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listelement.badge.dso-type Item , Estimativa de dose em pacientes submetidos a procedimentos de tomografia computadorizada abdominal em um hospital público do Sul do Brasil(Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-07-25) Cidral, Maria Eduarda Vieira; Souza, Daiane Cristini Barbosa de; https://orcid.org/0000-0001-6511-8024; http://lattes.cnpq.br/9869274693276532; http://lattes.cnpq.br/4751836399419681; Ribeiro, Gerusa; https://orcid.org/0000-0003-3188-8017; http://lattes.cnpq.br/7083311658483353; Alvarenga, Tallyson Sarmento; http://lattes.cnpq.br/3685979634548713O número de indicações de exames de tomografia computadorizada vem crescendo, junto com a necessidade de se conhecer as doses recebidas pelos pacientes durante estes procedimentos. Diante disso, o objetivo deste estudo foi estimar as doses recebidas pelos pacientes submetidos a exames de TC abdominal em um hospital público do Sul do Brasil. Para isso, esta pesquisa, de caráter descritivo e exploratório, buscou identificar os protocolos mais comuns no serviço de TC; descrever as informações sobre a equipe técnica e equipamentos do serviço investigado, estimar as doses absorvidas nos órgãos e as doses efetivas da amostra em questão, e correlacionar os valores de dose obtidos com os níveis de referência reportados na literatura para exames de tomografia. Como resultado, o protocolo mais realizado no serviço em questão, e escolhido para a pesquisa, foi o de abdome total (abdome/pelve). Em relação às doses absorvidas em órgãos, a maior dose foi registrada nas gônadas, com 20,85 mGy para o sexo masculino; e no baço, com 17,34 mGy para o sexo feminino. Quanto às doses efetivas neste estudo, a média aritmética para ambos os sexos ficou, em 10,05 mSv, apontando uma variação de 30% a mais em comparação com a referência de dose disponibilizada pela ACR. O valor típico encontrado para o protocolo de abdome do serviço participante foi de 12,12 mGy, menos da metade do valor usado como referência nacional, 25 mGy. De modo geral, observou- se a importante contribuição da ferramenta de processamento em lote do software VirtualDose™CT, que permitiu a estimativa de um grupo maior de dados e de forma automatizada.listelement.badge.dso-type Item , Contribuição da radiologia na assistência em saúde oferecida pelo SUS para pessoas infectadas com Sars-Cov-2: uma revisão integrativa de literatura(Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-07-26) Anselmo, Ana Paula; Garcia, Uendie Carivalis Rodrigues; Nogueira, Giovani Cavalheiro; Nóbrega, Juliana Fernandes da; https://orcid.org/0000-0003-0595-0964; http://lattes.cnpq.br/6537137984563465; https://orcid.org/0000-0001-5413-7588; http://lattes.cnpq.br/1002990793948298; http://lattes.cnpq.br/2536810491968758; Souza, Daiane Cristini Barbosa de; https://orcid.org/0000-0001-6511-8024; http://lattes.cnpq.br/9869274693276532; Costa, Inácio Alberto Pereira; https://orcid.org/0000-0001-7722-3294; http://lattes.cnpq.br/5772076373952401O objetivo principal deste estudo foi avaliar as contribuições da área da radiologia na assistência aos usuários do Sistema Único de Saúde infectados com SARS-CoV-2. Para tanto, foi utilizada como metodologia uma revisão de literatura integrativa descritiva quantitativa. A coleta de dados foi desenvolvida nas bases de dados da SciELO, Scopus e Medline, utilizando os filtros de busca específicos. Foram selecionados 1.300 artigos que tinham relação com os descritores. Após análise dos dados, utilizando os critérios de inclusão, 60 artigos foram selecionados para a realização da leitura completa. Feita a leitura na íntegra, foram aplicados os critérios de exclusão, e somou-se 10 artigos considerados adequados à pesquisa. Por meio dos resultados encontrados, conclui-se que a tomografia computadorizada de tórax e a radiografia de tórax possuem um papel estratégico para diagnóstico e prognóstico da COVID-19. O estudo comprovou que o Sistema Único de Saúde disponibiliza aos usuários o acesso aos exames de imagem, como complementar e fundamental para acompanhar a evolução da doença em pacientes internados ou