Trabalho de Conclusão de Curso

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    Desempenho produtivo das cultivares de morangueiro Pircinque e Jonica em função das épocas de plantio em São Miguel do Oeste
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-07-29) Ternus, Micael Júnior; Naidk, Tiago Antonio; Capelesso, Adinor José; Cardoso, Francieli Lima; https://orcid.org/0000-0002-1617-4297; http://lattes.cnpq.br/2055889150652260; https://orcid.org/0000-0002-9833-672X; http://lattes.cnpq.br/1796298218666874; http://lattes.cnpq.br/6315200171215871; http://lattes.cnpq.br/1790323829265454; Capelesso, Adinor José; https://orcid.org/0000-0002-9833-672X; http://lattes.cnpq.br/1796298218666874; Fagherazzi, Antonio Felippe; http://lattes.cnpq.br/8749486333776016; Martins, Diego Albino; https://orcid.org/0009-0003-9440-4056; http://lattes.cnpq.br/6909431482983705
    A cultura do morangueiro se configura como uma alternativa econômica para propriedades familiares, constituindo-se em fonte de ocupação e renda. Na correlação com as condições climáticas de cada local, a cultura pode apresentar diferentes produtividades, ciclos produtivos e qualidade final das frutas. Como as condições ambientais variam ao longo do ano, o presente estudo objetivou avaliar a produtividade das cultivares de morangueiro Pircinque e Jonica em função das épocas de plantio no Extremo Oeste Catarinense. O experimento foi conduzido na Safra 2020, em São Miguel do Oeste – SC, em sistema de cultivo semi-hidropônico com slabs, sobre bancadas protegidas por túnel plástico. O delineamento experimental utilizado foi o Inteiramente Casualisado (DIC) em arranjo bifatorial 2x4 (duas cultivares e quatro épocas de plantio). Os tratamentos foram as quatro datas de plantio: 10/03/2020, 30/03/2020, 19/04/2020 e 09/05/2020, com intervalo de 20 dias entre si. Os tratamentos possuíam cinco repetições, com seis plantas por unidade amostral (slab), sendo adotadas bordaduras nas extremidades longitudinais. A análise do tempo de entrada em produção entre as cultivares diferiu significativamente, sendo que a Pircinque entrou em produção em média 8,7 dias antes que a Jonica. Contudo, não se registraram diferenças significativas de produtividade entre as cultivares, não existindo interações significativas entre cultivares e épocas de plantio. As épocas testadas afetaram significativamente o momento de entrada em produção, os resultados de produtividade e qualidade dos frutos. A maior produtividade total foi obtida com o plantio em 19/04, mas a produção comercial não diferiu no plantio de 30/03, 19/04 e 09/05. A data de 10/03 resultou em menor peso comercial, peso total e número de frutas comerciais, sendo considerada a época de plantio menos produtiva. A implantação nas datas de 30/03 e 19/04 resultaram em maior retorno econômico esperado, tanto para a venda de frutas comerciais quanto para venda de frutas totais.
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    Avaliação de genótipos de morangueiro em São Miguel do Oeste – SC
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-09-10) Griebeler, Lucas Ventura; Capelesso, Adinor José; Cardoso, Francieli Lima; https://orcid.org/0000-0002-1617-4297; http://lattes.cnpq.br/2055889150652260; https://orcid.org/0000-0002-9833-672X; http://lattes.cnpq.br/1796298218666874; http://lattes.cnpq.br/0550102089697154; Capelesso, Adinor José; https://orcid.org/0000-0002-9833-672X; http://lattes.cnpq.br/1796298218666874; Miotto, Alcione; http://lattes.cnpq.br/5600518499368000; Fagherazzi, Antonio Felippe; http://lattes.cnpq.br/8749486333776016
    A cultura do morangueiro se constituí como alternativa econômica para agricultores que exploram pequenas propriedades rurais, uma vez que permite o uso intensivo da terra. Ao gerar alta renda por área associada a postos de trabalho, a atividade ganha expressão na agricultura familiar. Atualmente, no mercado existem cultivares com distintas características de produção, sendo que cada uma se comporta de maneira diferente conforme as condições ambientais de cultivo em cada Região, mas não havendo variedades brasileiras utilizadas, o que acarreta perdas de produtividade. Desta forma, o presente estudo tem como objetivo analisar o comportamento produtivo de dez genótipos de morangueiro em sistema de cultivo sem solo no Extremo Oeste Catarinense, em busca de variedades adaptadas ao cultivo local. Desta forma, o presente estudo tem como objetivo analisar o comportamento produtivo de dez genótipos de morangueiro em sistema de cultivo sem solo em São Miguel do Oeste – SC. O experimento foi conduzido em propriedade rural particular no município de São Miguel do Oeste – SC, em sistema de cultivo semi-hidropônico em substrato, e em ambiente protegido do tipo “guarda-chuva”. As mudas dos genótipos utilizados foram de torrão, e assim confrontados os genótipos entre cultivares conhecidas (controle) e seleções avançadas do programa de melhoramento genético da Universidade do Estado de Santa Catarina. Desses, seis genótipos são fotossensíveis de dia curto e quatro genótipos de dia neutro. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com quatro repetições, tendo como unidade experimental um slab com seis plantas. As frutas foram colhidas quando a epiderme apresentou 80% de coloração vermelha brilhante para avaliações de produção e de qualidade das frutas. Registrou-se diferenças significativas entre os materiais para produção total, comercial e número de frutas. O genótipo CRAPO VR10 foi o que teve o melhor desempenho nas análises de produção comercial, industrial, total e número de frutas, seguido de FRF FC 104.01 e San Andreas, todos materiais de dia neutro. Os genótipos com maior porcentagem de peso comercial foram o CRAPO VR10, San Andreas, FRF PIR 75.8, FRF PA 109 e Albion. Apesar de ser de dia neutro, a Albion foi a menos produtiva de todas.
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    Composição de dimensões e categorias de gestão que interagem no processo sucessório em unidades produtoras rurais do extremo oeste catarinense: uma abordagem teórica e conceitual
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-05-20) Dalapossa, Jean Lucas; Santos, Rerisson Sluzovski; Dalbosco, Cherilo; Capelesso, Adinor José; https://orcid.org/0000-0002-9833-672X; http://lattes.cnpq.br/1796298218666874; http://lattes.cnpq.br/1393510175810440; http://lattes.cnpq.br/4987400075998932; Dalbosco, Cherilo; http://lattes.cnpq.br/1393510175810440; Wolschick, Dolores; http://lattes.cnpq.br/6258612196477091; Kummer, Rodrigo; http://lattes.cnpq.br/3403414311678201
    Os dados censitários agropecuários das últimas décadas reiteram o papel da agricultura familiar como principal produtora de alimentos para a sociedade brasileira, mas também apontam para o envelhecimento dos produtores e extinção de propriedades em regiões tradicionais, como é o caso do Sul do Brasil. Esse fenômeno tem relação com o processo de sucessão, no qual muitos filhos abdicam da continuidade do empreendimento familiar. A pesquisa objetivou compor e apresentar dimensões e categorias de gestão que interagem no processo sucessório em unidades produtoras rurais do Extremo Oeste Catarinense. Para alcançar esse objetivo realizou-se uma revisão bibliográfica e documental, contemplando estudos existentes que abordam o tema central pesquisado e dados censitários. Também se considerou o conhecimento dos pesquisadores das práticas cotidianas que impactam no processo sucessório no meio rural. Na composição das dimensões e categorias apresentadas, a dimensão administração fundamenta-se em práticas de planejamento das atividades, organização e divisão das tarefas a campo, controle dos custos e na dinâmica das decisões que são tomadas na propriedade, as quais podem impactar no nível de qualidade de vida no meio rural. A dimensão trajetória levou em consideração aspectos relacionados ao diálogo e compartilhamento das informações do antecessor ao herdeiro suplente, permitindo o repasse de conhecimento da propriedade e o preparo técnico e profissional do herdeiro(a) que decide permanecer. Entende-se que estas ações permitem promover o desenvolvimento da propriedade e contribuem na decisão de permanência do jovem no meio rural. A dimensão espólio/herança contempla questões relacionadas ao processo de partilha do patrimônio da propriedade rural que podem resultar na manutenção, ou fracionamento da unidade produtiva, fato que pode impactar positivamente, ou negativamente no processo de sucessão. O trabalho contribui para motivar novas pesquisas de campo, bem como subsidiar ações educativas e de formação profissional, no âmbito institucional (IFSC) e externo, possibilitando problematizar a ainda preocupante estatística de extinção de unidades produtivas rurais familiares da região do Extremo Oeste Catarinense.
