Uso de inteligência artificial na mamografia: revisão integrativa

dc.contributor.advisorSoares, Flavio Augusto Penna
dc.contributor.advisor-coMelo, Juliana Almeida Coelho de
dc.contributor.advisor-co2Cardozo, Glauco
dc.contributor.advisor-co2IDhttps://orcid.org/0000-0002-3694-6047
dc.contributor.advisor-co2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4342170717527556
dc.contributor.advisor-coIDhttps://orcid.org/0000-0003-2217-9649
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/1804094254041686
dc.contributor.advisorIDhttps://orcid.org/0000-0002-2668-7627
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1128235541236010
dc.contributor.authorGrams, Natália
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3939578999275555
dc.contributor.referee1Huhn, Andrea
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-4348-9374
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2167651436297038
dc.contributor.referee2Nogueira, Luciana Batista
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-1813-9898
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3084251272040826
dc.contributor.referee3Zottis, Alexandre D’Agostini
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-4743-0564
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/4454797464891460
dc.date.accessioned2026-10-07T14:40:00Z
dc.date.available2026-10-07T14:40:00Z
dc.date.issued2025-11-10
dc.description.abstractIntrodução: A alta taxa da incidência do câncer de mama é uma realidade mundial, o diagnóstico precoce é uma estratégia de saúde pública, realizada por meio da mamografia. A inteligência artificial (IA) tem se mostrado um bom aliado para auxiliar o médico radiologista a diagnosticar o câncer de mama, aumentando a precisão na detecção do câncer de mama e auxiliando os profissionais da saúde a identificar sinais de anormalidades de forma mais rápida e acurada, o que pode resultar em um diagnóstico mais precoce e, consequentemente, em tratamentos mais eficazes. Objetivo: Avaliar a produção científica sobre a utilização da inteligência artificial em mamografia, identificando tendências, lacunas de pesquisa e implicações para a prática radiológica. Métodos: Foi realizada uma revisão integrativa, utilizando os bancos de dados Pubmed, BVS e Web Of Science, com os descritores “artificial intelligence”, “machine learning”, “mammography”, foram incluídos artigos publicados nos últimos 5 anos, com o idioma em inglês, com o tema relacionado a inteligência artificial na mamografia ou tomossíntese, foram excluídos artigos que realizaram pesquisa com mamografia em conjunto com outros métodos por imagem e artigos de revisão de literatura. Foram selecionados 135 artigos Resultados: Os países com maiores publicações foram Estados Unidos, Índia e Reino Unido. Já os fabricantes mais citados foram Hologic, GE e Siemens.Observou-se ainda que 111 trabalhos se concentraram exclusivamente em mamografia digital, enquanto 15 combinaram mamografia e tomossíntese. Foram identificados 22 bancos de dados prontos disponíveis para criação de IA e 9 publicações tiveram objetivo de desenvolver um banco de dados. 19 estudos compararam o desempenho da IA com o médico radiologista na detecção e classificação de achados mamográficos através de métricas (AUC, acurácia, sensibilidade, especificidade, VPP e VPN). Foram mapeadas as principais tendências de pesquisa no campo da IA em mamografia, classificando os estudos conforme o foco do desenvolvimento, a fim de identificar lacunas de conhecimento e recomendar futuras direções para pesquisas mais clinicamente relevantes, foram analisados 102 artigos identificando o tema central e suas métricas. Com o resultado desta dissertação, o produto tecnológico construído foi um material instrucional para desenvolver IA em mamografia. Conclusão: A comparação entre IA e médicos radiologistas evidencia uma tendência de integração colaborativa, em que a IA atua como ferramenta de suporte clínico e segunda leitura, e não como substituta do profissional. Sobre os bancos de dados foi identificado avanços significativos na criação e utilização de bancos de dados para IA em mamografia, persistem limitações quanto à diversidade étnica, padronização e transparência metodológica. A predominância de bases de países desenvolvidos restringe a generalização dos algoritmos em contextos globais. Outro ponto relevante é que poucos estudos especificaram o uso de imagens com implantes mamários, baixa dose e mamografia com contraste, aspectos relevantes para a aplicabilidade clínica ampla.
dc.identifier.citationGRAMS, Natália. Uso de inteligência artificial na mamografia: revisão integrativa. 2025. Dissertação (Mestrado Profissional em Proteção Radiológica) – Instituto Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2025.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifsc.edu.br/handle/1/2686
dc.language.isoPortuguês Brasilpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Santa Catarinapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCâmpus Florianópolispt_BR
dc.publisher.initialsIFSCpt_BR
dc.publisher.programMestrado Profissional em Proteção Radiológicapt_BR
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.subjectInteligência artificial
dc.subjectMamografia
dc.subjectProteção radiológica
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::RADIOLOGIA MEDICA
dc.titleUso de inteligência artificial na mamografia: revisão integrativa
dc.typeDissertaçãopt_BR

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