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listelement.badge.dso-type Item , Efeito da implantação do plano de mobilidade urbana do município de Brusque/SC na emissão de gases de efeito estufa(Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-10-06) Schvambach, Amabilly; Suski, Cássio Aurélio; Kuwer, Patricia; http://lattes.cnpq.br/0831074677147421; https://orcid.org/0000-0002-3965-4373; http://lattes.cnpq.br/8936682488088262; https://orcid.org/0000-0002-0723-2627; http://lattes.cnpq.br/7161563483300290; Quadro, Mário Francisco Leal de; https://orcid.org/0000-0002-5904-5890; http://lattes.cnpq.br/4111514204790887; Widmer, Walter Martin; http://lattes.cnpq.br/6061190741831674; Marin, Camila Burigo; http://lattes.cnpq.br/2214161392302174A mudança climática é um desafio global que demanda atividades de mitigação, tanto em nível local, como em nível internacional. O setor de transporte possui uma importante participação para o aumento das emissões de GEE, que é uma das causas das mudanças climáticas, e possui significativas emissões de CO2. A Lei da Mobilidade Urbana menciona sobre a obrigatoriedade da realização do Plano de Mobilidade Urbana - PMU para municípios com mais de vinte mil habitantes. O PMU é um documento técnico que define metas e estabelece orientações futuras, visando a melhoria da mobilidade urbana, tendo como uma das premissas o desenvolvimento sustentável das cidades. O presente trabalho teve o objetivo de analisar o potencial de redução da emissão de GEE, a partir da implantação do PMU do município de Brusque/SC, sendo que para isso foi utilizado o Programa Brasileiro GHG Protocol. Além do mais, foi determinada a influência dos GEE na variação da temperatura do município e em esfera global, até o ano de 2121 e foi elaborada uma Calculadora de Emissões de GEE para Mobilidade. Os cenários contemplaram os meios de transporte: coletivo público, motorizado individual, bicicletas e caminhadas. Como resultado obteve-se que o transporte individual corresponde ao maior quantitativo das emissões totais do setor de transporte urbano e que a aplicação dos cenários correspondeu a uma redução de aproximadamente 20% de dióxido de carbono (fóssil e equivalente), metano e óxido nitroso. Verificou-se também uma tendência de diminuição da temperatura, a partir da aplicação dos cenários propostos, sendo que utilizando o método UCAR (2022) obteve-se uma diminuição de 0,90°C e com o método Ellis (2008) obteve-se o decréscimo de 0,92°C. A elaboração da Calculadora de Emissões de GEE para Mobilidade possibilitará que os munícipes possam analisar a sua contribuição para emissões GEE para a cidade, para uma de suas atividades cotidianas, que é o transporte e podendo também verificar o quantitativo de árvores que são necessárias a ser plantadas na Mata Atlântica como forma de compensar sua emissão. Com a realização do trabalho conclui-se que a permanência da execução das ações atuais de mobilidade, sem a introdução de ações voltadas para mobilidade urbana coletiva e mais sustentável, acarretará em maiores emissões de gases poluentes à atmosfera, com consequências para o ambiente e para a população.listelement.badge.dso-type Item , Estudo da utilização de algoritmos de aprendizagem profunda na metrologia dimensional(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-12-08) Justino, Kevin Regis; Stefano Romeu Zeplin; Ferreira Filho, Valdir; https://orcid.org/0009-0002-1710-516X; http://lattes.cnpq.br/2556469707822502; https://orcid.org/0009-0000-9698-1250; http://lattes.cnpq.br/7087916942852899; https://lattes.cnpq.br/1038228463334108; Zeplin, Stefano Romeu; https://orcid.org/0009-0000-9698-1250; http://lattes.cnpq.br/7087916942852899; Coral, Rodrigo; https://orcid.org/0000-0001-7788-4842; http://lattes.cnpq.br/6681808392378681; Jerônimo, Joice Luiz; https://orcid.org/0000-0003-3443-7465; http://lattes.cnpq.br/8752920913961248A precisão dimensional é um elemento essencial para garantir a qualidade e a confiabilidade dos produtos industriais. Com a evolução da metrologia dimensional, os sistemas de medição por digitalização tridimensional passaram a capturar geometrias complexas com elevado nível de detalhe, mas também geraram um aumento expressivo no volume de dados a serem analisados. Esse cenário evidencia a necessidade de soluções automatizadas capazes de interpretar grandes conjuntos de informações com eficiência e consistência. Neste contexto, este trabalho propõe