Trabalho de Conclusão de Curso

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    Os gargalos na implementação de agroindústrias agroecológicas: uma revisão bibliográfica
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-09-15) Santos, Natália Maria Antunes dos; Piontkewicz, Simone Caroline; Komatsu, Roberto Akitoshi; Martins, Lúcia Helena Baggio; http://lattes.cnpq.br/8659197885358541; https://orcid.org/0000-0001-5981-9334; http://lattes.cnpq.br/4007991802647498; http://lattes.cnpq.br/3238326447712835; http://lattes.cnpq.br/9970870895156396; Deboni, Taiana Maria; http://lattes.cnpq.br/8917413789781850; Barbosa, Andressa Steffen; http://lattes.cnpq.br/4549606585414922
    A transição para práticas agroecológicas tem recebido crescente atenção devido aos benefícios ambientais, sociais e econômicos que oferecem. Em Santa Catarina, um estado brasileiro com forte tradição agroindustrial na implementação de agroindústrias agroecológicas, tem encontrado certos desafios. Portanto, o objetivo deste estudo consistiu em abordar os principais gargalos encontrados na implementação e continuidade operacional das agroindústrias agroecológicas, por meio de uma metodologia qualitativa, baseada na técnica de revisão bibliográfica. Condições como processos complexos de regularização da agroindústria, tanto no aspecto tributário e fiscal, quanto na legalização ambiental, sanitária, ou ainda, no processo de certificação orgânica. Outrossim, foram observados nos estudos relatados na pesquisa, condições desafiantes na comercialização da produção agroindustrial. Diante dos fatores relatados neste estudo, chegou-se à conclusão que, as adversidades para regularizar e cumprir todas as medidas para a implantação de uma agroindústria agroecológica, são extensas, mas por meio de organizações associativistas e cooperativas, é possível conquistar mudanças positivas e ágeis no processo dessa formalização, de forma a se tornar cada mais simplificado e possível de aplicação, minimizando a problemática da clandestinidade, amplamente encontrada nesse setor.
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    Qualidade física e fisiológica de variedades de milho crioulo do planalto serrano de Santa Catarina
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-12-13) Pereira, Simone Aparecida; Figueiredo, Josiane Cantuária; Komatsu, Roberto Akitoshi; https://orcid.org/0000-0001-5981-9334; https://orcid.org/0000-0001-7105-1241; http://lattes.cnpq.br/4007991802647498; http://lattes.cnpq.br/7401355484945090; http://lattes.cnpq.br/6514300944708308; Mendes, Giselle Camargo; https://orcid.org/0000-0003-4361-9359; http://lattes.cnpq.br/4507854638255402; Martins, Andréa Bicca Noguez; https://orcid.org/0000-0001-5480-5208; http://lattes.cnpq.br/5853083981040400
    A utilização de sementes de milho crioulo faz parte da tradição cultural de uma parcela de agricultores tradicionais e agroecológicos. O objetivo do estudo foi avaliar a qualidade física e fisiológica de variedades de sementes de milho crioulas do Planalto Serrano de Santa Catarina. Estudou-se 12 tipos de milhos varietais oriundos dos municípios de Anita Garibaldi, Cerro Negro e São José do Cerrito no Estado de Santa Catarina, sendo as variedades Palha Roxa Anita Garibaldi, Pixurum 4, Mesclado, Amarelão Anita Garibaldi, Lasteque, Lombo Baio Carú, Palha Roxa Carú, Branco Dito, Asteca Cerro Negro, Branco do Cerro Negro, Milho Roxo Carú e Lombo Baio Cerro Negro. As qualidades físicas e fisiológicas das sementes foram analisadas utilizando as seguintes análises: teor de água; germinação; comprimento do hipocótilo, comprimento da raiz, teste frio, condutividade elétrica e índice de velocidade de emergência. As sementes das variedades crioulas apresentaram teor de água inadequado para o armazenamento das sementes. As variedades Pixurum 4, Mesclado, Amarelão, Laste que e Asteca de Cerro Negro apresentaram melhor qualidade fisiológica, com melhores desempenhos nos testes que simulavam condições de estresse.
