Efeito alelopático da canola na produção de feijão preto

dc.contributor.advisorVieira, Luís Carlos
dc.contributor.advisorIDhttps://orcid.org/0009-0008-6524-6841
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5370221763322425
dc.contributor.authorStolte, Henrique
dc.contributor.referee1Schick, Jefferson
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7249173293376742
dc.contributor.referee2Paes, João Paulo Pereira
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-3651-1166
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7553990697902687
dc.date.accessioned2026-01-20T11:17:10Z
dc.date.available2026-01-20T11:17:10Z
dc.date.issued2024-08-08
dc.description.abstractO Feijão preto (Phaseolus vulgaris L.) tem grande representatividade nas lavouras brasileiras, principalmente no Sul, região de maior produção da cultura. Além disso, o feijão tem expressiva importância na mesa dos brasileiros e na nutrição da maioria da população. Outro cultivo importante, e que nos últimos anos vem apresentando potencial de crescimento em produção, é a canola (Brassica napus L. var. oleífera), sendo no inverno uma alternativa de rotação, principalmente com trigo, nas lavouras sulinas. Apesar disso, muitas pesquisas apontam efeito alelopático da canola em culturas sucedentes, como por exemplo em soja, afetando produção e rendimento. Com isso, o objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos alelopáticos exercidos pela palhada de canola na produção de feijão preto. A Brassica napus L. var. oleífera foi semeada em todo o campo experimental com posterior manejo de roçada, permanecendo a palhada sobre o solo. O experimento foi conduzido no delineamento em blocos casualizados (DBC) com 4 repetições. As unidades experimentais tinham 1,32m de largura e 5m de comprimento, perfazendo 6,6m2 de área total. Foram semeadas 4 linhas espaçadas de 0,33m, na densidade de 8 plantas/m linear, num total de 240.000 plantas/ha. Para as avaliações foram utilizadas as duas linhas centrais, desprezando-se 0,50cm de cada extremidade, resultando em 2,64m2 de área útil. Foram feitos 4 tratamentos com a semeadura do feijão em : 0, 10, 20 e 30 dias após a roçada da canola. No momento da colheita foi avaliado o número de plantas finais. Do total de plantas de cada parcela foram escolhidas aleatoriamente 10 plantas que formaram a amostra de cada repetição. Foi avaliado o número de vagens e número de grãos por vagem. Em laboratório foram determinados a umidade, o peso de cada parcela, e determinação do peso de 1000 grãos e produtividade por hectare. Após, foi realizada a análise de variância e comparação de médias no teste de significância de Tukey a 5% de probabilidade. No número médio de plantas/m2 e no médio de vagens/planta o tratamento T2 apresentou, respectivamente, menor número de plantas, com 15,42 e maior número de vagens com 15,67 por planta. O tratamento T3 apresentou maior produtividade em kg/ha. Foi possível concluir que o efeito alelopático da canola é sentido pelo feijão preto em torno de 10 dias após manejo de roçada da Brassicae.
dc.identifier.citationSTOLTE, Henrique. Efeito alelopático da canola na produção de feijão preto. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Agronomia) – Instituto Federal de de Santa Catarina, Canoinhas, 2024.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifsc.edu.br/handle/1/134
dc.language.isoPortuguês Brasilpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Santa Catarinapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCâmpus Canoinhaspt_BR
dc.publisher.initialsIFSC
dc.publisher.programBacharelado em Agronomiapt_BR
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.subjectPhaseolus vulgaris
dc.subjectFeijão-comum
dc.subjectBrassica napus
dc.subjectCanola
dc.subjectAlelopatia
dc.subject.cnpqCIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA
dc.titleEfeito alelopático da canola na produção de feijão preto
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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