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    Aceitabilidade da capuchinha na alimentação na região imediata de São Miguel do Oeste - SC
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-08-25) Dallacort, Ismael Fernandes; Leuck, Juraci Edite; Wolschick, Dolores; Zanardi, Aquidauana Miqueloto; https://orcid.org/0000-0001-6051-2882; http://lattes.cnpq.br/4927720107227860; http://lattes.cnpq.br/6258612196477091; Wolschick, Dolores; http://lattes.cnpq.br/6258612196477091; Zanardi, Odimar Zanuzo; http://lattes.cnpq.br/5588131492688136; Cardoso, Francieli Lima; https://orcid.org/0000-0002-1617-4297; http://lattes.cnpq.br/2055889150652260
    A capuchinha (Tropaeolum majus L.) assim como outras plantas que comumente não são vistas como alimento, pode servir de alternativa para diversificação de cardápios alimentares. O objetivo do trabalho foi verificar a aceitabilidade de T. majus como opção de hortaliça para o consumo na Região imediata de São Miguel do Oeste - SC. O estudo foi desenvolvido no Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) - Câmpus de São Miguel do Oeste. As plantas foram cultivadas no município de Bandeirante – SC. A semeadura foi realizada em bandejas de poliestireno expandido com 200 células utilizando uma semente por célula, preenchidas com substrato comercial no mês de fevereiro de 2021. As mudas foram transplantadas para o canteiro definitivo com 25 dias, altura média de 7,0 cm e 4 a 5 folhas. A análise sensorial contou com 70 avaliadores não treinados de ambos os sexos. Cada avaliador recebeu em sua residência uma amostra de salada apenas de folhas e flores de capuchinha e uma de salada mista com folhas de rúcula (Eruca sativa Mill.). Utilizou-se a escala hedônica de 5 pontos para os atributos aparência, aroma, textura e sabor. Os resultados da análise sensorial permitiram observar ótima aceitação das duas saladas, alcançando percentuais acima de 80% em todos os atributos avaliados. Os questionários enviados demonstraram que a planta é conhecida por boa parte da população, além de haver grande interesse em conhecê-la e prová-la por aqueles que nunca tenham feito seu consumo. Aos que já haviam feito seu consumo, observou-se que 79,6% desse grupo consumiram a planta por meio de saladas. Para este questionário pôde-se perceber que a avaliação de seu sabor foi agradável para 91,1% daqueles que já consumiram a planta, corroborando com os dados da análise sensorial.
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    Capacidade de suprimento de nitrogênio em pastos de Tifton 85 (Cynodon spp.) adubados com diferentes doses e fontes de adubos nitrogenados
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-08-27) Brugnerotto, Igor Augusto; Thomé, Maria Eduarda Wichoróski; Guzatti, Gabriela Cristina; Rogeri, Douglas Antonio; http://lattes.cnpq.br/5873372129549801; http://lattes.cnpq.br/6963084189038056; http://lattes.cnpq.br/1646671015616628; Guzatti, Gabriela Cristina; http://lattes.cnpq.br/6963084189038056; Duchini, Paulo Gonçalves; http://lattes.cnpq.br/0338002692611991; Aguirre, Priscila Flôres; http://lattes.cnpq.br/3978816590172927
    O crescimento da produção pecuária vem associado a maior necessidade em quantidade de alimentos volumosos de boa qualidade nutricional. Nesse aspecto, o nitrogênio (N), por participar de diversos processos metabólicos na planta, pode aumentar o acúmulo de matéria seca, a qualidade nutricional e a persistência das pastagens quando disponibilizado adequadamente. Desta maneira, o objetivo do trabalho foi avaliar o status da nutrição nitrogenada de pastos de capim Tifton 85 adubados com diferentes fontes e doses de N no meio da estação de crescimento (verão). A área experimental encontra-se implantada no espaço didático experimental do IFSC – Câmpus São Miguel do Oeste, em um delineamento de blocos ao acaso com quatro repetições, composto por três diferentes fontes de nitrogênio (orgânica – cama de aves, mineral – ureia e organomineral – mistura das duas anteriores na proporção de 5 t/há/ano de cama de aves mais, 250 kg de nitrogênio e 39 de potássio), com doses equivalentes (420 kg N/ha/ano) e 5 diferentes doses (0, 210, 420, 630 e 840 kg N/ha/ano)de adubo orgânico, fracionadas durante o ano. Todos os pastos de capim Tifton 85 foram cortados em fevereiro quando os primeiros tratamentos atingiram a altura de 30 cm. A determinação da massa de forragem (W) foi feita pela secagem e pesagem de todo material verde coletado a nível do solo (folhas e colmos), sendo os teores de N das pastagens determinados nesse material pelo método de kjeldahl. O N crítico foi calculado por meio das estimativas da massa de forragem através das equações utilizadas para plantas do grupo fisiológico C4 (N% = 3,6 W-0,34) e C3 (N% = 4,8 W-0,32). O índice de nutrição nitrogenada (INN) dos pastos foi estimado por meio da relação entre o teor de nitrogênio medido nos pastos e seu teor de N crítico. Considerando as diferentes fontes de N os pastos adubados com a fonte mineral apresentaram um INN de 1,08 para C4 e 0,78 para C3, superiores aos pastos adubados com as fontes orgânica que teve um INN de 0,99 para C4 e 0,72 para C3 e organomineral, que teve um INN de 0,96 para C4 e 0,69 para C3. Entretanto, a produção de biomassa não diferiu entre as diferentes fontes com uma média de 7,2 toneladas de MS/ha. O INN obtido nas diferentes doses de adubo orgânico independentemente da equação utilizada, apresentou efeito linear (P<0,0001) saindo de 0,67 para 1,34 (equação C4) e de 0,50 para 0,97 (equação C3) da testemunha para o tratamento com 840 kg de N/ha, respectivamente. A biomassa (toneladas de MS/ha) dos pastos também apresentou efeito linear (P=0,0043) com o incremento nas doses de N utilizadas. Considerando os valores de produção de biomassa crescentes e INN estimados pela equação para plantas do grupo fisiológico C4 já próximo a 1,0 para as doses de 210 kg de N/ha, sugere-se que possa existir influência do tipo morfológico da planta sobre a estimativa dos coeficientes a serem utilizados nas equações para estimativas no N crítico. Assim, o presente trabalho, indica a necessidade de determinação de curvas de diluição para estimativas mais precisas no N crítico e consequentemente do INN dos pastos para o capim Tifton 85 que, apesar de ser uma planta do grupo fisiológico C4 possui uma morfologia mais semelhante às plantas C3.
