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produções acadêmicas desenvolvidas no IFSC e/ou por autores do IFSC.

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    Elaboração e validação de protocolo para radioterapia de intensidade modulada no tratamento do câncer de mama feminina
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-12-03) Almeida, Cristiane Maria; Huhn, Andrea; Ribeiro, Gerusa; https://orcid.org/0000-0003-3188-8017; http://lattes.cnpq.br/7083311658483353; https://orcid.org/0000-0002-4348-9374; http://lattes.cnpq.br/2167651436297038; http://lattes.cnpq.br/8664267325633032; Souza, Daiane Cristini Barbosa de; https://orcid.org/0000-0001-6511-8024; http://lattes.cnpq.br/9869274693276532; Silva, Cintia Mara da; http://lattes.cnpq.br/4976342470696201; Borges, Laurete Medeiros; https://orcid.org/0000-0002-2884-0998; http://lattes.cnpq.br/8865489179435182
    Introdução: As neoplasias malignas da mama perfazem a principal causa de morte por câncer entre as mulheres no mundo. Por essa razão, esforços contínuos no aprimoramento nas técnicas de tratamentos são realizados em todos os pilares terapêuticos. Em crescente ascensão tecnológica, a radioterapia é considerada como tratamento essencial no tratamento e nesse sentido novas técnicas de tratamento surgem como objetivo de aumentar as taxas de sobrevida global e sobrevida livre de recorrência, além de minimizar os efeitos agudos e crônicos inerentes. A Radioterapia de Intensidade Modulada (IMRT), já consagrada como técnica de tratamento radioterápico ouro em outros sítios anatômicos como nas neoplasias de Cabeça e Pescoço e próstata, justamente por oferecer melhor conformação de dose e maior proteção aos órgãos adjacentes, tem se mostrado benéfica também para o tratamento das neoplasias de mamas, porém ainda sem consensos internacionais ou nacionais que definam as situações específicas em que seu uso seja justificável, devido ao maior custo financeiro e operacional da técnica. Objetivos: Validação dos critérios clínicos e morfológicos que impactam na escolha da técnica de IMRT no tratamento das neoplasias mamárias, seguido de elaboração de protocolo com os critérios clínicos e morfológicos validados para o tratamento radioterápico das neoplasias mamárias utilizando a tecnologia de IMRT. Método: Tratou-se de um estudo metodológico, constituído pela construção de instrumentos de coleta de dados para a elaboração de itens essenciais que melhor definissem os critérios para uso da técnica de IMRT no tratamento das neoplasias mamárias femininas, seguido de sua validação de conteúdo por meio de experts da área e da técnica Delphi e , por fim, pela construção de protocolo clínico de indicações e utilização de radioterapia com a técnica de IMRT no tratamento das neoplasias malignas das mamas. Resultados: Responderam aos questionários, em 2 ciclos de análises, 20 juízes, radioncologista com, no mínimo, 5 anos de experiência profissional no uso da técnica de IMRT no tratamento das neoplasias mamárias. Para a análise de relevância do questionário utilizou-se o Índice de Validade de Conteúdo (IVC) e o Coeficiente de Kappa (K). As afirmativas construídas apresentaram consenso entre os juízes e estão relacionadas no protocolo clínico, como resultado desse estudo. Conclusão: o instrumento construído e validado para a gestão do uso da técnica de IMRT nas neoplasias malignas de mamas contribui para a avanço do tratamento radioterápico, busca equilíbrio entre o custo e benefício do uso da técnica, além de definir os critérios mais importantes a serem considerados na escolha da técnica de tratamentos pelos radioncologista.