a aplicação de redes neurais convolucionais (CNNs) e da arquitetura YOLO para a classificação e detecção de falhas visuais em peças digitalizadas. São abordados os conceitos fundamentais dos processos produtivos, da metrologia dimensional baseada em digitalização e das principais arquiteturas de aprendizado profundo aplicadas à inspeção industrial. O modelo CNN obteve desempenho satisfatório na classificação binária entre as amostras, enquanto o modelo YOLO demonstrou capacidade promissora na localização espacial das falhas. Os resultados indicam que o uso de aprendizado profundo em metrologia dimensional representa um avanço significativo na automação de inspeções visuais, reduzindo a dependência de operadores humanos e aumentando a padronização e a confiabilidade das análises em ambientes industriais.listelement.badge.dso-type Item , Balanço hídrico climatológico para o cultivo de soja (Glicyne max sp.) na bacia hidrográfica do Rio Urussanga, frente ao cenário de climas futuros(Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-09-22) Vidal, Thiago; Muza, Michel Nobre; Albuquerque Junior, Celso Lopes de; https://orcid.org/0000-0002-7773-5203; http://lattes.cnpq.br/3324632166930389; https://orcid.org/0000-0003-0410-1514; http://lattes.cnpq.br/3617722491685775; http://lattes.cnpq.br/4426517469735418; Calearo, Daniel Sampaio; http://lattes.cnpq.br/9299380334443250; Machado, Bruno Dalazen; http://lattes.cnpq.br/5213266185582824; Schramm, Mathias Alberto; http://lattes.cnpq.br/3898982902307419Observa-se desde 2017, a expansão no cultivo da soja no estado brasileiro de Santa Catarina, em particular na região do extremo sul catarinense e mais especificamente dentro da bacia hidrográfica do rio Urussanga, região de tradicional cultivo do tabaco, milho, arroz, maracujá, banana, entre outros. Objetivou-se neste trabalho, calcular e analisar o balanço hídrico do clima presente e futuro considerando o cultivo da soja nessa região, para que as informações climáticas sejam utilizadas por quem planeja o desenvolvimento agropecuário na região, auxiliando na tomada de decisão, procurando minimizar os riscos de perdas envolvidos na atividade agropecuária. Foram obtidos os dados de estações meteorológicas convencional e automática em Urussanga no período 1987-2019. O balanço hídrico utilizou as informações extraídas de dois modelos climáticos com cenário mais realista e pessimista para o período 2021-2040 e 2041-2060 apresentados para cada decêndio de cultivo da soja. A correlação entre dados observacionais e do clima presente apresentou correlação próxima de 1 (um) para a variável evapotranspiração e outras técnicas estatísticas como correção de viés e erro quadrático médio determinaram a acuracidade de covariância de ambas séries de dados. O resultado do clima futuro em comparação com o clima presente, observa-se em vários decêndios que o balanço hídrico têm disponibilidade hídrica menor durante os meses de cultivo da soja (outubro-março), onde a evapotranspiração da cultura será maior e a precipitação será menor dentro de uma variabilidade climática intra-sazonal. Isso porque, no período vegetativo (outubro e novembro) as variáveis que mais impactam o período do cultivo são as que têm prognóstico de mudanças climáticas, sendo a precipitação, temperaturas máximas e mínimas, em conjunto as variáveis relativamente estáveis da radiação solar e fotoperíodo. Entre o final do período vegetativo e o início do reprodutivo (novembro e dezembro), além da radiação solar, a variável mais impactante é a precipitação.listelement.badge.dso-type Item , Derivativos de energia como mitigação de exposições financeiras na comercialização de energia elétrica(Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-12-15) Golfetto, Tiago Marcos; Fernandes, Rubipiara Cavalcante; -; -; -; -; -; -; -; -; -; https://orcid.org/0000-0001-7991-8321; http://lattes.cnpq.br/7126706115765174; -; http://lattes.cnpq.br/4945493426087212; Scuzziato, Murilo Reolon; https://orcid.org/0000-0002-4047-3780; http://lattes.cnpq.br/0940716462707317; Vieira, Pedro César Cordeiro; -; http://lattes.cnpq.br/5553740776215117; -; -; -; -; -; -; -; -; -Ao longo das mudanças do Setor Elétrico Brasileiro (SEB) ocorridas nos últimos anos, foram criados os Ambiente de Contratação Regulado (ACR) onde fazem parte principalmente distribuidoras, consumidores cativos e geradores, e o Ambiente de Contratação Livre (ACL) onde atuam