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    Uso de plantas de cobertura de solo: efeito na emergência de plantas daninhas e produção da soja
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-08-23) Weirick, Fernando; Valandro, Luan; Zwirtes, Anderson Luiz; Zanardi, Aquidauana Miqueloto; https://orcid.org/0000-0001-6051-2882; http://lattes.cnpq.br/4927720107227860; http://lattes.cnpq.br/7105268741658406; Zwirtes, Anderson Luiz; http://lattes.cnpq.br/7105268741658406; Fontanive, Maicon; http://lattes.cnpq.br/4175649248879521; Koppe, Ezequiel; https://orcid.org/0000-0002-2914-138X; http://lattes.cnpq.br/3019484785450226
    A utilização de plantas de cobertura de solo é um excelente aliado do produtor rural na proteção do solo contra o processo erosivo, supressão de plantas daninhas e ciclagem de nutrientes. O objetivo deste trabalho foi avaliar indicadores de eficiência das plantas de cobertura de inverno no controle de plantas daninhas na cultura da soja manejada com e sem aplicação de herbicida em pós emergência. Foram avaliados a produção de massa seca (resíduos vegetais) das plantas de cobertura do solo antes da semeadura da soja, quantidade de massa seca das plantas daninhas aos 30 e 120 dias após a emergência (DAE) da soja, produtividade da soja e a viabilidade econômica. O experimento foi conduzido no município de Iraceminha/SC, em um Nitossolo Vermelho. O delineamento experimental foi blocos casualizados, em esquema bifatorial em parcelas subdivididas com quatro repetições. O fator A foi composto por seis manejos de cobertura de solo, sendo eles: PO: Pousio; AP: Aveia preta; NF: Nabo forrageiro; CE: Centeio; NFAP: Nabo forrageiro + aveia preta; NFCE: Nabo forrageiro + centeio. O fator B foi composto por dois manejos de plantas daninhas na cultura da soja, sendo eles: MSH: Manejo sem herbicida e MCH: Manejo com herbicida, onde foi aplicado herbicida para controle das plantas daninhas aos 35 DAE da soja. Os resultados mostraram que os tratamentos com plantas de cobertura produziram maior quantidade de massa seca das plantas de cobertura, quando comparados com o tratamento PO. A produtividade da soja foi maior nos manejos com a utilização de herbicida, quando comparados com os manejos sem a utilização de herbicida. No fator sem aplicação de herbicidas os tratamentos AP e SE obtiveram as maiores médias de produção de grãos de soja quando comparados aos demais tratamentos, constatando assim, a maior eficiência dessas plantas de cobertura no controle de plantas daninhas na cultura da soja. A utilização de herbicida associado ao cultivo de plantas de cobertura mostrou-se mais eficiente no controle de plantas daninhas.
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    Caracterização inicial da meliponicultura no extremo oeste de Santa Catarina
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-06-17) Dresch, Evanderson Ricardo; Aguirre, Priscila Flôres; http://lattes.cnpq.br/3978816590172927; http://lattes.cnpq.br/9615180868035006; Aguirre, Priscila Flôres; http://lattes.cnpq.br/3978816590172927; Capelesso, Adinor José; https://orcid.org/0000-0002-9833-672X; http://lattes.cnpq.br/1796298218666874; Guzatti, Gabriela Cristina; http://lattes.cnpq.br/6963084189038056
    Os meliponíneos são abelhas nativas do território brasileiro. O resgate e preservação passou a constituir uma atividade econômica importante para os produtores, seja por meio da comercialização do mel, dos benefícios da polinização de culturas comerciais ou da venda de colônias formadas pela multiplicação racional. Assim, objetivou-se com este trabalho fazer um estudo da produção de meliponíneos no Oeste de Santa Catarina, inventariando quais são as espécies mais trabalhadas, os objetivos da criação e caracterizar os manejos adotados. A metodologia incluiu a realização de entrevistas guiadas por questionário previamente formulado, sendo entrevistados meliponicultores residentes nos municípios de São Miguel do Oeste e Guaraciaba. A seleção dos entrevistados buscou contemplar os que trabalham com várias espécies de meliponíneos e possuem amplo conhecimento na área. Entre as espécies mais trabalhadas, com potencial produtivo de mel, foram indicadas a mandaçaia (Melipona quadrifasciata), a jataí (Tetragonisca angustula), a manduri (Melipona obscurior) e a mandaguari (Scaptotrigona bipunctata). Os relatos apontam para um grande número de colmeias dessas espécies na região devido, principalmente, à facilidade de manejo e boa produção de mel, as quais agrega-se a característica de serem ótimas polinizadoras. O mel dessas abelhas é bastante saboroso e aromático, com características específicas em cada espécie. A identificação das espécies mais trabalhadas na região registra a consolidação de um conhecimento tradicional para os manejos peculiares de cada uma delas, a qual mobiliza redes de troca de saberes. De forma preliminar, conclui-se sobre a necessidade de estudos específicos para avaliar potencial de criação comercial desses meliponíneos, podendo constituir-se em fonte de rendas alternativas (comercialização de enxames, mel e outros produtos), que se somam à polinização e à criação como hobby.
