Educação ambiental: um desafio para as comunidades tradicionais de terreiro das regiões metropolitanas de Florianópolis e Porto Alegre

dc.contributor.advisorLessa, Aluísio Gomes
dc.contributor.advisorIDhttps://orcid.org/0000-0002-6287-5473
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0866083882857151
dc.contributor.authorFronteira, Raquel do Erre de Jesus
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2408584315854937
dc.contributor.referee1Siqueira, Ana Paula Pruner de
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5029-6055
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4192380963387584
dc.contributor.referee2Couto, Manuel Sebastián Rebollo
dc.contributor.referee2Latteshttps://lattes.cnpq.br/4225620220405550
dc.date.accessioned2026-05-22T19:43:13Z
dc.date.available2026-05-22T19:43:13Z
dc.date.issued2023-12-08
dc.description.abstractO artigo versa sobre a Educação Ambiental e o racismo que acomete as Comunidades Tradicionais de Terreiro (CTT) de Florianópolis/SC e de Porto Alegre/RS e suas respectivas regiões metropolitanas e como essas comunidades compreendem a importância da preservação do ambiente em que acontecem às suas práticas religiosas. No Brasil, Racismo Ambiental está relacionado a injustiças sociais e ambientais, sendo que, povos originários, comunidades tradicionais e a população negra são os mais afetados. A pesquisa explora como principais conceitos raça, racismo, racismo religioso e racismo ambiental. A amostra da pesquisa foi construída com recorte de gênero e raça, portanto as entrevistadas são mulheres e autodeclaradas negras. A análise dos dados foi realizada através do exame do conteúdo das entrevistas, entrevistas abertas e dos questionários com perguntas fechadas, através da metodologia quali-quantitativa. A pretensão inicial desta investigação foi de se fazer um primeiro levantamento para mapeamento sobre a relação das CTT com a EA e o racismo ambiental que as afeta. Se buscou saber o tempo de permanência nas regiões, se houve ao longo do tempo e porque a necessidade de mudança, condições sanitárias dos territórios, condições de acesso, índices de violência local, por exemplo. Os principais resultados encontrados foram: o consenso entre as mulheres sobre as dificuldades de liderar pelo fato de ser mulher, os enfrentamentos com o poder público e os ataques sofridos pela sociedade que violam seus corpos e espaços sagrados. Também se verificou o esbulho sofrido pelas CTT que são expulsas de suas terras originárias, seja pela especulação imobiliária ou pelo processo de higienização que sofrem os grandes centros. A pesquisa propõe às CTT dois eixos para se trabalhar EA através de uma abordagem crítica, antirracista e feminista.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifsc.edu.br/handle/1/1498
dc.language.isoPortuguês Brasilpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Santa Catarinapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCâmpus São Josépt_BR
dc.publisher.initialsIFSC
dc.publisher.programEspecialização em Educação Ambiental com Ênfase na Formação de Professorespt_BR
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.subjectEducação ambiental
dc.subjectRacismo
dc.subjectComunidade religiosa
dc.subjectNegras
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS
dc.titleEducação ambiental: um desafio para as comunidades tradicionais de terreiro das regiões metropolitanas de Florianópolis e Porto Alegre
dc.typeTrabalho de conclusão de especializaçãopt_BR

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