Ação da atmosfera refrigerada nos atributos físico-químicos e bioquímicos de pitaia

dc.contributor.advisorZanardi, Aquidauana Miqueloto
dc.contributor.advisorIDhttps://orcid.org/0000-0001-6051-2882
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4927720107227860
dc.contributor.authorGularte, Paulo Sérgio
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6920394528094212
dc.date.accessioned2026-03-11T23:37:18Z
dc.date.available2026-03-11T23:37:18Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractA pitaia Hylocereus undatus (Haworth) Britton & Rose é uma fruteira exótica que tem sido cada vez mais consumida e cultivada devido as suas características nutricionais e possibilidade de gerar renda e diversificação das propriedades rurais. Apesar da crescente expansão nos cultivos, estudos que envolvem técnicas de conservação pós-colheita dos frutos tem sido bastante incipientes. Assim, objetivou-se com este estudo avaliar o efeito de três temperaturas (4, 9 ou 25 °C) e do tempo de armazenamento (7, 14, 21, 28 e 35 dias) na qualidade pós-colheita de frutos de pitaia vermelha de polpa branca. Para isso, frutos foram colhidos no ponto de maturação comercial em um pomar orgânico, no município de São Miguel do Oeste, Santa Catarina na safra 2018/19. Os fruto foram avaliados quanto a perda de massa fresca, coloração da epiderme e de escurecimento de polpa (L, C e h°), força de ruptura da epiderme e de resistência a penetração da polpa, sólidos solúveis totais (SST), vitamina C, acidez titulável (AT), ratio, peroxidação lipídica e enzimas do estresse oxidativo (POX e APX). Pitaias armazenadas a 25 ºC tiveram menor período de conservação pós-colheita (7 dias) e maior senescência quando comparadas aos frutos armazenados a 9 e 25 °C. Sob temperatura de 9 ºC, os frutos apresentaram maior período de armazenamento (28 dias), maiores teores de vitamina C aos 7 e 14 dias e maiores valores de L e C na epiderme aos 14 dias de armazenamento. Em contraste, pitaias armazenadas a 4 ºC apresentaram escurecimento de polpa (injúrias por frio) mais acentuada do que àquelas armazenadas a 9 °C. A atividade das enzimas do estresse antioxidativo (POX e APX) foi maior em frutos armazenados por 7 e 21 dias a 25 °C e 4 °C, respectivamente. A peroxidação lipídica foi maior para frutos armazenados a 25 °C por 7 dias e para pitaias mantidas a 4 °C por 14 e 21 dias. O ratio (SST/AT) foi maior em frutos armazenados por 14 e 21 dias sob temperatura de 9 °C e 4 °C, respectivamente. Os sólidos solúveis totais e a força para ruptura da epiderme não foram influenciados pelas temperaturas de armazenamento dos frutos. Portanto, pitaias podem ser armazenadas a 9 °C ou 4 °C por 21 e 14 dias, respectivamente, sem comprometer a qualidade pós-colheita dos frutos.
dc.identifier.citationGULARTE, Paulo Sérgio. Ação da atmosfera refrigerada nos atributos físico-químicos e bioquímicos de pitaia. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Superior de Bacharelado em Agronomia) – Instituto Federal de Santa Catarina, São Miguel do Oeste, 2020.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifsc.edu.br/handle/1/603
dc.language.isoPortuguês Brasilpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Santa Catarinapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCâmpus São Miguel do Oestept_BR
dc.publisher.initialsIFSC
dc.publisher.programBacharelado em Agronomiapt_BR
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.subjectHylocereus undatus
dc.subjectPós-colheita
dc.subjectFrutas - Conservação
dc.subjectPlantas exóticas
dc.subject.cnpqCIENCIAS AGRARIAS
dc.titleAção da atmosfera refrigerada nos atributos físico-químicos e bioquímicos de pitaia
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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