Organizações sociais no SUS: argumentos e críticas à gestão terceirizada

dc.contributor.advisorSchwede, Marcos Aurélio
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4900094788409178
dc.contributor.authorCosta, Ana Karoline de Souza
dc.contributor.authorRosário, Diocleciana Ferreira do
dc.contributor.authorLatteshttps://lattes.cnpq.br/0887540303762713
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5979647914381168
dc.contributor.referee1Heidemann, Andrea
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6351165717185969
dc.contributor.referee2Schiochet, Roni Anderson
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4333010624587880
dc.date.accessioned2026-04-28T19:50:52Z
dc.date.available2025-06-17
dc.date.available2026-04-28T19:50:52Z
dc.date.issued2025-06-13
dc.description.abstractA gestão em saúde tem passado por constantes transformações, especialmente no setor público, representado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), gerando debates sobre sua eficiência e sustentabilidade. Neste contexto, o presente Trabalho de Conclusão de Curso em Tecnologia em Gestão Hospitalar tem como objetivo analisar criticamente as possibilidades e os problemas relacionados à adoção da gestão por Organizações Sociais de Saúde (OSS) em hospitais públicos vinculados ao SUS, no período de 2004 a 2024. Para isso, foi realizada uma pesquisa bibliográfica sistemática, com buscas nas plataformas SciELO, Google Acadêmico e Portal de Periódicos da CAPES, resultando na seleção de 18 publicações, analisadas por meio do método de Análise de Conteúdo. Entre os principais resultados encontrados, destacam-se os argumentos favoráveis à implantação das OSS, como a maior flexibilidade administrativa, a agilidade na contratação de profissionais e a redução da burocracia nos processos de aquisição de insumos e equipamentos. Tais aspectos são apontados como fatores que potencialmente contribuem para uma gestão mais eficiente e dinâmica dos serviços de saúde. Por outro lado, as críticas ao modelo incluem preocupações com a perda de controle público, fragilização da transparência e risco de comprometimento dos princípios constitucionais do SUS, como a universalidade, a equidade e a integralidade. Também são apontadas a precarização das relações de trabalho e a priorização da eficiência financeira em detrimento da qualidade do cuidado integral. Assim, é fundamental que os gestores busquem um entendimento mais aprofundado sobre essa temática, com vistas à superação dos desafios identificados, de modo a garantir que a população não seja prejudicada na construção do modelo de saúde pública ofertado no país.
dc.identifier.citationCOSTA, Ana Karoline de Souza; ROSÁRIO, Diocleciana Ferreira do. Organizações sociais no SUS: argumentos e críticas à gestão terceirizada. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Curso Superior de Tecnologia em Gestão Hospitalar. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Santa Catarina, Joinville, 2025.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifsc.edu.br/handle/1/1190
dc.language.isoPortuguês Brasilpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Santa Catarinapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCâmpus Joinvillept_BR
dc.publisher.initialsIFSC
dc.publisher.programSuperior de Tecnologia em Gestão Hospitalarpt_BR
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.subjectAdministração pública
dc.subjectEstrutura social
dc.subjectSistema Único de Saúde (SUS)
dc.subject.cnpqOUTROS::ADMINISTRACAO HOSPITALAR
dc.titleOrganizações sociais no SUS: argumentos e críticas à gestão terceirizada
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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