertura vegetal em Itajaí - SC durante os períodos mais frio e mais quente do ano, bem como sua interação com os indicadores da população, com o objetivo de fornecer informações para o planejamento urbano. O período de estudo compreendeu os anos de 1991 a 2020, com a utilização dos dados da estação meteorológica automática A868-Itajaí e o produto da reanálise MERRA-2 para determinação dos períodos com temperatura mínima/máxima do ar em cada ano. Para os respectivos períodos, foram elaborados mapas da Temperatura da Superfície Terrestre - LST e cálculo do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada - NDVI, com imagens LANDSAT da Coleção 2 Nível 2 disponíveis no site Earth Explorer da USGS. Para os anos de 1998 e 2018, foram realizadas análises estatísticas entre as variáveis LST, NDVI, bairros, tipo de uso e cobertura da terra, altitude e trechos de massa d’água. Com a espacialização das prováveis ilhas de calor, através da análise da distribuição da temperatura da superfície terrestre na área de estudo, e obtenção da sua intensidade, foram avaliados os indicadores de renda e alfabetização. Resultados indicaram uma relação complexa entre fatores socioeconômicos e ambientais. A correlação negativa entre NDVI e temperatura sugeriu influência da vegetação na mitigação do calor urbano. A análise dos anos 1998 e 2018 revelou Áreas Urbanizadas como prováveis Ilhas de Calor, e áreas de Rio, Lago e Oceano, Formação Florestal e Silvicultura como prováveis Ilhas de Frescor. A altitude também influenciou a temperatura. Trechos de massa d’água apresentaram temperaturas mais baixas que a superfície circundante. Foi obtido também que os dados do produto da reanálise MERRA-2 e os dados observados estão altamente correlacionados. Como produto foi elaborada a ementa para a disciplina Geoprocessamento para análise de Ilhas de Calor e ministradas estas aulas em 2023. Para pesquisas futuras, sugere-se análises com dados de censo mais recentes, elaboração deste estudo em municípios vizinhos, bem como realizar a comparação dos valores de LST com os valores da temperatura do ar provenientes da reanálise do MERRA-2, para mais pontos na área de estudo. pt_BR
dc.subject Sensoriamento Remoto. Cobertura Vegetal. Ilhas de Calor. Indicadores. pt_BR
dc.title ESTUDO DE INDICADORES AMBIENTAIS PARA IDENTIFICAÇÃO DE ILHAS DE CALOR NO MUNICÍPIO DE ITAJAÍ-SC pt_BR
dc.type Dissertation pt_BR
local.institution.discipline Mestrado Profissional em Clima e Ambiente pt_BR
local.institution.campus Câmpus Florianópolis pt_BR
local.institution.department DAS pt_BR
local.institution Instituto Federal de Santa Catarina pt_BR
local.contributor.coadvisor Quadro, Mário Francisco Leal


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