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listelement.badge.dso-type Item , Qualidade física e fisiológica de variedades de milho crioulo do planalto serrano de Santa Catarina(Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-12-13) Pereira, Simone Aparecida; Figueiredo, Josiane Cantuária; Komatsu, Roberto Akitoshi; https://orcid.org/0000-0001-5981-9334; https://orcid.org/0000-0001-7105-1241; http://lattes.cnpq.br/4007991802647498; http://lattes.cnpq.br/7401355484945090; http://lattes.cnpq.br/6514300944708308; Mendes, Giselle Camargo; https://orcid.org/0000-0003-4361-9359; http://lattes.cnpq.br/4507854638255402; Martins, Andréa Bicca Noguez; https://orcid.org/0000-0001-5480-5208; http://lattes.cnpq.br/5853083981040400A utilização de sementes de milho crioulo faz parte da tradição cultural de uma parcela de agricultores tradicionais e agroecológicos. O objetivo do estudo foi avaliar a qualidade física e fisiológica de variedades de sementes de milho crioulas do Planalto Serrano de Santa Catarina. Estudou-se 12 tipos de milhos varietais oriundos dos municípios de Anita Garibaldi, Cerro Negro e São José do Cerrito no Estado de Santa Catarina, sendo as variedades Palha Roxa Anita Garibaldi, Pixurum 4, Mesclado, Amarelão Anita Garibaldi, Lasteque, Lombo Baio Carú, Palha Roxa Carú, Branco Dito, Asteca Cerro Negro, Branco do Cerro Negro, Milho Roxo Carú e Lombo Baio Cerro Negro. As qualidades físicas e fisiológicas das sementes foram analisadas utilizando as seguintes análises: teor de água; germinação; comprimento do hipocótilo, comprimento da raiz, teste frio, condutividade elétrica e índice de velocidade de emergência. As sementes das variedades crioulas apresentaram teor de água inadequado para o armazenamento das sementes. As variedades Pixurum 4, Mesclado, Amarelão, Laste que e Asteca de Cerro Negro apresentaram melhor qualidade fisiológica, com melhores desempenhos nos testes que simulavam condições de estresse.listelement.badge.dso-type Item , Práticas de manejo naturais para o controle de crescimento vegetativo de macieiras(Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-09-15) Souza, Marissa Prá de; Machado, Bruno Dalazen; http://lattes.cnpq.br/5213266185582824; http://lattes.cnpq.br/3493565789942707; Fernandes, Raquel Carlos; http://lattes.cnpq.br/9541585384945277; Santos, Viviane Aparecida Figueredo Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3351340113351180A região Sul do Brasil se destaca pelo clima favorável ao cultivo de frutos de maçã, justamente pelas condições de temperatura com horas de frio prolongadas e regiões de altitude que configuram cenário de excelência para frutos de qualidade. O objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão bibliográfica sobre as principais práticas sustentáveis de controle de vigor em pomares de macieira no Sul do Brasil. O excesso de vigor em macieiras pode resultar em produção irregular e de baixa qualidade e em baixa produtividade. Portanto, práticas culturais e manejo planejado na safra são fundamentais para se ter uma produção rentável e principalmente, sustentável. A poda é uma prática há muito tempo utilizada que propõe melhorias no porte e arquitetura da macieira e que gera bons resultados na qualidade de frutos. Geralmente usa-se a condução com eixo central e ramificação lateral, mantendo a planta de fácil acesso e manuseio. A poda possibilita a entrada de incidência solar entre a copa e permite sua boa aeração evitando o excesso de umidade e proliferação de pragas e doenças em seu interior. Além disso, a poda melhora a uniformidade da coloração vermelha dos frutos. Existem práticas como a incisão anelar, que consiste na remoção de um anel da casca das varas ou do tronco, sendo uma intervenção mecânica. O clima é o principal fator responsável pela superação da dormência natural, afinal as