em recuperação. Assim, comprovou-se que a radiologia é fundamental na assistência em saúde, pois exames de imagem como a tomografia computadorizada de tórax , onde é possível avaliar o comprometimento pulmonar por conta de sua alta sensibilidade, e a radiografia tórax que possibilita identificar a gravidade da doença, observando as alterações nos pulmões são indispensáveis aos usuários do Sistema Único de Saúde.listelement.badge.dso-type Item , Análise da viabilidade econômica da produção de hidrogênio a partir de fonte solar fotovoltaica ou da energia proveniente da rede(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-03-27) Kattah, Leonardo Martins; Fernandes, Rubipiara Cavalcante; Aranha Neto, Edison Antonio Cardoso; https://orcid.org/0000-0001-9236-2241; http://lattes.cnpq.br/5349980798840778; https://orcid.org/0000-0001-7991-8321; http://lattes.cnpq.br/7126706115765174; http://lattes.cnpq.br/7597535855245318; Alves, Ricardo Luiz; https://orcid.org/0000-0003-4225-727X; http://lattes.cnpq.br/0642242262267436; Bresolin, Adriano de Andrade; https://orcid.org/0000-0003-0703-1179; http://lattes.cnpq.br/8862209760730631; Martins, Marcos Aurelio Izumida; https://orcid.org/0000-0002-8622-2792; http://lattes.cnpq.br/2953432098581173Em meio às mudanças climáticas e à necessidade de diversificar a matriz energética, o hidrogênio surge como uma solução para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e promover a integração entre vários setores que constituem a economia global. Atualmente, a maior parte do hidrogênio é derivada de processos de reforma a vapor de combustíveis fósseis, mas também pode ser produzida por meio da eletrólise da água usando fontes de energia renováveis, como a solar fotovoltaica, a eólica ou a hidrelétrica. Por meio de uma revisão bibliográfica, o estudo apresenta informações sobre método de produção, armazenamento, transporte, consumo, certificação e custo nivelado da produção de hidrogênio de baixa emissão em todo o mundo, ilustrando a vantagem da produção em países com fontes renováveis disponíveis. Por exemplo, a infraestrutura de energia renovável do Brasil tem uma vantagem competitiva na produção de gás, reduzindo potencialmente os custos em comparação com outros locais em todo o mundo devido aos altos fatores de capacidade eólica e solar em seu território. Essa vantagem se estende ao uso doméstico, incluindo a produção de fertilizantes, operações de refinaria e exportação. Este estudo teve como objetivo principal a obtenção do custo nivelado de produção de hidrogênio e outras métricas financeiras importantes para avalição de um projeto de energia renovável, considerando a produção do hidrogênio através de fonte solar fotovoltaica e energia comprada da rede de energia elétrica. A comparação do custo nivelado obtido a partir de simulações na ferramenta computacional H2ALite, desenvolvida pelo Laboratório Nacional de Energia Renovável dos Estados Unidos (NREL), considerando diferentes cenários e incertezas econômicas, revela que o custo inicial da implementação desses projetos ainda é alto, mas pode se tornar economicamente viável principalmente se houverem importantes incentivos econômicos governamentais para estimular a nova indústria do hidrogênio. O custo da produção de hidrogênio através da compra de energia da rede é consideravelmente menor que produzido a partir de fonte solar fotovoltaica, porém é dependente da definição de certificações que garantam que esse hidrogênio é considerado de baixa emissão. Os custos obtidos através do cenário otimista de incentivos financeiros tornam o hidrogênio renovável compatível com hidrogênio produzido a partir de combustíveis fósseis com captura e armazenamento do carbono, porém ainda é necessário a diminuição de preços dos componentes para os projetos se tornarem financeiramente atrativos.listelement.badge.dso-type Item , Levantamento da regulamentação do serviço de suprimento de última instância nos mercados liberalizados(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-03-27) Rocha, Danyelle Bemfica da; Takigawa, Fabricio Yutaka