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    Hibridação das cultivares de tomate ‘Santa Clara’ e ‘San Marzano’ visando melhorias na qualidade dos frutos
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-08-24) Baldo, Djenison Ian; Liberalesso, Gabriel Alan; Zanardi, Odimar Zanuzo; Cardoso, Francieli Lima; https://orcid.org/0000-0002-1617-4297; http://lattes.cnpq.br/2055889150652260; http://lattes.cnpq.br/5588131492688136; Zanardi, Aquidauana Miqueloto; https://orcid.org/0000-0001-6051-2882; http://lattes.cnpq.br/4927720107227860; Guzatti, Gabriela Cristina; http://lattes.cnpq.br/6963084189038056; Corrêa, Thais Roseli; http://lattes.cnpq.br/3415407798108175
    O tomateiro (Solanum lycopersicum L.) apresenta grande importância para a economia brasileira. Além disso, destaca-se por suas características nutricionais e seus aspectos físico-químicos sendo um dos frutos mais consumidos in natura e em molhos diversos. A procura do fruto pelo consumidor tende a se basear em suas características visíveis como cor, tamanho e formato dos frutos. Programas de melhoramento do tomateiro visam melhorar as características organolépticas, conferir maior resistência a injúrias, bem como o aumento na vida de prateleira dos frutos. Este trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade de tomates obtidos do cruzamento das cultivares ‘Santa Clara’ e ‘San Marzano’. O experimento foi realizado em casa de vegetação em uma propriedade rural, no interior de São José do Cedro - SC. Os tratamentos foram constituídos por: T1 - plantas de tomateiro da cultivar ‘Santa Clara’; T2 - plantas de tomateiro da cultivar ‘San Marzano’; T3 - plantas da geração F1 provenientes da hibridação da cultivar ‘San Marzano’ (progenitor masculino - SMM) x ‘Santa Clara’ (progenitor feminino - SCF) e; T4 - plantas da geração F1 provenientes da hibridação da cultivar ‘San Marzano’ (progenitor feminino - SMF) x ‘Santa Clara’ (progenitor masculino - SCM). As cultivares foram semeadas e tutoradas até atingirem o florescimento. No florescimento, as plantas foram emasculadas e polinizadas manualmente com pólen da outra cultivar. Dos frutos provenientes das hibridações das variedades foram retiradas as sementes que foram semeadas e cultivadas, dando origem aos híbridos (geração F1). Os frutos provenientes dos progenitores e da geração F1 foram avaliados quanto à massa fresca, largura, comprimento, acidez titulável (AT), sólidos solúveis (SS) e cor [lightness (L), croma (C) e ângulo hue (h°)]. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso com quatro repetições. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância (ANOVA) e as médias comparadas pelo teste t de Student a 5% de probabilidade de erro utilizando o software estatístico Sisvar 5.6. Para os progenitores, a cultivar ‘Santa Clara’ não diferiu da cultivar ‘San Marzano’ para os atributos AT e L. Para massa fresca, largura e C, frutos da cultivar ‘Santa Clara’ apresentaram os maiores valores. Já a cultivar ‘San Marzano’ apresentou maiores valores para as variáveis comprimento, SS e h°. O híbrido SMF x SCM exibiu maior massa fresca, comprimento, largura, coloração da epiderme (L, C e hº), AT e SS, diferindo dos frutos provenientes do híbrido SMM x SCF. Verificou-se que algumas características foram incrementadas dos progenitores para seus híbridos, principalmente no híbrido SMM x SCF que foi superior para todos os atributos físico-químicos analisados. O maior teor de SS presente na cultivar ‘San Marzano’, que é uma característica desejável da cultivar, foi introduzido aos híbridos, sendo incorporados também características físicas da cultivar ‘Santa Clara’ como formato mais globular e frutos maiores. Entende-se que o consumidor tem preferência por frutos com características como cor mais intensa, vermelha e brilhosa, tamanho maior e globular, sendo considerado mais palatável quando possui menor AT e maior teor de SS. Por isso, frutos do híbrido SMF x SCM apresentam características desejáveis pelo consumidor mais pronunciadas do que os demais tratamentos testados.
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    Gestão econômico/financeira em atividade de produção de leite: avaliação de um investimento realizado em um sistema de compost barn
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-09-15) Assmann, Cristian; Dalbosco, Cherilo; Miotto, Alcione; http://lattes.cnpq.br/5600518499368000; http://lattes.cnpq.br/1393510175810440; Dalbosco, Cherilo; http://lattes.cnpq.br/1393510175810440; Restelli, Alex; http://lattes.cnpq.br/7726848694088436; Fontanive, Maicon; http://lattes.cnpq.br/4175649248879521
    A adoção de práticas eficazes de gestão é fundamental para a administração de unidades produtivas rurais, pois é um setor submetido a adversidades climáticas e preços definidos pelo mercado. O domínio das tecnologias de produção não tem sido o suficiente para manter a lucratividade ao longo do tempo, pois a abertura dos mercados e o acirramento da concorrência interna e externa, exigem conhecimento de gestão por parte do produtor e dos profissionais do agronegócio. A produção leiteria na região oeste catarinense é uma opção de renda mensal, possibilitando ao produtor fazer investimentos essenciais e futuros, incrementado a rendada propriedade e elevando a qualidade de vida no campo. O objetivo geral do presente estudo foi avaliar o retorno econômico/financeiro de um investimento realizado em sistema compost barn por uma unidade produtora de leite. Tratou-se de um estudo de caráter exploratório e descritivo com abordagem predominantemente quantitativa, contemplando o levantamento e análise de dados da propriedade rural pesquisada. Os dados obtidos por meio do inventário da estrutura produtiva de leite da propriedade, considerando-se o ano de 2020, indicam um investimento total fixo de R$2.238.854,00. Com um rebanho compostopor73 cabeças, a unidade produtiva obteve uma receita anual de R$ 1.163.475,00, originada com a venda de leite, animais de descarte e bezerros para o abate. Os custos fixos e variáveis somaram R$ 1.060.799,88.Apurou-se alguns indicadores econômicos/financeiros gerais e, em seguida, avaliou-se o retorno de um investimento de R$150.000,00 realizado pela propriedade pesquisada em um sistema de compost barn. Apesar dos indicadores econômicos/financeiros gerais demonstrarem um período longo de retorno do investimento existente na atividade leiteria, pode-se considerar que a unidade produtiva é viável, pois apresenta capacidade para realizar investimentos, bem como manter e ampliar o patrimônio existente ao longo do tempo, fato que pode ser observado no payback geral e incremental obtido para o investimento no sistema compost barn. Porém, faz-se necessário alcançar as melhorias previstas nos indicadores técnicos e de produção esperados a partir do investimento realizado no novo sistema de produção. Também é necessário avaliar aspectos limitadores em termos de capacidade de produção de alimento para o rebanho. Dentre os diversos aspectos que precisam ser melhorados, deve-se manter o controle econômico/financeiro da unidade produtiva para melhor fundamentar decisões que impactem no futuro da atividade leiteria e da propriedade.
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    Potencial de uso do sorgo BRS 716 (sorgo biomassa) para produção de silagem
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-08-26) Fochesatto, Cleiton; Palu, Giovane Marcos; Guzatti, Gabriela Cristina; Aguirre, Priscila Flôres; http://lattes.cnpq.br/3978816590172927; http://lattes.cnpq.br/6963084189038056; Guzatti, Gabriela Cristina; http://lattes.cnpq.br/6963084189038056; Schaefer, Gilmar Luiz; http://lattes.cnpq.br/9519736329699125; Crestani, Steben; http://lattes.cnpq.br/5055998157504807
    A alimentação de um rebanho exclusivamente à base de pastagens durante o ano é difícil, isso porque, as mudanças climáticas ao longo do ano limitam o crescimento das forrageiras em determinadas épocas. Uma forma de suprir a demanda nutricional dos animais em períodos de sazonalidade das pastagens é pelo uso da silagem. O sorgo BRS 716 foi desenvolvido para produção de biomassa e pelas suas características pode se tornar uma boa alternativa para ensilagem. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial produtivo (MS ha-1) e a qualidade da silagem produzida a partir do sorgo biomassa, colhido em diferentes épocas de corte. O experimento foi conduzido em um delineamento inteiramente casualizado, os tratamentos consistiram de 3 períodos de corte para o sorgo biomassa e 1 para o sorgo silageiro (testemunha), com 4 repetições. O sorgo biomassa teve seu corte realizado aos 110, 130 e 160 dias após emergência (DAE), enquanto o sorgo silageiro teve seu corte realizado aos 100 DAE. No momento da colheita, os teores de matéria seca (MS) da planta e a produção por hectare foram determinados. O material colhido foi ensilado em micro] silos de PVC abertos após 45 dias, neste momento, foram determinados os valores de pH, perda de MS durante a ensilagem e tamanho médio de partículas. Uma amostra foi coletada para determinação dos teores de MS, matéria mineral (MM), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA). Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância no pacote SISVAR com um teste de Scott Knott para separação de médias (P<0,05). O teor de MS do sorgo biomassa passou de 24,6% no corte aos 110 dias para 32,1% no corte aos 160 dias. Os valores de pH reduziram com o avanço da época de corte do sorgo biomassa, variando de 4,5 a 3,7. Para o sorgo biomassa foram observados teores de FDN (62,1%) e FDA (47%) semelhantes entre os períodos de corte, com o sorgo silageiro obtendo o menor teor de FDN (37,1%) e FDA (23,4%). A produção de MS (ton ha-1) aumentou com o avanço na época de corte, chegando a uma produção de 57,1 ton ha-1 para o corte realizado aos 160 DAE. Os teores de PB, MO, MM e a perda de MS não diferiram entre as diferentes épocas de corte. Assim, com base nos resultados encontrados pode-se sugerir que a ensilagem do sorgo biomassa mantém melhor qualidade fermentativa da silagem nos cortes realizados aos 130 e 160 DAE, observada por seus valores de pH. Entretanto, considerando o expressivo aumento na quantidade de MS produzida, sem redução na qualidade da silagem, é plausível imaginar que o corte realizado aos 160 DAE possa ser o mais indicado. Por fim, é importante considerar que os teores de FDN e FDA do sorgo biomassa são elevados, o que poderia levar a limitações de consumo e digestibilidade da dieta pelo animal, mas pode ser indicado como fonte de fibra a ruminantes, principalmente àqueles de menor exigência e potencial produtivo.