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    Estimativa de dose em tomografia computadorizada pelo tamanho específico do paciente (SSDE) no protocolo de abdome total em um hospital público de Porto Alegre
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-04-01) Rolim, Alexandre Maciel; Souza, Daiane Cristini Barbosa de; Silva, Charlene da; https://orcid.org/0000-0003-0761-4358; http://lattes.cnpq.br/6391581824898079; https://orcid.org/0000-0001-6511-8024; http://lattes.cnpq.br/9869274693276532; https://orcid.org/0000-0001-9919-122X; http://lattes.cnpq.br/0128707599536129; Huhn, Andrea; https://orcid.org/0000-0002-4348-9374; http://lattes.cnpq.br/2167651436297038; Scopel, Marcos Araquem; https://orcid.org/0000-0001-5358-1601; http://lattes.cnpq.br/3199176429620793; Oliveira, Marcus Vinicius Linhares de; https://orcid.org/0000-0001-9942-1478; http://lattes.cnpq.br/4914371412014179
    A Tomografia Computadorizada (TC) é um dos métodos de diagnóstico por imagem mais realizada no mundo. A dose recebida pelo paciente durante o exame pode ser estimada por meio do Índice de Dose em Tomografia Computadorizada (CTDIvol) e Produto Dose Comprimento (DLP) que independem do tamanho do paciente. A Estimativa de Dose por Tamanho Específico (SSDE) é um parâmetro estabelecido em 2011 pela American Association of Physicists in Medicine (AAPM), que permite estimar a dose de acordo com o tamanho de cada paciente. O objetivo desse estudo consistiu em estimar as doses recebidas decorrentes de exposições médicas em exames de tomografia abdominal, levando em consideração os diferentes tamanhos específicos da circunferência abdominal dos pacientes. A metodologia utilizada consistiu em um estudo documental retrospectivo que avaliou 856 exames de TC abdominal total, observando apenas uma única fase de aquisição das imagens, levantados aleatoriamente por meio do acesso das imagens médicas disponíveis no sistema Picture Archiving and Communication System (PACS) do serviço participante. As informações extraídas dos exames avaliados foram: idade, sexo, kVp, mAs, pitch, CTDIvol e o scan length. Por meio dos diâmetros anteroposterior e lateral medidos, foi determinado o diâmetro efetivo (Deff), extraídos os fatores de conversão do Report 204 da AAPM e calculados os valores de SSDE dos exames avaliados. Após, foi realizado um teste de significância com o Método de Shapiro-Wilk, como resultado, foi encontrada uma diferença entre os valores de CTDIvol e SSDE acima de 30% para ambos os sexos, que se acentuou ainda mais quando comparado em quartis do diâmetro efetivo, no qual a diferença foi de aproximadamente 57% para ambos os sexos. Os valores de SSDE encontrados neste estudo foram 1,3 vezes maiores do que os valores de CTDIvol, sendo a maior diferença observada no primeiro quartil de diâmetro efetivo com SSDE 1,6 vezes maior do que CTDIvol. A estimativa de dose por SSDE foi mais fidedigna, pois retratou as variações na anatomia dos pacientes. Por isso, estimar doses em TC por SSDE é uma forma mais conservadora do ponto de vista de proteção radiológica.
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    Proteção radiológica em uma unidade cirúrgica no sul do Brasil: o prescrito e o realizado
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-06-28) Silva, Ezequiel da; Ribeiro, Gerusa; Melo, Juliana Almeida Coelho de; https://orcid.org/0000-0003-2217-9649; http://lattes.cnpq.br/1804094254041686; https://orcid.org/0000-0003-3188-8017; http://lattes.cnpq.br/7083311658483353; Souza, Daiane Cristini Barbosa de; https://orcid.org/0000-0001-6511-8024; http://lattes.cnpq.br/9869274693276532; Caldas, Marciele Misiak; https://orcid.org/0000-0001-6654-1967; http://lattes.cnpq.br/4713529996512434; Borges, Laurete Medeiros; https://orcid.org/0000-0002-2884-0998; http://lattes.cnpq.br/8865489179435182
    O trabalho em saúde é constituído de diversas especificidades e requer profissionais com habilidades técnicas e conhecimentos científicos para a prática segura. A segurança permeia as pessoas e, dentre elas, estão os profissionais de saúde que, durante suas atividades práticas diárias nas instituições de saúde, estão expostos aos riscos ocupacionais, como, por exemplo, os aparelhos emissores de radiação ionizante. Assim, o objetivo deste estudo foi analisar o que os profissionais de saúde entendem sobre proteção radiológica e como essa temática é desenvolvida no cotidiano da prática assistencial de uma unidade cirúrgica de um hospital universitário na Região Sul do Brasil. O estudo apresentou abordagem qualitativa, do tipo exploratória. O local escolhido para o estudo foi uma unidade cirúrgica de um hospital universitário da Região Sul do Brasil. Os participantes foram os profissionais que atuavam diretamente na assistência, como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos e auxiliares de enfermagem, totalizando 50 participantes. O estudo articulou critérios de intencionalidade e conveniência. Foram utilizados instrumentos para coleta dos dados, sendo eles entrevista, observação e análise documental. Os dados foram organizados de acordo com análise de conteúdo e com o auxílio do software para pesquisa qualitativa Atlas.ti, versão 9. A pesquisa obteve aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos, com parecer 5.046.446. Dos resultados, foi possível a construção de três categorias mais significativas: entendimento da radiação ionizante e da proteção radiológica; entendimento das normativas de proteção radiológica; e atividade prática no ambiente de trabalho da unidade cirúrgica. Tornaram-se evidentes: as desinformações referentes à legislação sobre proteção radiológica; a fragilidade no entendimento sobre radiação ionizante; e a carência de educação e treinamento à proteção radiológica. Conclui-se a cultura de proteção radiológica na unidade cirúrgica do hospital universitário é latente. A pesquisa permitiu propor estratégias que podem potencializar a cultura de proteção radiológica na unidade cirúrgica.