Kuwabata; https://orcid.org/0000-0002-1541-0518; http://lattes.cnpq.br/6580460392601187; http://lattes.cnpq.br/9092154372192604; Santos, Marcelo Luís Loureiro dos; http://lattes.cnpq.br/8387702833738571; Fernandes, Rubipiara Cavalcante; https://orcid.org/0000-0001-7991-8321; http://lattes.cnpq.br/7126706115765174A energia elétrica é essencial para o cotidiano da população, representando entre 5% e 10% da renda familiar, podendo ser ainda maior dependendo do tipo de consumidor. A liberalização do mercado de energia elétrica tem proporcionado redução nos custos e melhoria na qualidade do fornecimento, impulsionada pela concorrência entre fornecedores. No entanto, essa abertura também traz desafios, especialmente no que diz respeito à segurança no suprimento de energia. Um dos principais riscos enfrentados pelos consumidores livres é a possibilidade de falência do fornecedor, o que pode comprometer o fornecimento de energia. Para mitigar esse risco, mercados liberalizados regularam o serviço de Suprimento de Última Instância (SUI), que designa agentes responsáveis para garantir o suprimento de energia elétrica aos consumidores livres. No levantamento efetuado em 74 mercados de energia elétrica, pode-se observar que o serviço de SUI foi regulamentado em cerca de 82% dos mercados totalmente liberalizados e em 21% dos mercados parcialmente liberalizados. Nos mercados sem essa regulamentação, presume-se a existência de outros mecanismos para assegurar o suprimento contínuo de energia aos consumidores livres. Como exemplo, cita-se o Brasil, em que não há uma regulamentação específica para o serviço de SUI, mas há alternativas para essa questão, que podem ser ineficazes e/ou onerosas em momentos de crise, gerando incertezas e potenciais disputas jurídicas entre os agentes do setor. Neste sentido, o presente trabalho destaca a necessidade de uma regulamentação específica para o serviço de SUI, que estabeleça regras claras sobre responsabilidades, remuneração e riscos envolvidos. A regulamentação possibilita promover um ambiente de mercado mais seguro e confiável, tanto para consumidores quanto para fornecedores, além de reduzir possíveis conflitos e judicializações.listelement.badge.dso-type Item , Comunidades energéticas, análise de modelos de rateio do benefício: estudo de caso no contexto do mercado de energia brasileiro(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-03-28) Siqueira, Renan Batista; Fernandes, Rubipiara Cavalcante; https://orcid.org/0000-0001-7991-8321; http://lattes.cnpq.br/7126706115765174; http://lattes.cnpq.br/9429740570990922; Vieira, Fabíola Sena; http://lattes.cnpq.br/5621200510125992; Scuzziato, Murilo Reolon; https://orcid.org/0000-0002-4047-3780; http://lattes.cnpq.br/0940716462707317; Santiago, Veronica Etchebehere; http://lattes.cnpq.br/9570638671283513Impulsionadas pela transição energética e pelos desafios das metas de descarbonização, além do avanço e maior acessibilidade das tecnologias de geração renovável, diversas regiões ao redor do mundo já estão estudando e implementando projetos de Comunidade de Energia Renovável (CER). Este conceito pode oferecer diversos benefícios tanto para a comunidade local quanto para a rede elétrica. Esta dissertação tem como objetivo analisar o conceito de Comunidade Energética Renovável (CER) e avaliar, por meio de um estudo de caso, sua modelagem e integração no contexto do mercado de energia brasileiro. Diferentes modalidades de rateio de benefícios entre os membros foram simuladas em cada ambiente de comercialização brasileiro, levando em conta os preços de energia em cada cenário, com o intuito de verificar o comportamento de cada modelo para os diferentes atores e determinar qual configuração garante o menor custo para a CER. Para isso, foi proposto um estudo de caso analisando um condomínio vertical com 31 apartamentos. Apesar de o Brasil ainda não ter seu mercado de energia totalmente aberto e estar caminhando para isso, é possível a modelagem e operação de uma CER, e a abertura total pode proporcionar para os membros um custo com energia ainda menor. As CER devem ser vistas como uma alternativa sustentável e inclusiva, capaz de apoiar a transição energética no Brasil.
