REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL

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produções acadêmicas desenvolvidas no IFSC e/ou por autores do IFSC.

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    O profissional das técnicas radiológicas e sua percepção sobre o exame de mamografia
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-03-14) Machado, Isabelle de Souza; Nogueira, Giovani Cavalheiro; https://orcid.org/0000-0001-5413-7588; http://lattes.cnpq.br/1002990793948298; Coelho, Layla de Souza; https://orcid.org/0000-0002-8797-1832; Melo, Juliana Almeida Coelho de; https://orcid.org/0000-0003-2217-9649; http://lattes.cnpq.br/1804094254041686
    O objetivo central desta pesquisa foi identificar e analisar a percepção dos profissionais das técnicas radiológicas sobre a utilização da mamografia como instrumento de diagnóstico precoce para câncer de mama. Para isso, foi utilizado como metodologia uma pesquisa de natureza qualitativa com caráter descritivo exploratório. A coleta de dados teve como metodologia a da pesquisa de campo e foi utilizada a amostra em Bola de Neve, que consiste em uma forma de amostra não probabilística, fazendo uso de redes de indicação. A pesquisa foi feita com 6 participantes (técnicos e tecnólogos em radiologia), estes responderam um questionário semiaberto, que mesclava questões abertas e fechadas, referentes ao exame de mamografia e sua percepção sobre ele. Os resultados apontaram que um percentual de 33,3% dos participantes possuem a formação de tecnólogo em radiologia, já 66,7% são técnicos em radiologia e não foram identificados auxiliares em radiologia na coleta de dados, 50% dos participantes realizaram de 1 a 4 cursos/treinamentos na área de mamografia, já 16,7% não realizaram nenhum, 16,7% realizaram de 5 a 8 e 16,7% realizaram 8 ou mais treinamentos/cursos. 66,7% dos participantes relataram erro de posicionamento, já 33,3% deles informaram que o movimento da paciente é o que causa a necessidade de refazer uma imagem. 66,66% dos participantes alegaram que o exame de mamografia não possui riscos, sendo que os equipamentos atuais são seguros e o exame é realizado apenas 1 vez ao ano, e comparando com os benefícios, o exame não oferece risco algum, já 33,3% afirmaram que o exame possui riscos estocásticos referentes à radiação ionizante. 100% dos participantes ressaltaram a importância de constar na anamnese o histórico familiar e 83,3% o histórico de cirurgias na mama, 33,3% acreditam ser importante a história menstrual da paciente, como idade de menarca, idade de menopausa e data da última menstruação, 33,3% destacaram que deve constar se a paciente já amamentou e se sim, quanto tempo, 50% afirmaram ser importante perguntar se a paciente sente algo nas mamas (nódulos, dor, secreção e etc) e 16,66% apontaram que deve constar na anamnese se a paciente já realizou quimioterapia ou radioterapia. O estudo apontou que os profissionais entrevistados acreditam que sua conduta interfere diretamente nos resultados do exame.
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    Identificação da relação de conexão transformador-consumidor e detecção de perdas utilizando medição inteligente: estudo de caso na Celesc Distribuição
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-12-18) Ricardo, Matheus Martins; Aranha Neto, Edison Antonio Cardoso; https://orcid.org/0000-0001-9236-2241; http://lattes.cnpq.br/5349980798840778; http://lattes.cnpq.br/3287402955320192; Tenfen, Daniel; http://lattes.cnpq.br/6591161696306728; http://lattes.cnpq.br/6591161696306728; Alves, Ricardo Luiz; https://orcid.org/0000-0003-4225-727X; http://lattes.cnpq.br/0642242262267436
    A Infraestrutura de Medição Avançada (AMI) é a base de uma rede de distribuição de energia elétrica mais moderna e eficiente, possibilitando através de uma estrutura de softwares e hardwares o acesso a dados de consumo e de qualidade de energia em tempo real. A disponibilidade dessas informações, vindas de medidores inteligentes, amplia significativamente o potencial de monitoramento, planejamento e operação do sistema elétrico, além de permitir novas aplicações voltadas à eficiência energética e à redução de perdas. Entretanto, para que todo o potencial da AMI seja plenamente explorado, é essencial que os dados cadastrais e a topologia da rede de distribuição estejam corretamente identificados. Inconsistências nessas informações podem comprometer análises técnicas, estudos de fluxo de potência e até a detecção de perdas comerciais, reduzindo a confiabilidade dos resultados obtidos a partir dos medidores inteligentes. Nesse contexto, este trabalho propõe e aplica uma metodologia para identificação da relação de conexão transformador-consumidor em redes de baixa tensão, utilizando dados de tensão registrados por medidores inteligentes em quatro circuitos secundários distintos da Celesc Distribuição. A metodologia envolve etapas de pré-processamento das medições através do algoritmo de Análise dos Componentes Principais (PCA) e do cálculo da correlação entre sinais, tendo seus resultados comparados com inspeções de campo para validação da abordagem. Com a topologia validada, foi desenvolvido um balanço energético para a obtenção das perdas totais. Em seguida, realizou-se a modelagem elétrica dos circuitos no software OpenDSS para o cálculo das perdas técnicas utilizando dados de medições reais, com o objetivo de obter as perdas comerciais. Os resultados demonstraram que a utilização dos dados de medição inteligente permite aprimorar significativamente o banco de dados da distribuidora, além de evidenciar o potencial da integração entre medição inteligente e simulação elétrica para a detecção de perdas não técnicas. Dessa forma, o estudo contribui para o avanço das aplicações práticas de AMI no setor elétrico, reforçando seu papel como instrumento de melhoria da qualidade cadastral, eficiência operacional e combate a perdas nas redes de distribuição.
