Por que (não) comemos ostras? um estudo sobre o consumo de crassostrea gigas em Florianópolis
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Resumo
Este trabalho tem como objetivo compreender a percepção do consumidor final em relação ao consumo de ostras cultivadas em Florianópolis, buscando identificar os fatores que influenciam sua valorização ou negligência no mercado local. A escolha do tema está alinhada com a crescente necessidade de fortalecer os vínculos entre a gastronomia, o território e os produtores locais, promovendo práticas alimentares mais conscientes e sustentáveis. A ostra é um produto relevante tanto para a economia quanto para a identidade cultural da região, sendo a maricultura uma atividade tradicional desenvolvida por pequenos produtores. Parte-se da hipótese de que, apesar da qualidade e do frescor do molusco cultivado na região, o consumo de ostras ainda é pouco expressivo entre moradores e visitantes. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa com apoio em dados descritivos, por meio da aplicação de um questionário on-line com consumidores da Grande Florianópolis e turistas da região, buscando mapear hábitos de consumo e fatores que contribuem para a escolha ou rejeição do produto local. Os resultados preliminares indicam que o desconhecimento sobre a produção regional, o preço percebido e o acesso ao produto são variáveis que afetam diretamente sua valorização. Conclui-se que há potencial para ampliar o consumo de ostras de cultivo, desde que sejam implementadas estratégias de comunicação e educação alimentar que aproximem o consumidor do produtor e reforcem a importância da valorização dos alimentos da região.
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MACHADO, Mariana. Por que (não) comemos ostras? um estudo sobre o consumo de crassostrea gigas em Florianópolis. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Superior de Tecnologia em Gastronomia) – Instituto Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2025.
