Influência de diferentes temperaturas de armazenamento no vigor de sementes de soja

dc.contributor.advisorPereira, Laís Fernanda Melo
dc.contributor.advisorIDhttps://orcid.org/0000-0001-8470-2082
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3542289030860958
dc.contributor.authorSteidel, Eduardo Luís
dc.contributor.referee1Camargo, Mario Augusto
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5998-2502
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8896813338648890
dc.contributor.referee2Vieira, Luís Carlos
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0009-0008-6524-6841
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5370221763322425
dc.date.accessioned2026-01-21T16:08:11Z
dc.date.available2026-01-21T16:08:11Z
dc.date.issued2024-08-13
dc.description.abstractAs características de qualidade fisiológica das sementes de soja, especialmente o vigor e a capacidade de germinação são fundamentais para garantir um bom estabelecimento da cultura no campo. O controle de temperatura no armazenamento das sementes é um fator importante para preservar sua qualidade. Técnicas de resfriamento artificial têm mostrado eficiência na manutenção do vigor das sementes durante o armazenamento, contribuindo para uma agricultura mais sustentável e produtiva. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de temperaturas de armazenamento no vigor das sementes de soja com diferentes diâmetros, ao longo de 360 dias. O experimento foi conduzido no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina, município de Canoinhas, utilizando sementes de soja da cultivar Zeus, produzidas na safra 2022/2023, classificadas em peneiras de três diferentes diâmetros (6 mm, 6,5 mm e 7 mm) e armazenadas em incubadoras do tipo DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio) em cinco temperaturas (10, 14, 18, 22 e 26°C). Foram realizadas avaliações periódicas mensais aos 0, 30, 60, 90, 120, 150, 180, 210, 240, 270, 300, 330 e 360 dias de armazenamento. A qualidade fisiológica das sementes foi determinada por meio de testes de emergência em areia para obtenção do índice de velocidade de emergência, porcentagem da primeira contagem de emergência e porcentagem de emergência. De modo geral, as sementes mantidas nas temperaturas abaixo de 18°C apresentaram melhor conservação do vigor em todas as avaliações realizadas. Em contrapartida, as temperaturas de 22 °C e 26°C foram as mais prejudiciais para o vigor, indicando que essas condições não são recomendadas para a conservação das sementes de soja.
dc.identifier.citationSTEIDEL, Eduardo. Influência de diferentes temperaturas de armazenamento no vigor de sementes de soja. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Agronomia) – Instituto Federal de de Santa Catarina, Canoinhas, 2024.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifsc.edu.br/handle/1/153
dc.language.isoPortuguês Brasilpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Santa Catarinapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCâmpus Canoinhaspt_BR
dc.publisher.initialsIFSC
dc.publisher.programBacharelado em Agronomiapt_BR
dc.rights.accessAcesso Restrito
dc.subjectSoja
dc.subjectGlycine max
dc.subjectFisiologia vegetal
dc.subjectTemperatura - Efeito fisiológico
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::BOTANICA::FISIOLOGIA VEGETAL
dc.titleInfluência de diferentes temperaturas de armazenamento no vigor de sementes de soja
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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