Trabalho de Conclusão de Curso

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    Fertilidade de gemas de videiras cultivadas no Oeste de Santa Catarina
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2026-07-03) Marchi, Thiago; Anese, Rogerio de Oliveira; https://orcid.org/0000-0002-9909-0469; http://lattes.cnpq.br/4107313737593388; https://orcid.org/0000-0001-8418-7703; http://lattes.cnpq.br/8041734826522974; Costa, André Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/0847021377485828; Sabião, Rafel Roveri; https://orcid.org/0000-0003-1910-4064; http://lattes.cnpq.br/3129472295751755
    O trabalho avaliou a fertilidade de gemas de cinco cultivares de videira, ‘Bordô’, ‘Niágara Branca’, ‘Moscato Embrapa’, ‘Cabernet Sauvignon’ e ‘BRS Vitória’, cultivadas no Oeste de Santa Catarina, buscando identificar a influência da posição das gemas no ramo e subsidiar recomendações de poda. A fertilidade foi avaliada por indução forçada de brotação, considerando gemas basais, medianas e distais. Os resultados mostraram elevada fertilidade, superior a 95%, nas cultivares ‘Bordô’, ‘Niágara Branca’ e ‘Moscato Embrapa’, permitindo a adoção de poda curta. A ‘BRS Vitória’ apresentou 100% de fertilidade, mas maior número de inflorescências nas gemas medianas e distais, indicando a necessidade de poda média a longa. Já a ‘Cabernet Sauvignon’ apresentou baixa fertilidade nas gemas basais (42,1%) e maior fertilidade nas posições medianas e distais, sendo recomendada a poda longa ou mista. Conclui-se que o conhecimento da distribuição da fertilidade das gemas é fundamental para adequar o manejo da poda às características de cada cultivar e às condições do Oeste
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    Influência do grau de maturação no armazenamento refrigerado sobre caracteristicas fisico-quimica de ameixa cv. ‘Pluma 7’
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2019-12-06) Bruna, Fernanda Dela; Anese, Rogério de Oliveira; 0000-0002-9909-0469; http://lattes.cnpq.br/4107313737593388; http://lattes.cnpq.br/0762290918012001; Rogerio de Oliveira Anese; Aquidauana Miqueloto; André Rodrigues da Costa; http://lattes.cnpq.br/0847021377485828
    A disponibilidade de ameixa no mercado nacional é baixa, devido a curta janela de colheita. Neste cenário, a melhor alternativa para prolongar a oferta da fruta é a utilização de armazenamento refrigerado. Avaliou-se diferentes estádios de maturação e seu comportamento físico-químico durante o período de armazenamento refrigerado afim de obter um estádio de maturação ideal que prolongue o período de armazenamento da cultivar, bem como a manutenção da qualidade físico-química. Frutas no estádio de maturação 50-75% (PM2) de coloração vermelha da epiderme apresentaram melhores condições de armazenagem aos 35 dias. Frutas com 25-50% de coloração vermelha (PM3) demonstraram maiores valores de firmeza de polpa aos 35 dias, esse resultado é associado a menor atividade da poligalacturonase em frutos mais verdes. Ao parâmetro cor (hue) o estádio de maturação >75% (PM1), manifestou redução ao longo do período de armazenamento, comprovando a intensa atividade das enzimas clorofilases em frutos com maturação avançada, mesmo com a aplicação de baixa temperatura. O estádio de maturação que melhor apresenta manutenção das características físicos químicas da cv. Pluma 7, durante 35 dias de armazenagem é o PM2 (50-75% de coloração avermelhada da epiderme).