Trabalho de Conclusão de Curso

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    Estudo do potencial da utilização do butiá na elaboração de hidromel
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-10-06) Souza Filho, Urilas de; Stroschein, Marcos Roberto Dobler; Jesus, Jailson de; http://lattes.cnpq.br/0856407635016467; https://orcid.org/0000-0002-7942-1355; http://lattes.cnpq.br/7029894310093838; http://lattes.cnpq.br/0052741785582406; Aquino, Ana Carolina Moura de Sena; http://lattes.cnpq.br/8355076267940291; Sartori, Giliani Veloso; http://lattes.cnpq.br/6475401890207937
    Hidromel é uma bebida alcoólica fermentada por leveduras tendo como ponto de partida um mosto constituído pela mistura de mel, água e alguns nutrientes. Diante do aumento do consumo dessa bebida, novos produtos têm sido desenvolvidos com adição de frutas, melhorando a nutrição das leveduras, agregando novos compostos bioativos e acrescentando outras combinações de sabores a bebida. Perante esse cenário, o estudo teve o objetivo de avaliar o potencial da utilização do butiá na elaboração de hidromel, realizando a caracterização físico-química dos tratamentos com proporções diferentes de suco de butiá concentrado adicionado ao mosto de mel. Foram utilizados frutos de butiá “in natura” para extração do suco, sendo este adicionado ao mosto de mel e padronizado todos tratamentos com a mesma densidade inicial. Ao mosto foi adicionado levedura comercial de saccharomyces cerevisiae e nutrientes, a fermentação ocorreu por 30 dias, sendo trasfegado, maturado, clarificado e então avaliado físico-quimicamente. As amostras produzidas de hidromel foram submetidas a análises de teor de álcool, acidez total, acidez volátil, acidez fixa, açucares redutores, densidade relativa, pH e cor. Todos tratamentos com adição do suco de butiá atenderam os limites estabelecidos na legislação brasileira para as análises efetuadas, entretanto, o tratamento controle sem adição de butiá, ocorreu a interrupção da fermentação, ficando com o teor de álcool 40% menor. A acidez fixa e acidez total também não atingiram o limite mínimo especificado na legislação para amostra controle, mostrando que a utilização do butiá na produção do hidromel influenciou positivamente as características químicas do produto final, que somadas a um futuro estudo de análise sensorial poderá indicar viabilidade comercial para essa bebida.
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    Lata de alumínio: abordagem teórica e percepção do consumidor brasileiro quanto ao seu emprego pela indústria vinícola
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-12-20) Santos, José Ricardo Machado dos; Panceri, Carolina Pretto; Ana Carolina Moura de Sena Aquino; https://orcid.org/0000-0002-0832-5198; http://lattes.cnpq.br/8355076267940291; https://orcid.org/0000-0003-3527-0652; http://lattes.cnpq.br/9861835405889075; https://orcid.org/0009-0000-5702-5151; http://lattes.cnpq.br/9555802815928207; Sartori, Giliani Veloso; https://orcid.org/0000-0003-1686-4076; http://lattes.cnpq.br/6475401890207937
    Verifica-se um incremento recente na oferta de vinhos embalados em lata de alumínio. Diante isso, o objetivo da pesquisa foi abordar aspectos teóricos desta embalagem para vinhos, juntamente com a aplicação de um questionário para consumidores brasileiros de vinhos com a finalidade de avaliar a sua percepção quanto ao emprego da lata de alumínio pela indústria vinícola. A abordagem teórica demonstrou que os conhecimentos técnico-científicos intrínsecos ao tema remetem ao surgimento das latas de alumínio para bebidas, com uma intensificação dos saberes direcionados à indústria vinícola nos últimos anos. A pesquisa com consumidores resultou em 504 participantes, sendo que 481 destes eram consumidores de vinhos, os quais responderam a questões sobre embalagens com ênfase na lata de alumínio. Desses, 75,7% (n= 364) já sabiam da existência de vinhos em lata, sendo que 55,2% souberam nos últimos cinco anos, sendo a internet a principal fonte de informação. Dos 364 entrevistados cientes da existência de vinhos enlatados, 57,4% (n=209) já consumiram tal opção sendo o supermercado (50,2%) como principal local de compra, seguido de loja especializada em vinhos (35,4%). 83,3% consumiram o vinho em lata em casa e 21,1% dos entrevistados consumiram em ambiente ao ar livre. Os principais estilos de vinhos adquiridos pelos consumidores (n=209) foram: vinho branco seco (51,7%), vinho tinto seco (45,9%) e vinho rosé seco (40,7%). A técnica de associação livre de palavras (n=209) obteve 522 associações, sendo que 52,49% delas referiam-se à definição do vinho em lata relacionadas à própria embalagem, com as principais menções aludindo à funcionalidade e conceitualização do envase. Este estudo demonstrou que o uso da lata para envase de vinho é uma embalagem recente e que os consumidores estão abertos a conhecer e consumir o produto nesta embalagem.
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    A qualidade do vinho catarinense: uma análise da gestão industrial e percepções do consumidor
    (Instituto Federal de Santa Catarina, 2021-12-21) Carvalho, Luindson da Cruz de; Panceri, Carolina Pretto; Aquino, Ana Carolina Moura de Sena; https://orcid.org/0000-0002-0832-5198; http://lattes.cnpq.br/8355076267940291; https://orcid.org/0000-0003-3527-0652; http://lattes.cnpq.br/9861835405889075; https://orcid.org/0009-0006-4802-9912; http://lattes.cnpq.br/9244686024448254; Veeck, Ana Paula de Lima; https://orcid.org/0000-0002-0126-8274; http://lattes.cnpq.br/7024357227499254
    A indústria vinícola transforma a uva em vinho e utiliza diversas ferramentas para controlar os processos e obter produtos de qualidade. O objetivo deste estudo foi identificar os processos de controle de qualidade utilizados pelas vinícolas de Santa Catarina, e relacioná-los com a percepção de qualidade identificada pelos seus consumidores. Realizou-se uma pesquisa qualitativa através da aplicação através de questionário online incluindo a técnica de associação livre de palavras. Os resultados indicaram que as vinícolas de Santa Catarina, participantes da pesquisa, utilizam preferencialmente como ferramenta da qualidade as Boas Práticas de Fabricação, e associaram com maior frequência à definição de qualidade, palavras ligadas às dimensões de processo (36,36%) e atributos sensoriais (26,36%). Para os consumidores de vinhos, a qualidade foi associada com maior frequência à dimensão de atributos sensoriais (64,9 a 75,5%). Observa-se que a indústria e os consumidores estão alinhados em relação a qualidade do vinho catarinense, porém observou-se dimensões interessantes indicadas pelos consumidores, como identidade visual, que pode ser melhor explorada pelas empresas.