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    O uso do geoprocessamento no mapeamento de áreas suscetíveis à erosão pluvial em São Miguel do Oeste/SC
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-07-27) Lui, André Luís; Fontanive, Maicon; Bispo, Rafael Carlos; http://lattes.cnpq.br/3828967367733479; http://lattes.cnpq.br/4175649248879521; http://lattes.cnpq.br/4098350151069849; Fontanive, Maicon; http://lattes.cnpq.br/4175649248879521; Bispo, Rafael Carlos; http://lattes.cnpq.br/3828967367733479; Miotto, Alcione; http://lattes.cnpq.br/5600518499368000
    Os processos de utilização do solo por ação antrópica, podem acelerar as perdas de solo por erosão pluviométrica, principalmente quando não se utilizam práticas conservacionistas, o que reduz a capacidade produtiva do solo ao carregar as partículas de nutrientes. Apesar da importância econômica e social, faz-se necessárias informações suplementares sobre a atividade agrícola no município de São Miguel do Oeste (SC), que busque a melhoria do sistema produtivo, sobretudo no âmbito da espacialização destas informações. Nesse contexto, objetivou-se com este trabalho caracterizar a ocupação de solo que fica exposto e mapear as mudanças de cobertura do solo em São Miguel do Oeste (SC) em intervalo de tempo de cinco anos, iniciando em 1985 até 2020. Para realizar o processamento digital das imagens, foi utilizado o software livre QGIS, gerando mapas nos intervalos das colheitas das principais culturas de interesse agrícola. Os mapas de solo exposto foram gerados por meio de técnicas de geoprocessamento. Foram utilizadas imagens de Landsat 5, 7 e 8 (USGS) e Santinel 2 (ESA). Para interpretação digital dos dados foram utilizados os classificadores do QGIS e análise estatística para qualificar as análises das imagens utilizadas. De acordo com os resultados parciais alcançados, pode-se afirmar que as áreas expostas eram predominantemente oriundas de práticas não conservacionistas. Por volta de 1990, áreas com sistema de plantio direto aumentaram significativamente, o que colaborou para a cobertura do solo. Desde o advento da produção leiteira, áreas para o cultivo de milho silagem, vem colaborando para a exposição de solo.
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    Bases da tomada de decisão dos agricultores familiares no extremo oeste de Santa Catarina
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021) Giumbelli, Mateus; Capelesso, Adinor José; https://orcid.org/0000-0002-9833-672X; http://lattes.cnpq.br/1796298218666874; http://lattes.cnpq.br/3019894420616892
    Os agricultores são atores marcados pela diversidade sociocultural e de interações com o ambiente. No processo decisório os produtores mesclam tradição com elementos externos, (re)criando e adaptando sistemas e técnicas às suas realidades. O objetivo deste trabalho é problematizar e analisar a diversidade de fatores e elementos que atuam sobre o processo de tomada de decisão dos agricultores familiares da região Extremo Oeste Catarinense. A análise busca captar os aspectos da relação entre agente individual e estrutura social. A ação social de Weber orienta e explica a diversidade de motivações que afetam os agricultores nas suas decisões. Já a coerção social de Durkheim nos remete a identificar mecanismos de constrangimentos das estruturas sociais, que tendem a formar padrões de decisões. Na região de estudo, existem agricultores vinculados a diversas atividades e sistemas produtivos com diferentes graus de aplicação tecnológica, apresentando uma ampla diversidade de modelos e atores. Há casos, como nos sistemas integrados, onde existem padronizações de sistemas reproduzidos em várias propriedades. Em outros casos, o sistema pode seguir trajetórias contraditórias. Quais são os fatores que explicam opções por diferentes trajetórias? Influenciados por diferentes motivações no momento da decisão, alguns critérios são indispensáveis para o sucesso do agricultor, como racionalidade econômica, qualidade de vida e capacidade de mão de obra. No que lhe concerne, à medida que surjam barreiras ou alternativas favoráveis aos critérios principais, estes podem ser deixados de lado ou até substituídos, como a independência do agricultor, as indicações técnicas e o tradicionalismo.
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    Análise de oportunidades para produtos da horticultura na região extremo oeste catarinense
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021) Bernardi, Marcelo; Capelesso, Adinor José; Cardoso, Francieli Lima; https://orcid.org/0000-0002-1617-4297; http://lattes.cnpq.br/2055889150652260; https://orcid.org/0000-0002-9833-672X; http://lattes.cnpq.br/1796298218666874; http://lattes.cnpq.br/8855877233766540
    A horticultura mantém forte dependência das condições ambientais, as quais alteram as curvas de oferta de frutas legumes e verduras (FLV) e, na relação com a procura, seus preços. Nessas culturas são comuns a busca por microclimas favoráveis e emprego de técnicas que permitem ampliar a produtividade e os períodos de oferta, as quais permitem contornar alguns fatores ambientais limitantes. Em épocas favoráveis aos cultivos é comum que a curva de oferta se expanda enquanto os agricultores vislumbrem preço superior aos custos, até atingir o ponto de equilíbrio com a curva de demanda. Contudo, a carência de coordenação entre os produtores limita o acesso a informações sobre as áreas de cultivo, somado a dependência em relação ao ambiente podendo resultar em momentos de superoferta ou carestia. Essas flutuações de preço tornam a decisão do agricultor um grande desafio, sobretudo, quando não há dados históricos sistematizados para orientar sua decisão. A disponibilidade dessas informações é imprescindível para planejar sistemas de produção reduzindo os riscos. Nesse contexto, o presente estudo analisou o histórico de preços praticados nas centrais de abastecimento do Sul do país e registrados pela Epagri/Cepa para hortícolas com potencial produtivo na região Extremo Oeste Catarinense. O objetivo foi construir curvas de preço de referência e identificar oportunidades de produção que configurem janelas de mercado favoráveis aos agricultores para a construção das curvas, houve a divisão em duas fases. Na primeira, considerando que esses produtos são comercializados, especialmente pelas centrais de abastecimento, que serve de base de preço, foram coletados dados sobre a comercialização e preços de 26 culturas nas CEASAs de São José, Porto Alegre e Curitiba. A esses se soma os levantamentos de preços pagos ao produtor registrados pela Epagri/Cepa. A partir desses dados foram construídas curvas de preços para os anos 2017, 2018 e 2019 buscando identificar épocas com preços de venda mais favoráveis. Na segunda fase, levantou-se as épocas de produção dessas culturas para as condições edafoclimáticas do Extremo Oeste Catarinense. Para tal foram sistematizadas informações levantadas com professores e técnicos da área agropecuária. Por fim, os períodos de preço favorável foram cruzados com as produções que poderiam ser atendidas, associando-se o emprego de técnicas agronômicas para alterar seu ciclo. Ao final, verificou-se que a região tem potencial para explorar janelas de mercado em sete culturas: a) batata-doce; b) beterraba; c) brócolis; d) figo; e) limão tahiti; f) morango e g) uva niágara.