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    Proposta regulatória, política e comercial de incentivo aos sistemas de armazenamento de energia
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2026-02-24) Rocha, Ana Luísa Cordeiro Duarte; Fernandes, Rubipiara Cavalcante; https://orcid.org/0000-0001-7991-8321; http://lattes.cnpq.br/7126706115765174; http://lattes.cnpq.br/5834524211853414; Tenfen, Danie; http://lattes.cnpq.br/6591161696306728; http://lattes.cnpq.br/6591161696306728; Alves, Ricardo Luiz; https://orcid.org/0000-0003-4225-727X; http://lattes.cnpq.br/0642242262267436; Silva, Gilberto Valentim; https://orcid.org/0000-0003-3994-5442; http://lattes.cnpq.br/7013073762174244; Martins, Marcos Aurelio Izumida; https://orcid.org/0000-0002-8622-2792; http://lattes.cnpq.br/2953432098581173
    Na modernização do setor energético brasileiro, fatores como a ampliação e incentivos a Sistemas de Armazenamento de Energia (SAEs), em especial, na geração distribuída requerem a estruturação de um quadro regulatório favorável. Tendo isso em vista, este trabalho apresenta uma proposta que desenha um mercado aberto a novas tecnologias de armazenamento de energia como recursos para os crescentes requisitos de capacidade e flexibilidade da rede, evitando riscos de déficit de energia, melhorando o business case das tecnologias de SAEs nas redes nacionais — Brasil; estabelecendo os fatores de classificação para armazenamento no mercado de energia, de capacidade e no de serviços ancilares. Com a estruturação desta nova economia baseada nos SAEs, todos os outros investimentos, políticas públicas, e incentivos diversos poderão ser programados para que a infraestrutura de suporte seja composta. É então, após apresentar diversos tipos de armazenamento de energia, apresentada uma lista de serviços ancilares, e de serviços de suporte à geração, a transmissão, a distribuição e ao cliente que os sistemas de armazenamento de energia podem fornecer. O presente trabalho também analisa países protagonistas em políticas relacionadas aos sistemas de armazenamento de energia — Estados Unidos da América, Reino Unido, Austrália e Chile; que estão tendo resultados satisfatórios com a sua implementação extensiva. Por fim, é proposta uma regulamentação de fomento aos sistemas de armazenamento, com uma série de estratégias de incentivo – inclusão de SAEs nos Planos Nacionais de Energia e nos Programas Energéticos; nova classe de ativos para SAEs afim de evitar a dupla cobrança tarifária; mecanismos de leilão e tarifas diferenciadas; categorização e remuneração empilhada dos serviços prestados por SAEs; mecanismos comerciais e de incentivo econômico; dispensa de licença de produção de baixo montante; adição de SAEs sem alteração de outorga, autorizações, concessões e/ou permissões; neutralidade tecnológica; incentivos fiscais; instrumento de redução de risco financeiro; modernização do mercado de energia; encargo setorial; modelos de assinatura e leasing para SAEs; Sandbox regulatório; dentre outros. A ênfase principal do trabalho está nas dimensões regulatórias, nos mecanismos de incentivo e na prestação de serviços de armazenamento comercializáveis. Os resultados mostram que as nações que foram pioneiras na aplicação de SAEs em suas matrizes de eletricidade promoveram efetivamente serviços de armazenamento, empregando ativos de armazenamento para vários fins, como redução de pico, regulação de frequência, suporte de energia renovável e aplicações de arbitragem de energia. Estas aplicações sublinham o potencial dos SAEs para aumentar a estabilidade da rede e minimizar a exposição ao risco e volatilidade nas receitas dos agentes de armazenamento.
