Por que (não) comemos ostras? um estudo sobre o consumo de crassostrea gigas em Florianópolis

dc.contributor.advisorWalkowski, Marinês da Conceição
dc.contributor.advisorIDhttps://orcid.org/0000-0001-5385-7372
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7717325077742830
dc.contributor.authorMachado, Mariana
dc.contributor.referee1Muller, Silvana Graudenz
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6730538100411069
dc.contributor.referee2Serpa, Leo
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0009-0004-7734-4204
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2009351060644839
dc.date.accessioned2026-04-27T14:30:13Z
dc.date.available2025-07-16
dc.date.available2026-04-27T14:30:13Z
dc.date.issued2025-07-07
dc.description.abstractEste trabalho tem como objetivo compreender a percepção do consumidor final em relação ao consumo de ostras cultivadas em Florianópolis, buscando identificar os fatores que influenciam sua valorização ou negligência no mercado local. A escolha do tema está alinhada com a crescente necessidade de fortalecer os vínculos entre a gastronomia, o território e os produtores locais, promovendo práticas alimentares mais conscientes e sustentáveis. A ostra é um produto relevante tanto para a economia quanto para a identidade cultural da região, sendo a maricultura uma atividade tradicional desenvolvida por pequenos produtores. Parte-se da hipótese de que, apesar da qualidade e do frescor do molusco cultivado na região, o consumo de ostras ainda é pouco expressivo entre moradores e visitantes. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa com apoio em dados descritivos, por meio da aplicação de um questionário on-line com consumidores da Grande Florianópolis e turistas da região, buscando mapear hábitos de consumo e fatores que contribuem para a escolha ou rejeição do produto local. Os resultados preliminares indicam que o desconhecimento sobre a produção regional, o preço percebido e o acesso ao produto são variáveis que afetam diretamente sua valorização. Conclui-se que há potencial para ampliar o consumo de ostras de cultivo, desde que sejam implementadas estratégias de comunicação e educação alimentar que aproximem o consumidor do produtor e reforcem a importância da valorização dos alimentos da região.
dc.identifier.citationMACHADO, Mariana. Por que (não) comemos ostras? um estudo sobre o consumo de crassostrea gigas em Florianópolis. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Superior de Tecnologia em Gastronomia) – Instituto Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2025.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifsc.edu.br/handle/1/1146
dc.language.isoPortuguês Brasilpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Santa Catarinapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCâmpus Florianópolis - Continentept_BR
dc.publisher.initialsIFSC
dc.publisher.programSuperior de Tecnologia em Gastronomiapt_BR
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.subjectOstras - Criação (Florianópolis, SC)
dc.subjectOstras - Consumo (Economia)
dc.subjectOstras (Gastronomia)
dc.subject.cnpqCIENCIAS EXATAS E DA TERRA
dc.titlePor que (não) comemos ostras? um estudo sobre o consumo de crassostrea gigas em Florianópolis
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR

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