geradores, autoprodutores, consumidores livres e comercializadores de energia, que negociam entre si livremente as condições comerciais de contratos de compra e venda de energia. O ACL possibilita a previsibilidade de orçamento, negociação de preços e condições de entrega de energia, por esses motivos vem aumentado a quantidade de agentes e por consequência a quantidade de negociações. Além do mais, a atividade de comercialização de energia também vem crescendo dentro desse mercado já que a quantidade de energia negociada é 3,95 vezes maior que a consumida pelos agentes no ACL. Contudo, é necessário observar e mitigar os riscos associados à atividade de comercialização de energia, afim que sejam realizadas ações para assegurar o bom funcionamento sem impacto aos demais agentes do ACL. Os Derivativos de energia podem ser uma alternativa para a redução dos riscos. A fim de compreender os tipos de derivativos financeiros que podem ser aplicados no mercado de energia elétrica, verificar onde e como são negociadas as operações de energia no meio físico e listar quais são os riscos associados na comercialização de energia elétrica, se faz necessário realizar uma pesquisa exploratória sobre esta modalidade. Ainda neste trabalho, são realizadas simulações de cenários com o uso de derivativos de energia, analisando a mitigação dos riscos intrínsecos à comercialização de energia elétrica.listelement.badge.dso-type Item , Análise da sensitividade do Rio Itapocu/SC: relação entre ajustes geomórficos e extremos de precipitação(Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-05-17) Pinto, Fábio Maciel; Brentano, Débora Monteiro; Schuch, Fernanda Simoni; https://orcid.org/0000-0001-5776-7091; http://lattes.cnpq.br/8913356598111378; https://orcid.org/0000-0002-9649-6439; http://lattes.cnpq.br/8494789742757076; https://orcid.org/0000-0003-2552-7194; http://lattes.cnpq.br/7037393848626352; Quadro, Mário Francisco Leal de; https://orcid.org/0000-0002-5904-5890; http://lattes.cnpq.br/4111514204790887; Ferreira, Eduardo Cargnin; https://orcid.org/0000-0002-8664-221X; http://lattes.cnpq.br/3972388227275715; Pires, Amanda Cristina; https://orcid.org/0000-0001-6398-4324; http://lattes.cnpq.br/6860138856164471Processos morfodinâmicos em sistemas fluviais estão relacionados a fatores naturais que provocam alterações na paisagem. Eventos meteorológicos extremos de precipitação, correspondem a um dos agentes de modelagem da paisagem responsáveis por essas alterações. Nesse sentido, a caracterização dos ajustes morfológicos de ocorrência usual em um rio e a identificação das geoformas do vale são subsídios para avaliar a capacidade de modificação do sistema hidrográfico. Neste trabalho foram identificadas formas de ajustes, geoformas do vale fluvial e analisada a influência de eventos extremos de precipitação na evolução morfológica do rio Itapocu, em um trecho entre os Municípios de Corupá, Jaraguá do Sul, Guaramirim e Araquari, Estado de Santa Catarina. Inicialmente, foi realizada a morfometria de dados geoespaciais extraídos de aerofotografias dos anos de 1957, 1978, 2010 e de imagem orbital CBERS 4A do ano de 2021, proporcionando a classificação dos ajustes morfológicos em Expansão de Barra Fluvial Ativa, Retraimento de Barra Fluvial Ativa, Incorporação de Barra à Planície de Inundação, Estreitamento de Canal Fluvial, Expansão de Canal Fluvial, Migração de Canal Fluvial, Rotação de Curva, Translação de Curva e Migração da Inflexão da Curva. Após, foram analisados eventos extremos de precipitação ocorridos no vale fluvial com o apoio de imagens orbitais Sentinel-2, as quais foram utilizadas para a extração de dados geoespaciais que denotam a influência desses eventos na paisagem fluvial. Concomitantemente, foram utilizados dados de precipitação de séries históricas de pluviômetros automáticos do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN). Os eventos, classificados em Chuva Intensa e Chuva Persistente, ocorreram entre os dias 30/01/2019 e 15/04/2019; 15/11/2020 e 30/12/2020; e 23/02/2021 e 10/03/2021. Considerando os três períodos de análise, 89,2% do rio foi sensível aos eventos extremos. Nesse sentido, quanto maior a intensidade e a persistência do evento extremo de precipitação, maior é a possibilidade de produção de ajustes geomórficos significativos, ou seja, maior é a sensitividade do ambiente fluvial, com menor incidência de zonas da paisagem insensíveis ou estáveis ante os eventos extremos.
