A precarização da cozinha: revisão sobre a saúde e o bem-estar de cozinheiros

dc.contributor.advisorCosta, Rafael Matys
dc.contributor.advisorIDhttps://orcid.org/0009-0000-6392-9421
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5729421022360065
dc.contributor.authorMarques, Gabriel Gomes Arias
dc.contributor.referee1Azambuja, Luciano de
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3584532898039896
dc.contributor.referee2Brouquet, Julien
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-7780-2779
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3418927709450744
dc.date.accessioned2026-04-23T15:20:32Z
dc.date.available2025-12-19
dc.date.available2026-04-23T15:20:32Z
dc.date.issued2025-12-04
dc.description.abstractA gastronomia, embora seja uma área em expansão e valorizada simbolicamente pela mídia e pelo turismo, ainda apresenta um cenário de precarização do trabalho que afeta diretamente a saúde e a qualidade de vida dos profissionais de cozinha. Este Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão bibliográfica, as manifestações da precarização no cotidiano de cozinheiros e auxiliares, seus impactos sobre a saúde física e mental, e refletir sobre medidas que contribuam para a valorização da profissão. A pesquisa foi desenvolvida com abordagem qualitativa e exploratória, a partir da análise de produções acadêmicas publicadas nas últimas duas décadas, abrangendo temas como condições laborais, ergonomia, dark kitchens, terceirização e saúde ocupacional. Os estudos revisados evidenciam que o ambiente gastronômico é marcado por jornadas extensas, sobrecarga física, informalidade e riscos ergonômicos, resultando em doenças osteomusculares, estresse e fadiga emocional. Observou-se ainda que a plataformização do trabalho e o avanço das dark kitchen s intensificam a exploração e invisibilidade dos trabalhadores, sob o discurso de inovação e flexibilidade. Por outro lado, iniciativas baseadas na ergonomia da atividade, na educação em saúde e em programas participativos, como os relatados pela UNIFESP (2017), demonstram potencial para reduzir o adoecimento e fortalecer a valorização profissional. Conclui-se que a precarização na gastronomia é um fenômeno estrutural, vinculado às transformações neoliberais do trabalho, e que a valorização do cozinheiro depende da integração entre ciência, gestão e políticas públicas, capazes de promover ambientes mais dignos, seguros e humanizados. O estudo contribui para ampliar o debate sobre saúde do trabalhador e reafirma a importância do reconhecimento do cozinheiro como agente essencial da cultura, da alimentação e da saúde coletiva.
dc.identifier.citationMARQUES, Gabriel Gomes Arias. A precarização da cozinha:revisão sobre a saúde e o bem-estar de cozinheiros. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Superior de Tecnologia em Gastronomia) – Instituto Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2025.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifsc.edu.br/handle/1/1077
dc.language.isoPortuguês Brasilpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Santa Catarinapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCâmpus Florianópolis - Continentept_BR
dc.publisher.initialsIFSC
dc.publisher.programSuperior de Tecnologia em Gastronomiapt_BR
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.subjectCozinheiros - Estresse ocupacional
dc.subjectPrática profissional
dc.subjectHigiene do trabalho
dc.subject.cnpqCIENCIAS EXATAS E DA TERRA
dc.titleA precarização da cozinha: revisão sobre a saúde e o bem-estar de cozinheiros
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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