Trabalho de Conclusão de Curso
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listelement.badge.dso-type Item , Bioestimulantes na fruticultura de clima temperado, com destaque na cultura da maçã(Instituto Federal de Santa Catarina, 2022-08-08) Amaral, Leonardo José de Souza; Anese, Rogerio de Oliveira; https://orcid.org/0000-0002-9909-0469; http://lattes.cnpq.br/4107313737593388; http://lattes.cnpq.br/0634717583270638; Bortoli, Janice Regina Gmach; http://lattes.cnpq.br/4595340302896224; Guasso, Leonardo Zucuni; https://orcid.org/0000-0001-5065-2806; http://lattes.cnpq.br/2721998321242301No presente trabalho os bioestimulantes serão apresentados em relação aos seus aspectos gerais e relacionando com a cultura da maçã, a metodologia utilizada é a documental e bibliográfica. O questionamento base para o desenvolvimento do estudo foi a apresentação do conceito, analise no ordenamento jurídico brasileiro e categorias. O objetivo geral deste foi verificar os bioestimulantes, através da lei nacional, demonstrando as oportunidades e benefícios a agricultura brasileira, enquanto os objetivos específicos estabelecidos foram destacar as características da cultura da maçã, vinculando com os bioestimulantes disponíveis para uso na macieira. Direcionando os estudos para os estádios fenológicos da macieira, de forma mais profunda na fase de dormência e brotação, que as pesquisas com bioestimulantes estão mais avançados possibilitando a apresentação e resultados de diversos produtos, e aspectos importantes na comercialização da maçã, como coloração e produtividade, visando absorver o melhor do bioestimulante com objetivo de alcançar o resultado promissor ao fruticultor. E o papel dos bioestimulantes, que atuam na prevenção das doenças, pragas e distúrbios fisiológicos. Assim, podemos observar na presente pesquisa que os bioestimulantes apesar de ainda ser uma exceção na agricultura convencional é uma opção positiva a fruticultura de clima temperado, apesar de ser necessário aprofundar os estudos na cultura da maçã.listelement.badge.dso-type Item , Fertilidade de gemas de videiras cultivadas no Oeste de Santa Catarina(Instituto Federal de Santa Catarina, 2026-07-03) Marchi, Thiago; Anese, Rogerio de Oliveira; https://orcid.org/0000-0002-9909-0469; http://lattes.cnpq.br/4107313737593388; https://orcid.org/0000-0001-8418-7703; http://lattes.cnpq.br/8041734826522974; Costa, André Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/0847021377485828; Sabião, Rafel Roveri; https://orcid.org/0000-0003-1910-4064; http://lattes.cnpq.br/3129472295751755O trabalho avaliou a fertilidade de gemas de cinco cultivares de videira, ‘Bordô’, ‘Niágara Branca’, ‘Moscato Embrapa’, ‘Cabernet Sauvignon’ e ‘BRS Vitória’, cultivadas no Oeste de Santa Catarina, buscando identificar a influência da posição das gemas no ramo e subsidiar recomendações de poda. A fertilidade foi avaliada por indução forçada de brotação, considerando gemas basais, medianas e distais. Os resultados mostraram elevada fertilidade, superior a 95%, nas cultivares ‘Bordô’, ‘Niágara Branca’ e ‘Moscato Embrapa’, permitindo a adoção de poda curta. A ‘BRS Vitória’ apresentou 100% de fertilidade, mas maior número de inflorescências nas gemas medianas e distais, indicando a necessidade de poda média a longa. Já a ‘Cabernet Sauvignon’ apresentou baixa fertilidade nas gemas basais (42,1%) e maior fertilidade nas posições medianas e distais, sendo recomendada a poda longa ou mista. Conclui-se que o conhecimento da distribuição da fertilidade das gemas é fundamental para adequar o manejo da poda às características de cada cultivar e às condições do Oestelistelement.badge.dso-type Item , Influência do grau de maturação no armazenamento refrigerado sobre caracteristicas fisico-quimica de ameixa cv. ‘Pluma 7’(Instituto Federal de Santa Catarina, 2019-12-06) Bruna, Fernanda Dela; Anese, Rogério de Oliveira; 0000-0002-9909-0469; http://lattes.cnpq.br/4107313737593388; http://lattes.cnpq.br/0762290918012001; Rogerio de Oliveira Anese; Aquidauana Miqueloto; André Rodrigues da Costa; http://lattes.cnpq.br/0847021377485828A disponibilidade de ameixa no mercado nacional é baixa, devido a curta janela de colheita. Neste cenário, a melhor alternativa para prolongar a oferta da fruta é a utilização de armazenamento refrigerado. Avaliou-se diferentes estádios de maturação e seu comportamento físico-químico durante o período de armazenamento refrigerado afim de obter um estádio de maturação ideal que prolongue o período de armazenamento da cultivar, bem como a manutenção da qualidade físico-química. Frutas no estádio de maturação 50-75% (PM2) de coloração vermelha da epiderme apresentaram melhores condições de armazenagem aos 35 dias. Frutas com 25-50% de coloração vermelha (PM3) demonstraram maiores valores de firmeza de polpa aos 35 dias, esse resultado é associado a menor atividade da poligalacturonase em frutos mais verdes. Ao parâmetro cor (hue) o estádio de maturação >75% (PM1), manifestou redução ao longo do período de armazenamento, comprovando a intensa atividade das enzimas clorofilases em frutos com maturação avançada, mesmo com a aplicação de baixa temperatura. O estádio de maturação que melhor apresenta manutenção das características físicos químicas da cv. Pluma 7, durante 35 dias de armazenagem é o PM2 (50-75% de coloração avermelhada da epiderme).
