Trabalho de Conclusão de Curso
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ifsc.edu.br/handle/1/339
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listelement.badge.dso-type Item , Lata de alumínio: abordagem teórica e percepção do consumidor brasileiro quanto ao seu emprego pela indústria vinícola(Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-12-20) Santos, José Ricardo Machado dos; Panceri, Carolina Pretto; Ana Carolina Moura de Sena Aquino; https://orcid.org/0000-0002-0832-5198; http://lattes.cnpq.br/8355076267940291; https://orcid.org/0000-0003-3527-0652; http://lattes.cnpq.br/9861835405889075; https://orcid.org/0009-0000-5702-5151; http://lattes.cnpq.br/9555802815928207; Sartori, Giliani Veloso; https://orcid.org/0000-0003-1686-4076; http://lattes.cnpq.br/6475401890207937Verifica-se um incremento recente na oferta de vinhos embalados em lata de alumínio. Diante isso, o objetivo da pesquisa foi abordar aspectos teóricos desta embalagem para vinhos, juntamente com a aplicação de um questionário para consumidores brasileiros de vinhos com a finalidade de avaliar a sua percepção quanto ao emprego da lata de alumínio pela indústria vinícola. A abordagem teórica demonstrou que os conhecimentos técnico-científicos intrínsecos ao tema remetem ao surgimento das latas de alumínio para bebidas, com uma intensificação dos saberes direcionados à indústria vinícola nos últimos anos. A pesquisa com consumidores resultou em 504 participantes, sendo que 481 destes eram consumidores de vinhos, os quais responderam a questões sobre embalagens com ênfase na lata de alumínio. Desses, 75,7% (n= 364) já sabiam da existência de vinhos em lata, sendo que 55,2% souberam nos últimos cinco anos, sendo a internet a principal fonte de informação. Dos 364 entrevistados cientes da existência de vinhos enlatados, 57,4% (n=209) já consumiram tal opção sendo o supermercado (50,2%) como principal local de compra, seguido de loja especializada em vinhos (35,4%). 83,3% consumiram o vinho em lata em casa e 21,1% dos entrevistados consumiram em ambiente ao ar livre. Os principais estilos de vinhos adquiridos pelos consumidores (n=209) foram: vinho branco seco (51,7%), vinho tinto seco (45,9%) e vinho rosé seco (40,7%). A técnica de associação livre de palavras (n=209) obteve 522 associações, sendo que 52,49% delas referiam-se à definição do vinho em lata relacionadas à própria embalagem, com as principais menções aludindo à funcionalidade e conceitualização do envase. Este estudo demonstrou que o uso da lata para envase de vinho é uma embalagem recente e que os consumidores estão abertos a conhecer e consumir o produto nesta embalagem.listelement.badge.dso-type Item , A qualidade do vinho catarinense: uma análise da gestão industrial e percepções do consumidor(Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-12-21) Carvalho, Luindson da Cruz de; Panceri, Carolina Pretto; Aquino, Ana Carolina Moura de Sena; https://orcid.org/0000-0002-0832-5198; http://lattes.cnpq.br/8355076267940291; https://orcid.org/0000-0003-3527-0652; http://lattes.cnpq.br/9861835405889075; https://orcid.org/0009-0006-4802-9912; http://lattes.cnpq.br/9244686024448254; Veeck, Ana Paula de Lima; https://orcid.org/0000-0002-0126-8274; http://lattes.cnpq.br/7024357227499254A indústria vinícola transforma a uva em vinho e utiliza diversas ferramentas para controlar os processos e obter produtos de qualidade. O objetivo deste estudo foi identificar os processos de controle de qualidade utilizados pelas vinícolas de Santa Catarina, e relacioná-los com a percepção de qualidade identificada pelos seus consumidores. Realizou-se uma pesquisa qualitativa através da aplicação através de questionário online incluindo a técnica de associação livre de palavras. Os resultados indicaram que as vinícolas de Santa Catarina, participantes da pesquisa, utilizam preferencialmente como ferramenta da qualidade as Boas Práticas de Fabricação, e associaram com maior frequência à definição de qualidade, palavras ligadas às dimensões de processo (36,36%) e atributos sensoriais (26,36%). Para os consumidores de vinhos, a qualidade foi associada com maior frequência à dimensão de atributos sensoriais (64,9 a 75,5%). Observa-se que a indústria e os consumidores estão alinhados em relação a qualidade do vinho catarinense, porém observou-se dimensões interessantes indicadas pelos consumidores, como identidade visual, que pode ser melhor explorada pelas empresas.