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    Práticas de manejo naturais para o controle de crescimento vegetativo de macieiras
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-09-15) Souza, Marissa Prá de; Machado, Bruno Dalazen; http://lattes.cnpq.br/5213266185582824; http://lattes.cnpq.br/3493565789942707; Fernandes, Raquel Carlos; http://lattes.cnpq.br/9541585384945277; Santos, Viviane Aparecida Figueredo Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3351340113351180
    A região Sul do Brasil se destaca pelo clima favorável ao cultivo de frutos de maçã, justamente pelas condições de temperatura com horas de frio prolongadas e regiões de altitude que configuram cenário de excelência para frutos de qualidade. O objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão bibliográfica sobre as principais práticas sustentáveis de controle de vigor em pomares de macieira no Sul do Brasil. O excesso de vigor em macieiras pode resultar em produção irregular e de baixa qualidade e em baixa produtividade. Portanto, práticas culturais e manejo planejado na safra são fundamentais para se ter uma produção rentável e principalmente, sustentável. A poda é uma prática há muito tempo utilizada que propõe melhorias no porte e arquitetura da macieira e que gera bons resultados na qualidade de frutos. Geralmente usa-se a condução com eixo central e ramificação lateral, mantendo a planta de fácil acesso e manuseio. A poda possibilita a entrada de incidência solar entre a copa e permite sua boa aeração evitando o excesso de umidade e proliferação de pragas e doenças em seu interior. Além disso, a poda melhora a uniformidade da coloração vermelha dos frutos. Existem práticas como a incisão anelar, que consiste na remoção de um anel da casca das varas ou do tronco, sendo uma intervenção mecânica. O clima é o principal fator responsável pela superação da dormência natural, afinal as árvores caducifólias, como macieiras e pereiras, respondem rigidamente às horas de frio e às estações do ano. Assim, o arqueamento de ramos, poda de raízes e ramos, raleio de frutos e escolha de porta-enxertos, são essenciais para obter um retorno econômico e agroecologicamente sustentável ao produtor rural.
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    Monitoramento das principais pragas e métodos de manejo adotados por produtores de maçã na safra 2022/2023, na região produtora do sul do Brasil
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-06-22) Proença, Marcelo Machado; Zinger, Fernando Domingo; https://orcid.org/0000-0003-3552-8895; http://lattes.cnpq.br/0366538627349729; https://lattes.cnpq.br/2595245057029940; Zinger, Fernando Domingo; https://orcid.org/0000-0003-3552-8895; http://lattes.cnpq.br/0366538627349729; Kovaleski, Adalécio; http://lattes.cnpq.br/4516565094211038; Komatsu, Roberto Akitoshi; https://orcid.org/0000-0001-5981-9334; http://lattes.cnpq.br/4007991802647498
    A Região Sul é a principal produtora de frutas de clima temperado, sendo a cultura da macieira a que mais cresceu nos últimos anos sendo que em 1974 o Brasil tinha 174 ha e na safra 2021 segundo o IBGE teve uma área plantada de 32.500 ha. As principais pragas da macieira são a mosca das frutas, grafolita e bonagota, o monitoramento é feito através de armadilhas espalhadas pelo pomar, com periodicidade de duas vezes por semana. A muitos anos o controle destas pragas é feito por meio de pulverização de inseticidas em cobertura total da área. Este trabalho teve por objetivo verificar o manejo realizado contra insetos nos pomares de macieira e se o manejo é feito com cuidados quanto á impactos ao ambiente e aos seres humanos. O estudo foi realizado através de entrevistas a produtores de maçã dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com pomares conduzidos sob o sistema de produção convencional. Foram entrevistados 55 produtores de maçãs, as entrevistas foram realizadas de fevereiro a maio de 2023. A entrevista foi realizada com o auxílio do Google forms. Foi verificado que a maioria dos produtores (87%) realizam o monitoramento de pragas, demonstrando a importância de conhecer a população da praga na área produtiva. Destes produtores, 70,9 % deles utiliza aplicação de calendário, demonstrando que mesmo fazendo monitoramento de pragas, não as levam em conta para decisão da intervenção contra as pragas. Nem todos os produtores executam o monitoramento na periodicidade correta, tornando o monitoramento não confiável. Entre os inseticidas mais utilizados os organofosforados ainda estão em maior utilização, os quais são produtos de alta eficiência, mas com alta toxicidade e alto potencial poluidor ao meio ambiente. O controle de pragas na produção convencional não leva em consideração métodos alternativos de controle os quais não apresentam problemas de resíduos nas frutas e tem pequeno ou nenhum potencial poluidor do ambiente. A assistência técnica deve ser treinada para junto aos produtores utilizarem métodos com menores impactos ao meio ambiente e a saúde dos consumidores e produtores.