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    Avaliação de vestimentas de proteção radiológica para energias utilizadas em medicina nuclear
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-05-06) Petry, Emanuely Amandia; Camozzato, Tatiane Sabriela Cagol; Yoriyaz, Hélio; https://orcid.org/0000-0003-4023-236X; http://lattes.cnpq.br/2359603996065755; https://orcid.org/0000-0002-3530-718X; http://lattes.cnpq.br/0471800071296555; http://lattes.cnpq.br/3713238403390352; Soares, Flavio Augusto Penna; https://orcid.org/0000-0002-2668-7627; http://lattes.cnpq.br/1128235541236010; Souza, Daiane Cristini Barbosa de; https://orcid.org/0000-0001-6511-8024; http://lattes.cnpq.br/9869274693276532; Carvalho, Jose Willegaignon de Amorim de; http://lattes.cnpq.br/3479378420355633
    Na medicina nuclear são utilizadas fontes radioativas não seladas, o que pode resultar em maior exposição e contaminação de IOEs. O uso de VPR pelos profissionais da MN têm sido questionados, uma vez que a interação dos fótons com a composição dos aventais pode causar radiação de freamento ou efeito fotoelétrico. Comprometendo a proteção radiológica do IOE. Nesse contexto, o objetivo é analisar a eficiência das blindagens, avaliando a interação da radiação com a composição dos aventais de chumbo. Dessa forma respondendo a seguinte questão de pesquisa: “As VPRs utilizadas pelos IOEs em MN são eficientes em relação à energia dos radionuclídeos utilizados no SMN?” Para isto, se avaliou um avental de chumbo disponível em um SMN do sul do Brasil. Tendo como tipo de pesquisa investigativa experimental de análise quantitativa, em que também obteve-se simulações computacionais com método Monte Carlo por meio do software MCNP6. Os testes experimentais foram realizados com fontes, avental e detectores. Os RNs selecionados como fontes foram: 131I, 99mTc e FDG-18F. Observou-se aumento de captação nos valores de energia para radiação espalhada, em torno de 80 a 100 keV, com todos os radioisótopos e distâncias. Não obteve-se resultados tão eficientes para 131I e FDG-18F, visto que são RN com energias maiores, notando-se então maior radiação espalhada ao uso do avental. Visto nos testes experimentais e simulações, o avental consegue barrar fótons de baixa energia, porém para fótons de alta energia (como maiores que 140 keV) se torna menos eficiente. Ocorre o aumento de contagens na região antes do fotopico de cada RN, demonstrando a radiação espalhada. A diferença de dose equivalente foi menor com o teste com FDG-18F, comprovando que energias maiores a blindagem torna-se ineficaz.
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    Estudo da gestão de contratos de energia com a implementação da precificação horária no Brasil
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-12-21) Schmitz, Liliane Ramos; Scuzziato, Murilo Reolon; Orsi, Gustavo Cardoso; -; -; -; https://orcid.org/0000-0003-1582-2982; http://lattes.cnpq.br/3486709383063578; -; -; -; https://orcid.org/0000-0002-4047-3780; http://lattes.cnpq.br/0940716462707317; -; http://lattes.cnpq.br/9032245365879737; Fernandes, Rubipiara Cavalcante; https://orcid.org/0000-0001-7991-8321; http://lattes.cnpq.br/7126706115765174; Vieira, Pedro César Cordeiro; https://orcid.org/0009-0007-6671-5358; http://lattes.cnpq.br/5553740776215117; -; -; -; -; -; -; -; -; -
    A implementação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) horário em janeiro de 2021 foi uma estratégia de desenvolvimento do setor elétrico, buscando aprimorar a sinalização econômica do custo da geração de energia no curto prazo, por decorrência da inserção de novas fontes na matriz energética e as mudanças no perfil de consumo. Por intermédio da valoração da energia elétrica no curto prazo, essa alteração exigirá que os agentes se adaptem, atualizando sua gestão energética a fim de operar de acordo com novas regras regulatórias impostas. Estas mudanças acarretarão na criação de novos serviços e produtos no mercado de energia. O propósito deste trabalho é analisar o impacto da adesão do PLD horário e verificar possíveis estratégias de gestão realizadas através de simulações de modulações de contratos de energia, definição de prêmios de contratação e flexibilização de contratos. Analisando um perfil de geração, buscou-se avaliar a implementação da modulação e flexibilização de contratos desse agente. Os contratos modulados analisados são em base horária, semanal, mensal, sazonal e flat para um agente gerador. Posteriormente realizou-se a flexibilização para alguns perfis dos ramos de atividades de papel, serviços, têxtil e alimentício. Ademais, buscou-se ilustrar as principais alterações ao agente gerador, com a contabilização horária. Para tanto, foi realizada a coleta de dados de geração e PLD horário através de fontes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), respectivamente e após o tratamento desses dados realizou-se a simulação de diferentes cenários. Finalmente, são propostas possíveis estratégias de gestão de contratos modulados a fim de mitigar exposições no Mercado de Curto Prazo (MCP).