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    Perdas de nitrogênio por volatilização de amônia em função da aplicação de cama de aves e ureia em tifton 85
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021) Fries, Eduardo Gustavo; Zanetti, Maikon Luan de; Rogeri, Douglas Antonio; http://lattes.cnpq.br/5873372129549801; http://lattes.cnpq.br/7406665319054725; http://lattes.cnpq.br/8133991546340657
    A volatilização de amônia é uma das principais formas em que o nitrogênio aplicado na superfície do solo é perdido para a atmosfera. O presente trabalho objetivou quantificar as perdas de nitrogênio por volatilização de amônia em decorrência da aplicação ao solo de cama de aves e uréia, aplicados de modo isolado ou combinado, em pastagem de tifton 85. O experimento foi conduzido a campo, em São Miguel do Oeste, em delineamento de blocos ao acaso, com quatro repetições. Os tratamentos consistiram na aplicação de doses de cama de aves ao solo de modo a suprir 0, 50, 100, 150 e 200% da recomendação de N para a produção de 20 t ha-1ano-1 de massa seca de tifton, cuja dose é 420 kg ha-1 de N. Além destes, também foram aplicados tratamentos apenas com ureia e outro organomineral (mistura de cama de aves + ureia) para suprir 100% da demanda de N. Foram testados dois métodos de captação de amônia a campo, um deles com uso de ácido bórico e outro com ácido sulfúrico. A captura da amônia volatilizada foi feita por meio de estrutura confeccionada em garrafa pet. Para ambos os estudos as perdas foram quantificadas por período aproximado de um mês, com avaliações espaçadas no tempo. O método de captação com ácido bórico apresentou algumas limitações, que podem ter subestimado as perdas de N. Em ambos os estudos as perdas se deram principalmente na primeira semana de avaliação. De modo geral, as perdas de N dos tratamentos com cama de aves não foram afetadas pelas doses do resíduo, porém essas perdas foram inferiores aos tratamentos que receberam ureia. O tratamento organomineral foi o que apresentou as maiores perdas de nitrogênio, cujas perdas ficaram em torno de 10% do N total aplicado. Independentemente dos tratamentos, as perdas globais foram pequenas e possivelmente não resultariam em grandes consequências agronômicas negativas à cultura da tifton 85.
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    Coinoculação com Rhizobium tropici e Rizoglomus clarum em feijão
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021) Silva, Lucas Ferrari da; Roman, Tiago Henrique; Miotto, Alcione; http://lattes.cnpq.br/5600518499368000; http://lattes.cnpq.br/2073885454400961
    A utilização de microrganismos benéficos às culturas tem se mostrado uma excelente alternativa para uma produção agrícola mais econômica e racional. O objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos da coinoculação de bactérias fixadoras de nitrogênio (Rhizobium tropici) com o fungo micorrízico arbuscular (Rizoglomus clarum) na cultura do Feijão-preto. O estudo foi composto por dois experimentos realizados simultaneamente em casa de vegetação, com a cultura do feijão preto (cv. SCS204 Predileto) cultivado em um Cambissolo coletado em área de lavoura na camada 0-20 cm. Para ambos os experimentos foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado com os seguintes tratamentos: 1-Testemunha; 2- Fungos micorrízicos arbusculares (FMA); 3- Bactérias fixadores de nitrogênio (BFN); 4- coinoculação com FMA + BFN. A inoculação com BFN foi em dose de 4 ml de inoculante por kg de semente (3,0 x 109 células viáveis por ml) e a de FMA de 12,5 esporos por litro de solo para ambos os experimentos. O experimento 1 foi composto de seis repetições por tratamento, com vasos de 4 L cultivados com 2 plantas para as seguintes avaliações: número de trifólios (NT), número de flores (NF), número de canivetes (NC), número de nódulos (NN), massa seca de nódulos (MSN), massa seca da parte aérea (MSPA), massa seca das raízes (MSR) e concentração de nitrogênio nos tecidos (NPA e NRA). O experimento 2 foi composto por vasos de 8 L cultivados com 2 plantas para a avaliação da massa de grãos (MSG) e número médio de grãos por vaso (NGV). As avaliações foram realizadas na floração e na maturação fisiológica dos grãos (R9) para o experimento 1 e 2, respectivamente. Os dados foram submetidos a análise de variância e quando encontradas diferenças significativas o teste de Tukey (alfa=0,05) foi utilizado para separar as médias. Os resultados obtidos indicam que em solo fértil e já cultivado com culturas de anuais, a inoculação de Rizoglomus clarum (FMA) não aumenta a colonização das raízes do feijoeiro com fungos micorrízicos arbusculares, mas a inoculação de bactérias fixadoras de nitrogênio (BFN) Rhizobium tropici aumenta o número de nódulos nas raízes. Plantas inoculadas com FMA apresentam nutrição nitrogenada igual às plantas inoculadas com BFN. Contudo, a interação entre FMA e BFN resultou em menor produção de matéria seca da parte aérea, mas não interferiu no desenvolvimento das plantas, número e massa de grãos produzidos. As evidências indicam que a coinoculação de FMA e BFN não proporciona efeitos significativos e sinérgicos.