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    Incremento na produção de mudas de beterraba (Beta vulgaris) em sistema de base ecológico: aplicações do biocomposto tipo bokashi
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-06-07) Kruker, Gregory; Bortoli, Janice Regina Gmach; http://lattes.cnpq.br/4595340302896224; http://lattes.cnpq.br/0270541469837792; Zinger, Fernando Domingo; https://orcid.org/0000-0003-3552-8895; http://lattes.cnpq.br/0366538627349729; Komatsu, Roberto Akitoshi; https://orcid.org/0000-0001-5981-9334; http://lattes.cnpq.br/4007991802647498
    A carência de tecnologias apropriadas para estabelecer sistemas agroalimentares de base ecológica, impulsiona o desenvolvimento do setor agrícola no sentido de prover bioinsumos de alto padrão e qualidade. O uso de biofertilizantes na produção de mudas tem se mostrado uma alternativa promissora, e nesse sentido o biocomposto tipo “bokashi” tem apresentado potencial de promover crescimento vegetal, devido às suas propriedades nutricionais e bioativas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes doses do biocomposto tipo “bokashi” em adição a dois substratos comerciais na produção de mudas de beterraba. O experimento foi conduzido em estufa, no IFSC Campus Lages, durante os meses de fevereiro e março de 2023. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com 4 repetições, e consistiu num bifatorial 2 x 4. Foram utilizadas quatro dosagens (0%, 10%, 20% e 40% v/v) do biocomposto “tipo” bokashi em mistura com dois substratos comerciais. A produção das mudas foi realizada em bandejas de isopor com 128 cédulas, onde foram semeadas 48 sementes de beterraba da variedade Katrina. As variáveis agronômicas mensuradas foram: porcentagem de germinação (9 DAS, 15 DAS e 31 DAS) altura da parte aérea (22 DAS e 31 DAS), comprimento de raiz, razão altura da parte aérea e comprimento de raiz, e massa seca da parte aérea e raiz. A adição de 20% (v/v) do biocomposto tipo bokashi nos dois substratos utilizados, proporcionou o incremento na germinação inicial de beterraba vr. Katrina. Houve incremento na produção de massa seca da parte aérea das mudas de beterraba vr. Katrina, com a adição de 10 e 20% (v/v) do biocomposto tipo bokashi (65% e 31,6% respectivamente) ao substrato Agrinobre. Os resultados sugerem que o uso do biocomposto tipo bokashi como biofertilizante é uma alternativa viável e promissora para a produção de mudas de hortaliças em sistema orgânico.
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    Planejamento e instalação de uma unidade de referência tecnológica de manejo sustentável do solo sob pastagens na serra catarinense
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-09-14) Ribeiro, Genicelli Mafra; Stroschein, Marcos Roberto Dobler; Zanella, Pablo; http://lattes.cnpq.br/1524615617339638; https://orcid.org/0000-0002-7942-1355; http://lattes.cnpq.br/7029894310093838; http://lattes.cnpq.br/6085573145361259; Stroschein, Marcos Roberto Dobler; https://orcid.org/0000-0002-7942-1355; http://lattes.cnpq.br/7029894310093838; Mafra, Maria Sueli Heberle; http://lattes.cnpq.br/8657383795158971; Oliveira, Luciane Costa de; https://orcid.org/0000-0003-4156-8981; http://lattes.cnpq.br/4241507288435072
    O Manejo Sustentável do Solo sob pastagem atualmente vem adotando novas práticas agrícolas, como o uso de remineralizadores de solos, adubos orgânicos, cinzas e microrganismos eficientes. No entanto, estas práticas ainda pouco conhecidas pelos pecuaristas da Serra Catarinense. Desta forma, torna-se necessário a implantação de Unidades de Referência Tecnológica de Manejo de Pastagens Sustentável que possam servir de modelo para auxiliar Agrônomos e Zootecnistas na orientação técnica destes agricultores. Desta forma, foi organizada uma ação de extensão que teve por objetivo implantar uma Unidades de Referência Tecnológica de Manejo Sustentável do Solo sob Pastagens, a fim de ser utilizada em atividades de orientação técnica. Para a realização desta ação de extensão, inicialmente foram realizadas visitas de sensibilização e conscientização à 20 propriedades rurais da qual foram selecionadas duas propriedades que se caracterizavam por possuir áreas de pastagem cultivada sob manejo de bovinos da raça europeia Angus e estavam disponíveis em adotar as práticas de Manejo Sustentável sugeridas. Para a criação da Unidades de Referência Tecnológica, foram coletados os dados relacionados à produção e também as impressões obtidas por estes produtores. Para implantação da Unidades de Referência Tecnológica, dentro de cada propriedade foram realizadas delimitação dos piquetes que representaram o Manejo Sustentável e o Manejo Convencional, os quais foram aplicados os insumos regionais, como remineralizador de solos, adubos orgânico, cinzas e microrganismos eficientes. Posteriormente, determinou-se as análises químicas, físicas e bioanálises desses solos. A atividade permitiu verificar e implementar a Unidade de Referência Tecnológica a campo. A fertilidade química do solo foi mantida com o uso destes insumos sustentáveis, resultando em níveis de fósforo remanescente superiores no manejo sustentável. Isso não apenas permite a produção de pastagens de alta qualidade com alternativas de insumos, mas também contribuiu para a redução dos custos de produção.