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    Análise de ferramentas computacionais para cálculo das condições operativas do sistema interligado nacional
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2026-07-30) Schulze, Pedro Henrique; Scuzziato, Murilo Reolon; https://orcid.org/0000-0002-4047-3780; http://lattes.cnpq.br/0940716462707317; http://lattes.cnpq.br/3697367571480626; Tenfen, Daniel; http://lattes.cnpq.br/6591161696306728; http://lattes.cnpq.br/6591161696306728; Ramalho, Guilherme Matiussi; https://orcid.org/0000-0001-8668-5941; http://lattes.cnpq.br/3156501912895054; Vieira, Pedro César Cordeiro; https://orcid.org/0009-0007-6671-5358; http://lattes.cnpq.br/5553740776215117
    Esta dissertação avalia o uso de ferramentas computacionais oficiais no planejamento da operação do Sistema Interligado Nacional (SIN), com ênfase na capacidade do modelo DECOMP de calcular e propagar condições operativas, especialmente os níveis de armazenamento dos reservatórios hidrelétricos. O objetivo central é quantificar erros de balanço hídrico, distinguir desvios decorrentes de premissas ex-ante daqueles associados à representação do sistema no modelo e investigar como tais erros se acumulam em estudos encadeados. A metodologia baseia-se na execução automatizada de estudos sequenciais e encadeados de NEWAVE e DECOMP, utilizando decks oficiais publicados pela CCEE e dados verificados da operação obtidos nos portais de Dados Abertos do ONS. Para isolar o efeito das incertezas de entrada, são construídos estudos em que premissas como hidrologia, carga, geração térmica, geração hídrica, mini e microgeração distribuída e geração não simulada individualmente são progressivamente substituídas por valores observados. Nessas configurações, o DECOMP é avaliado ora como ferramenta de cálculo de balanço hídrico e propagação de reservatórios, ora como otimizador hidrotérmico ex-post, conforme o grau de liberdade mantido na simulação. Os resultados indicam que imprecisões no cálculo das condições operativas podem produzir desvios relevantes entre operação planejada e realizada, especialmente quando reutilizadas em estudos encadeados, nos quais erros semanais aparentemente pequenos podem se acumular ao longo do horizonte. Como aplicação complementar, avaliam-se impactos potenciais desses desvios sobre despacho térmico, PLD e um mecanismo exploratório de dupla precificação. A contribuição principal do trabalho está na proposição de uma metodologia automatizada de backtesting, na avaliação quantitativa do erro de cálculo de reservatórios e na análise da propagação de desvios em estudos encadeados.
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    Aplicação da tomossíntese mamária para o diagnóstico do câncer em mamas fibroglandulares: uma revisão integrativa
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-03-14) Martins, Carolina Bitencourt; Camilo, Naythyara Flavia; Melo, Juliana Almeida Coelho de; Grams, Natália; http://lattes.cnpq.br/3939578999275555; https://orcid.org/0000-0003-2217-9649; http://lattes.cnpq.br/1804094254041686; http://lattes.cnpq.br/9124031337870440; http://lattes.cnpq.br/6661042801522159; Souza, Daiane Cristini Barbosa de; https://orcid.org/0000-0001-6511-8024; http://lattes.cnpq.br/9869274693276532; Silva, Charlene da; https://orcid.org/0000-0003-0761-4358; http://lattes.cnpq.br/6391581824898079
    A mamografia é apontada como a principal técnica para o diagnóstico de câncer de mama, mas possui baixa sensibilidade e especificidade em mamas densas. Portanto, várias modalidades de imagem mamária têm sido utilizadas como coadjuvantes no rastreamento do câncer em mulheres com mamas densas, sendo uma delas a tomossíntese mamária. Este estudo possui o objetivo de compreender a contribuição da tomossíntese mamária no diagnóstico de câncer em mamas fibroglandulares. Trata-se de uma revisão integrativa mediante pesquisas às principais bases de periódicos, como Scopus, SciElo, PubMed e Lilacs, utilizando-se critérios de recorte temporal nos últimos seis anos até a data de realização da pesquisa (2016 a 14 de agosto de 2021); termos de busca “digital mammography”, “breast tomosynthesis”, “breast cancer” e “fibroglandular breast” em inglês, presentes no título; texto completo disponível em formato eletrônico, em inglês, português e espanhol. Foram selecionados 21 artigos para leitura na íntegra e análise. A análise bibliométrica demonstrou que o maior número de publicações ocorreu no ano de 2019, o autor que mais publicou foi Nehmat Houssami e o país que mais publicou sobre o tema foi Estados Unidos da América. Foram avaliados parâmetros com relação a tomossíntese em comparação e auxílio à mamografia, como taxa de detecção de câncer, falsos positivos e negativos, verdadeiros positivos e negativos, sensibilidade, especificidade, precisão/acurácia diagnóstica, caracterização, achados benignos e malignos, valor preditivo positivo (PPV), taxa de reconvocação, taxa de biópsia e cânceres de intervalo e adicionais. A adição de tomossíntese à mamografia trouxe vantagens às mamas densas, apresentando benefícios superiores em relação à mamografia nesta população. Foi possível observar através deste estudo que a tomossíntese pode ser utilizada em mamas densas como tecnologia primária, associada a outro método de imagem.