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    Avaliação da qualidade de pulverização com drones, utilizando diferentes vazões, velocidades e faixa de aplicação
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-02-21) Carlesso, Josiel Augusto; Fontanive, Maicon; http://lattes.cnpq.br/4175649248879521; Bariviera, Rafael; Fontanive, Maicon; http://lattes.cnpq.br/4175649248879521; Cardoso, Francieli Lima; https://orcid.org/0000-0002-1617-4297; http://lattes.cnpq.br/2055889150652260; Zanardi, Odimar Zanuzo; http://lattes.cnpq.br/5588131492688136
    A agricultura atual, acompanha os grandes avanços tecnológicos desenvolvidos pela sociedade, entre os diversos elementos da agricultura 4.0, podemos destacar os drones, utilizados principalmente na obtenção de imagens aéreas para monitoramento e pulverização aérea das lavouras. Os drones utilizados para aplicação de agrotóxicos apresentam diversas vantagens, incluindo a possibilidade de entrada na lavoura em condições de solo na capacidade de campo e nos diferentes estádios de desenvolvimento das culturas sem causar amassamento. Com a utilização crescente desta tecnologia na região, surge a necessidade de avaliar a qualidade de aplicação, o que caracteriza o objeto central do presente estudo. Utilizando-se das ferramentas disponíveis nos drones, a partir da variação nos volumes de calda, velocidades de deslocamento, altura de voo e larguras das faixas de aplicação, avaliou-se o índice de cobertura, risco de deriva, e deposição (número de gotas por cm²). O experimento foi realizado na munícipio de Tunápolis - SC nas coordenadas geográficas, na cultura da aveia branca (Avena sativa L.) cultivada no sistema de plantio direto utilizando espaçamento entre linhas de 20 cm. Para o desenvolvimento do trabalho foi utilizado um drone do tipo AGRAS MG-1p marca DJI que possui quatro pontas de pulverização do tipo cone vazio teejet nº 1. Para a coleta de dados, delimitou-se uma área de 3.000 m² dentro da lavoura, onde foram distribuídos papéis hidrossensíveis de forma aleatória. No experimento visando avaliar a largura da faixa de aplicação, foram dispostos papéis hidrossensíveis espaçados de 1 m no sentido transversal das faixas de pulverização do drone. Nos experimentos foram coletados dados de volume de calda, velocidade de voo e faixa de aplicação. Em todos os testes foi utilizado água sem e com adjuvante com três repetições. A qualidade de aplicação pode estar diretamente ligada com as condições climáticas. Como resultados foram observados na pulverização com volume de calda com 12 L/ha, velocidade de aplicação de 18 km/h, com 5 m de faixa de aplicação e sem adição de adjuvante. Diante da grande variação encontrada entre as repetições nos experimento, é necessário que novos estudos com maior número de repetições e controle das condições ambientais sejam realizados par demonstrar a efetividade do uso de drones na pulverizações de agrotóxicos nos sistemas de produção agrícola.
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    Desenvolvimento natural e resposta de diferentes épocas de aplicação de etefon na maturação de figos roxo de valinhos
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-02-11) Züge, Anderson André; Capelesso, Adinor José; Zanardi, Aquidauana Miqueloto; https://orcid.org/0000-0001-6051-2882; http://lattes.cnpq.br/4927720107227860; https://orcid.org/0000-0002-9833-672X; http://lattes.cnpq.br/1796298218666874; http://lattes.cnpq.br/2107609940410830; Capelesso, Adinor José; https://orcid.org/0000-0002-9833-672X; http://lattes.cnpq.br/1796298218666874; Giacobbo, Clevison Luiz; http://lattes.cnpq.br/0079662961933232; Fabiane, Keli Cristina; http://lattes.cnpq.br/2723605774267338
    A produção nacional de figos (Ficus carica L.) se concentra nos meses de janeiro a março, momento em que a grande oferta impacta negativamente no preço da fruta in natura. Diante desse cenário, o emprego de técnicas para adiantar e regular a oferta de figos pode permitir obter uma melhor precificação e melhorar os resultados econômicos da cultura. O uso de etileno ou de substâncias análogas a esse hormônio para antecipar e uniformizar a colheita dos figos é comum entre produtores, mas persistem alguns entraves para melhorar seus resultados. A necessidade de adaptar essa orientação à realidade da região Extremo Oeste Catarinense resultou no estudo sobre o estágio de desenvolvimento adequado para a aplicação do etileno. Este trabalho teve como objetivo aperfeiçoar a técnica de indução artificial de maturação dos figos com aplicação de etileno (etefon) em diferentes estágios de desenvolvimento dos sicônios. Para a realização do estudo estabeleceu-se dois experimentos, sendo conduzidos na Safra 2020/21. O primeiro buscou caracterizar o desenvolvimento natural dos sicônios. Já o segundo buscou avaliar a resposta da aplicação do etefon (500 ppm) em diferentes datas de aplicação. O estudo foi realizado em um pomar comercial de 0,3 ha, cultivado em um espaçamento de 1,5x3,0 metros, localizado no município de São Miguel do Oeste, Santa Catarina. Realizados de forma concomitante no mesmo pomar, ambos foram conduzidos com blocos ao acaso. No experimento I foram selecionadas 8 plantas com desenvolvimento uniforme, onde cada planta constituiu um bloco, com nove ramos. Para construir a curva de desenvolvimento dos sicônios foram coletados os dois primeiros figos a partir da base do ramo, em intervalos de dias após frutificação efetiva: 10; 20; 30; 40; 50; 60; 70; 80 dias de idade; e na maturação natural. Os dados foram submetidos à análise de regressão e, quando significativas, construídas curvas de desenvolvimento. No experimento II, os tratamentos foram as diferentes datas de aplicação: 20; 30; 40; 50; 60; 70; 80 dias após frutificação efetiva; e testemunha (sem aplicação). O etefon 500 ppm foi preparado a partir de Ethrel®, sendo aplicado nos dois frutos basais do ramo, sendo esses escolhidos aleatoriamente em oito ramos de cada planta (bloco). O crescimento dos sicônios pode ser dividida em 3 fases de desenvolvimento, a primeira e terceira de rápido crescimento e a segunda de lento crescimento, com média de maturação natural de 94 dias. A aplicação do etefon resultou em quatro respostas distintas: a) frutas sem resposta ao etefon, que não alteraram seu desenvolvimento até a maturação, comparados a testemunhas; b) frutas em que o etefon inibiu o desenvolvimento, não ocorrendo maturação até a colheita de todos os sicônios controle; c) indução depreciativa, na qual os sicônios mudaram de cor, indicando maturação, mas murcharam, não apresentando condições de consumo por textura, aparência, e sólidos solúveis; d) resposta desejada: frutas visualmente agradáveis, com características de textura e grau brix que se aproximam do controle. Aos sicônios que apresentaram respostas desejadas foi aplicada análise estatística de variância e scott-knott a 5% de probabilidade, testando a qualidade com base na testemunha. Os resultados mostram viabilidade de aplicação de etefon aos 80 dias, contribuindo principalmente para apressar e uniformizar a colheita.