árvores caducifólias, como macieiras e pereiras, respondem rigidamente às horas de frio e às estações do ano. Assim, o arqueamento de ramos, poda de raízes e ramos, raleio de frutos e escolha de porta-enxertos, são essenciais para obter um retorno econômico e agroecologicamente sustentável ao produtor rural.listelement.badge.dso-type Item , Monitoramento das principais pragas e métodos de manejo adotados por produtores de maçã na safra 2022/2023, na região produtora do sul do Brasil(Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-06-22) Proença, Marcelo Machado; Zinger, Fernando Domingo; https://orcid.org/0000-0003-3552-8895; http://lattes.cnpq.br/0366538627349729; https://lattes.cnpq.br/2595245057029940; Zinger, Fernando Domingo; https://orcid.org/0000-0003-3552-8895; http://lattes.cnpq.br/0366538627349729; Kovaleski, Adalécio; http://lattes.cnpq.br/4516565094211038; Komatsu, Roberto Akitoshi; https://orcid.org/0000-0001-5981-9334; http://lattes.cnpq.br/4007991802647498A Região Sul é a principal produtora de frutas de clima temperado, sendo a cultura da macieira a que mais cresceu nos últimos anos sendo que em 1974 o Brasil tinha 174 ha e na safra 2021 segundo o IBGE teve uma área plantada de 32.500 ha. As principais pragas da macieira são a mosca das frutas, grafolita e bonagota, o monitoramento é feito através de armadilhas espalhadas pelo pomar, com periodicidade de duas vezes por semana. A muitos anos o controle destas pragas é feito por meio de pulverização de inseticidas em cobertura total da área. Este trabalho teve por objetivo verificar o manejo realizado contra insetos nos pomares de macieira e se o manejo é feito com cuidados quanto á impactos ao ambiente e aos seres humanos. O estudo foi realizado através de entrevistas a produtores de maçã dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com pomares conduzidos sob o sistema de produção convencional. Foram entrevistados 55 produtores de maçãs, as entrevistas foram realizadas de fevereiro a maio de 2023. A entrevista foi realizada com o auxílio do Google forms. Foi verificado que a maioria dos produtores (87%) realizam o monitoramento de pragas, demonstrando a importância de conhecer a população da praga na área produtiva. Destes produtores, 70,9 % deles utiliza aplicação de calendário, demonstrando que mesmo fazendo monitoramento de pragas, não as levam em conta para decisão da intervenção contra as pragas. Nem todos os produtores executam o monitoramento na periodicidade correta, tornando o monitoramento não confiável. Entre os inseticidas mais utilizados os organofosforados ainda estão em maior utilização, os quais são produtos de alta eficiência, mas com alta toxicidade e alto potencial poluidor ao meio ambiente. O controle de pragas na produção convencional não leva em consideração métodos alternativos de controle os quais não apresentam problemas de resíduos nas frutas e tem pequeno ou nenhum potencial poluidor do ambiente. A assistência técnica deve ser treinada para junto aos produtores utilizarem métodos com menores impactos ao meio ambiente e a saúde dos consumidores e produtores.listelement.badge.dso-type Item , Estudos sobre o impacto ambiental e o aproveitamento energético de plantas fotovoltaicas flutuantes em corpos de água doce(Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-07-27) Souza, Luiza de; Sica, Everthon Taghori; -; -; -; -; -; -; -; -; -; https://orcid.org/0000-0003-1525-8218; http://lattes.cnpq.br/3384034259269673; -; -; Tenfen, Daniel; http://lattes.cnpq.br/6591161696306728; http://lattes.cnpq.br/6591161696306728; Lila, Fernando; -; http://lattes.cnpq.br/8316028834287422; Souza, Jakson de; -; -; -; -; -; -; -; -A matriz energética brasileira é considerada hidro-termo-eólica, mas predominantemente hídrica. Dessa forma, em caso de crise hídrica, o Sistema Interligado Nacional (SIN) pode ficar exposto ao déficit de energia elétrica. Com a finalidade de diminuir a dependência hídrica tem-se a necessidade da exploração de alternativas renováveis, como a produção de energia proveniente de módulos fotovoltaicos flutuantes. Este trabalho tem como objetivo avaliar os impactos ambientais e o aproveitamento energético de módulos fotovoltaicos flutuantes em corpos de água doce, por meio da pesquisa exploratória. Além do objetivo citado, um estudo de caso analisará a implantação de um sistema fotovoltaico flutuante na Usina Hidrelétrica de Passo Real. O estudo tem como objetivo definir as características climáticas da região da usina, dimensionar o sistema fotovoltaico flutuante, obter os resultados da geração fotovoltaica e analisar os aspectos de complementaridade energética. Obteve-se, por meio do estudo, que a quantidade de energia fotovoltaica flutuante gerada incrementará uma média anual de 4,02% na geração hídrica. A geração fotovoltaica flutuante é muito benéfica, principalmente em sistemas híbridos completos. No híbrido completo ocorre a conservação de geração hidrelétrica durante o período de pico da radiação solar sobre os painéis fotovoltaicos flutuantes. Apesar dos pontos positivos da geração, o impacto do sombreamento dos painéis pode ocasionar uma redução da oxigenação, gerando um efeito negativo na ictiofauna e um alastramento de algas tóxicaslistelement.badge.dso-type Item , Incremento na produção de mudas de beterraba (Beta vulgaris) em sistema de base ecológico: aplicações do biocomposto tipo bokashi(Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-06-07) Kruker, Gregory; Bortoli, Janice Regina Gmach; http://lattes.cnpq.br/4595340302896224; http://lattes.cnpq.br/0270541469837792; Zinger, Fernando Domingo; https://orcid.org/0000-0003-3552-8895; http://lattes.cnpq.br/0366538627349729; Komatsu, Roberto Akitoshi; https://orcid.org/0000-0001-5981-9334; http://lattes.cnpq.br/4007991802647498A carência de tecnologias apropriadas para estabelecer sistemas agroalimentares de base ecológica, impulsiona o desenvolvimento do setor agrícola no sentido de prover bioinsumos de alto padrão e qualidade. O uso de biofertilizantes na produção de mudas tem se mostrado uma alternativa promissora, e nesse sentido o biocomposto tipo “bokashi” tem apresentado potencial de promover crescimento vegetal, devido às suas propriedades nutricionais e bioativas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes doses do biocomposto tipo “bokashi” em adição a dois substratos comerciais na produção de mudas de beterraba. O experimento foi conduzido em estufa, no IFSC Campus Lages, durante os meses de fevereiro e março de 2023. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com 4 repetições, e consistiu num bifatorial 2 x 4. Foram utilizadas quatro dosagens (0%, 10%, 20% e 40% v/v) do biocomposto “tipo” bokashi em mistura com dois substratos comerciais. A produção das mudas foi realizada em bandejas de isopor com 128 cédulas, onde foram semeadas 48 sementes de beterraba da variedade Katrina. As variáveis agronômicas mensuradas foram: porcentagem de germinação (9 DAS, 15 DAS e 31 DAS) altura da parte aérea (22 DAS e 31 DAS), comprimento de raiz, razão altura da parte aérea e comprimento de raiz, e massa seca da parte aérea e raiz. A adição de 20% (v/v) do biocomposto tipo bokashi nos dois substratos utilizados, proporcionou o incremento na germinação inicial de beterraba vr. Katrina. Houve incremento na produção de massa seca da parte aérea das mudas de beterraba vr. Katrina, com a adição de 10 e 20% (v/v) do biocomposto tipo bokashi (65% e 31,6% respectivamente) ao substrato Agrinobre. Os resultados sugerem que o uso do biocomposto tipo bokashi como biofertilizante é uma alternativa viável e promissora para a produção de mudas de hortaliças em sistema orgânico.