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    Estudo da implantação à comercialização de sistema agroflorestal agroecológico no litoral norte do Rio Grande do Sul
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-09-06) Freitas, Diana Carolina Lima; Oliveira, Luciane Costa de; https://orcid.org/0000-0003-4156-8981; http://lattes.cnpq.br/4241507288435072; http://lattes.cnpq.br/1384371324992934; Oliveira, Luciane Costa de; https://orcid.org/0000-0003-4156-8981; http://lattes.cnpq.br/4241507288435072; Komatsu, Roberto Akitoshi; https://orcid.org/0000-0001-5981-9334; http://lattes.cnpq.br/4007991802647498; Campos, Mari Lucia; https://orcid.org/0000-0003-3250-2067; http://lattes.cnpq.br/4291057837136509
    Os sistemas agroflorestais (SAF’s) permitem ao agricultor o uso do mesmo espaço para diversas finalidades produtivas, sendo esta uma alternativa sustentável potencial para a agricultura familiar. Este trabalho teve como objetivo averiguar a viabilidade do sistema agroflorestal dentro da agricultura familiar, analisando os aspectos sociais, ambientais e econômicos. O trabalho foi desenvolvido por meio da aplicação de questionários semiestruturados, aplicados para um produtor agroflorestal e duas agroindústrias que utilizam os produtos oriundos da SAF, localizados nos municípios de Três Cachoeiras (RS). Foram elaborados dois questionários, sendo um para o agricultor visando o lado socioeconômico e ambiental e outro para as agroindústrias, buscando compreender o impacto socioeconômico, e ambiental. Observou-se que os principais gargalos para o produtor era a questão de mão-de-obra para poder aumentar a sua área com SAF. Este mesmo gargalo se repete para as agroindústrias, mas também foi identificado o problema com falta de matéria-prima para a agroindústria B. As atividades de ambos os grupos são essenciais para a renda e alimentação da família envolvida no negócio. Logo, fica claro a importância da agrofloresta para a agricultura familiar, apesar dos gargalos enfrentados, esse tipo de cultivo é essencial para a sustentabilidade da propriedade, produzindo alimentos de qualidade e gerando renda para a família.
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    Adição de resíduos industriais na alimentação do tenébrio gigante e composição química do frass
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-06-19) Andrade, André Pires Braga de; Zinger, Fernando Domingo; https://orcid.org/0000-0003-3552-8895; http://lattes.cnpq.br/0366538627349729; http://lattes.cnpq.br/0654755190339106; Santos, Rita Cassia de Freitas; http://lattes.cnpq.br/7305639778339152; Oliveira, Luciane Costa de; https://orcid.org/0000-0003-4156-8981; http://lattes.cnpq.br/4241507288435072
    O presente estudo aborda o fornecimento do resíduo industrial, lodo de estação de tratamento de água, na alimentação de larvas de tenébrio gigante (Zophobas morio) para a produção de biofertilizante. O objetivo do trabalho foi analisar os teores de nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio do frass, excretas e resíduos não digeridos das larvas do tenébrio gigante, e avaliar a viabilidade da produção de biofertilizantes a partir desses resíduos. A pesquisa foi conduzida no Instituto Federal Catarinense, em Lages, Santa Catarina. O resíduo industrial utilizado foi coletado na empresa Vossko do Brasil e submetido a análises químicas prévias. O experimento consistiu na adição de diferentes doses de resíduo triturado misturado ao farelo de trigo, utilizado como alimento para as larvas. Foram realizados oito tratamentos diferentes, variando a proporção de resíduo na mistura. Após um período de 36 dias, as amostras foram coletadas, secas e submetidas a análises químicas. Os resultados indicaram que as doses mais elevadas de resíduo resultaram em maiores teores de nitrogênio, fósforo e cálcio. Por outro lado, os tratamentos T7 e T8 apresentaram menores teores de potássio, e os tratamentos T6, T7 e T8 mostraram os menores teores de magnésio. Esses resultados evidenciam a importância de considerar as proporções adequadas de resíduos na alimentação das larvas, visando otimizar a produção de biofertilizantes.