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    Potencial de extratos de própolis das abelhas africana e mandaçaia no controle in vitro de Monilinia fructicola
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-09-22) Santi, Vanucci Marcos; Fabiane, Keli Cristina; Rey, Maristela dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2881579615367576; http://lattes.cnpq.br/2723605774267338; http://lattes.cnpq.br/4564611707781553; Fabiane, Keli Cristina; http://lattes.cnpq.br/2723605774267338; Bernardi, Caliandra; http://lattes.cnpq.br/5819136946983543; Zanardi, Aquidauana Miqueloto; https://orcid.org/0000-0001-6051-2882; http://lattes.cnpq.br/4927720107227860
    A podridão parda é a principal doença do pessegueiro, sendo causada pelo fungo Monilinia fructicola. O controle desse patógeno é dado principalmente pelo uso de fungicidas, que diante dos danos que podem vir a gerar, têm estimulado a busca por novos compostos alternativos, como a própolis. Nesse contexto, o objetivo do trabalho foi avaliar o potencial de extratos da própolis das abelhas Apis mellifera e Melipona mandacaia no controle in vitro de M. fructicola. O isolamento do fungo foi realizado por método direto, e a confirmação da espécie se deu por análise filogenética por agrupamento com isolados referência de M. fructicola. O inóculo para realização das análises foi padronizado conforme escala de McFarland. Os extratos testados foram, extrato aquoso de própolis de M. mandacaia (EAPM), aquoso de própolis de A.mellifera (EAPA), etanólico de própolis de M. mandacaia (EEPM), etanólico de própolis de A.mellifera (EEPA), e duas formulações hidroalcoólicas comerciais de própolis de A. mellifera (ECP1 e ECP2, respectivamente). A avaliação da concentração inibitória mínima (CIM ou MIC) foi realizada em microplacas de 96 poços, observando a presença de células vivas, indicadas pela reação da resazurina. A concentração fungicida mínima (CFM), foi obtida por meio do Spot Test, a partir da observação do crescimento microbiano. A atividade antifúngica dos extratos de própolis foi avaliada com o método disco-difusão, avaliando-se a inibição do crescimento micelial do fungo. O EAPM, EAPA, EEPM, EEPA, ECP1, ECP2 afetaram o desenvolvimento do fitopatógeno, apresentando CIM de 10%, 10%, 10%, 0,625%, 1,375% e 0,235%, respectivamente. O ECP1 e ECP2 apresentaram CFM de 11% e 1,875%, respectivamente. Os extratos aquosos e o ECP1 não apresentaram efeito antifúngico quando avaliados por disco-difusão, enquanto EEPA, EEPM e ECP2 demonstraram efeito fungistático. O ECP2, na sua forma não diluída (30%) pode ser usado para controle in vitro. No entanto, há necessidade de testar concentrações mais elevadas dos extratos e de testes in vivo para avançar nos trabalhos do uso de própolis no controle do M. fructicola.
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    A trajetória acadêmica e a inserção profissional de egressos de agronomia do IFSC Câmpus São Miguel do Oeste
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-09-14) Chiesa, Kataline; Capelesso, Adinor José; Dalbosco, Cherilo; http://lattes.cnpq.br/1393510175810440; https://orcid.org/0000-0002-9833-672X; http://lattes.cnpq.br/1796298218666874; http://lattes.cnpq.br/3136577292066175; Capelesso, Adinor José; https://orcid.org/0000-0002-9833-672X; http://lattes.cnpq.br/1796298218666874; Wolschick, Dolores; http://lattes.cnpq.br/6258612196477091; Kummer, Rodrigo; http://lattes.cnpq.br/3403414311678201
    A presente pesquisa é um estudo de caso junto aos estudantes de Agronomia do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) no Câmpus São Miguel do Oeste. Este estudo objetivou caracterizar o perfil e anseios dos acadêmicos e correlacionar a formação com a inserção profissional e o processo sucessório. Em termos metodológicos, o levantamento de dados ocorreu por meio de questionários fechados. O público-alvo foram os estudantes (curso em andamento) e egressos. A análise dos dados permite verificar que há 63,9% dos respondentes com vínculo com o espaço rural, aos quais se somam 28,8% sem ligações dos pais com a agricultura. A origem geográfica dos acadêmicos está concentrada em municípios situados a um raio de 60 km em relação a São Miguel do Oeste. Os anseios em relação ao curso são similares entre os grupos com diferentes origens, diferindo o fato de um grupo dos oriundos do espaço rural objetivarem também a melhoria de suas propriedades e a continuidade como agricultores. Nesse caso, verificou-se que, um em cada dois egressos oriundos do espaço rural objetivam assumir a condução dos empreendimentos familiares, o que demanda um tratamento específico do curso. Contudo, no geral observa-se certo grau de incerteza em relação ao futuro, expresso por meio de mudanças de ideias sobre a ocupação profissional ao longo do curso e ocupações temporárias distintas dos seus anseios.
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    Qualidade de folhas e flores de capuchinha sob dois regimes hídricos
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-08-30) Stefanello, Guilherme; Zanardi, Aquidauana Miqueloto; Wolschick, Dolores; http://lattes.cnpq.br/6258612196477091; https://orcid.org/0000-0001-6051-2882; http://lattes.cnpq.br/4927720107227860; http://lattes.cnpq.br/8849796822195136; Zanardi, Aquidauana Miqueloto; https://orcid.org/0000-0001-6051-2882; http://lattes.cnpq.br/4927720107227860; Zanardi, Odimar Zanuzo; http://lattes.cnpq.br/5588131492688136; Miqueloto, Tiago; http://lattes.cnpq.br/1337285652074540
    Com o aumento na demanda por alimentos mais diversificados, seguros e nutritivos, como alternativa cresce o estudo, a produção e a comercialização das PANCs, plantas alimentares não convencionais, que são alimentos, com um bom valor nutricional que acabaram sendo esquecidas e pouco exploradas comercialmente. A capuchinha [Tropaeolum majus L. (Brassicales: Tropaeolaceae)] é uma planta herbácea de porte rasteiro que tem sido pouco explorada comercialmente, apesar da boa aceitabilidade do público e apresentar grande procura pela gastronomia devido seu sabor levemente picante e embelezamento de pratos e molhos. Na região Extremo-Oeste Catarinense, em virtude de grande parte das propriedades se caracterizarem como agricultura familiar, a produção de capuchinha pode ser uma alternativa para diversificação da produção e de renda aos agricultores de base familiar. Porém, nos últimos anos, a ocorrência de estiagem nos meses mais quentes do ano tem sido bastante frequente, resultando em perdas de produtividade que variam de acordo com a cultura e manejo, sendo necessário, por vezes, a utilização de irrigação como alternativa para mitigar essas perdas. Assim, objetivou-se com este estudo avaliar a influência do manejo hídrico na qualidade dos atributos físico-químicos de plantas de capuchinha submetidos a dois sistemas de produção, sequeiro e com irrigação por gotejamento. O trabalho foi desenvolvido na área experimental do Instituto Federal de Santa Catarina - Câmpus São Miguel do Oeste (IFSC-SMO), São Miguel do Oeste, Santa Catarina. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente aleatorizado com dois tratamentos e quatro repetições. As mudas de capuchinha da variedade ‘Jewel’ foram cultivadas em bandejas de poliestireno e transplantadas na área experimental. O manejo da irrigação foi realizado de forma indireta com a utilização de tensiômetros. A colheita das folhas e flores ocorreu cerca de 20 dias após a plena floração. As folhas e flores foram transportadas para o laboratório de Fitossanidade e Fisiologia Vegetal do IFSC-SMO para avaliação da massa fresca, coloração da epiderme, sólidos solúveis (SS), acidez titulável (AT) e teor de ácido ascórbico (AA). Os resultados indicaram nenhuma diferença na AT e massa fresca de folhas e flores. Flores de plantas cultivadas em sequeiro e folhas de plantas cultivadas sob irrigação exibiram maiores teores de SS e de AA em comparação as flores de plantas irrigadas e folhas de sequeiro, respectivamente. Nas análises de coloração, flores de plantas irrigadas apresentaram maiores valores de croma (C) e “b” conferindo coloração amarela mais intensa a este órgão. Porém, folhas de plantas irrigadas exibiram maiores valores dos parâmetros “a”, “b” e C, e menores em L e °h, apresentando coloração verde mais intenso e de pouco brilho em relação as folhas de plantas sequeiro. Portanto, o uso de irrigação afeta os atributos físicos-químicos de flores e folhas de capuchinha. Mesmo assim, estudos adicionais devem ser realizados para obtenção de resultados mais consistentes.