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    Avaliação da potabilidade de águas protegidas no modelo caxambu no município de Cerro Negro/SC
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-06-28) Mota, Ana Carla Moraes da Silva; Oliveira, Luciane Costa de; Machado, Diego Bittencourt; http://lattes.cnpq.br/0411735138264322; https://orcid.org/0000-0003-4156-8981; http://lattes.cnpq.br/4241507288435072; http://lattes.cnpq.br/7576398051122459; Oliveira, Luciane Costa de; https://orcid.org/0000-0003-4156-8981; http://lattes.cnpq.br/4241507288435072; Oliveira, Juliana Gracietti de; Komatsu, Roberto Akitoshi; https://orcid.org/0000-0001-5981-9334; http://lattes.cnpq.br/4007991802647498
    Conforme estabelecido pela constituição brasileira no seu artigo 5o que prevê a inviolabilidade do direito à vida, para isso todos os brasileiros devem ter acesso a água em quantidade e qualidade suficientes, sendo também dever de todos os cidadãos a proteção das nascentes e demais áreas de preservação permanente sob sua responsabilidade. Dessa forma, perante a problemática vivida nos últimos anos em Cerro Negro/SC, relacionada a sucessivas estiagens, e buscando atender as demandas do meio rural por água em quantidade e qualidade, em 2021 o município iniciou ações na preservação de nascentes. O mesmo é bastante privilegiado, considerando a grande quantidade de nascentes encontradas e muitas delas localizadas em cotas elevadas, favorecendo o uso do modelo caxambu de proteção de nascentes. Foram realizadas 50 proteções de nascentes e avaliações dos parâmetros de potabilidade de cinco nascentes, em dois momentos. As amostras foram analisadas no Laboratório da Quimicampos, em Campos Novos/SC, sendo os seus valores comparados aos valores referenciais da legislação em vigor, constantes na portaria GM/MS No 888, de quatro de maio de 2021, que dispõe sobre os padrões de potabilidade da água. Os resultados obtidos durante o período avaliado, indicam mudanças na água das nascentes, tais como: a diminuição de particulados orgânicos e a melhoria dos parâmetros químicos e físicos, além do impedimento do acesso de animais. No entanto, dentre os parâmetros biológicos, os coliformes apresentaram 2 valores em desacordo, o que sugere que a água deverá ser submetida a algum método de desinfecção.
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    Cultivo de lúpulo: um guia para a produção sustentável
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-06-20) Kuneski, Ana Carla; Stroschein, Marcos Roberto Dobler; https://orcid.org/0000-0002-7942-1355; http://lattes.cnpq.br/7029894310093838; http://lattes.cnpq.br/5275922788161209; Anese, Rogerio Oliveira; https://orcid.org/0000-0002-9909-0469; http://lattes.cnpq.br/4107313737593388; Conto, Leilane Costa de; http://lattes.cnpq.br/8627035010986317
    O lúpulo (Humulus lupulus L.) é uma planta perene, originária do hemisfério norte e as principais regiões produtoras são os Estados Unidos e a Alemanha. O Brasil é um importante importador de lúpulo com destino para a produção de cerveja, diante desta demanda, as áreas de cultivo de lúpulo vêm aumentando em diferentes regiões brasileiras, em especial nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. No entanto, como o sistema de cultivo de lúpulo é recente em nosso país e a cada ano novos produtores vêm adotando essa cultura como alternativa de geração de renda, torna-se necessário o desenvolvimento de materiais orientativos para o cultivo desta espécie voltado a agricultores, agrônomos e extensionistas. Desta forma, esta ação de extensão teve como objetivo elaborar um Guia de Produção Sustentável para o cultivo de Lúpulo no estado de Santa Catarina. Para construção deste artefato foi adotada a metodologia Design Science Research, utilizada para a criação de produtos tecnológicos. Assim, o projeto foi subdividido em etapas que incluíram entrevistas com produtores de lúpulo e extensionistas para definição dos requisitos do Guia, levantamento bibliográfico sobre o sistema de cultivo de lúpulo, criação do Guia Para a Produção Sustentável, avaliação do Guia e publicação em repositório institucional. Como resultados desta ação obtivemos um amplo levantamento de informações dos diversos manejos realizados no cultivo de lúpulo em diferentes países e que vêm sendo adaptados para as conduções catarinenses. Podemos concluir que o Guia pode ser utilizado como ferramenta informativa por diversos atores na produção de lúpulo baseados em fundamentos agroecológicos e sustentáveis.