Trabalho de Conclusão de Curso
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listelement.badge.dso-type Item , Revestimentos naturais e sustentáveis de ação antifúngica na preservação da qualidade pós-colheita de morangos(Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-12-07) Pomatti, Eduarda; Barbieri, Evandro; Bohn, Gustavo; Silva, Mariangela de Fátima; Baú, Tahis Regina; https://orcid.org/0000-0002-2809-9079; http://lattes.cnpq.br/8500472568101467; https://orcid.org/0000-0001-9380-2982; http://lattes.cnpq.br/0817052839702046; Silva, Mariangela de Fátima; https://orcid.org/0000-0001-9380-2982; http://lattes.cnpq.br/0817052839702046; Cardoso, Francieli Lima; https://orcid.org/0000-0002-1617-4297; http://lattes.cnpq.br/2055889150652260; Senter, Luciana; http://lattes.cnpq.br/6982922802280411A produção de morango tem grande importância no Brasil e no Oeste Catarinense. É um pseudofruto altamente valorizado pelo seu sabor, aroma, compostos bioativos, vitaminas, antocianinas, carotenoides e minerais. O morango é muito perecível e a cadeia produtiva sofre com a alta perecibilidade deste fruto. Devido sua alta taxa respiratória, textura macia, alta suscetibilidade a fitopatógenos fúngicos resulta em alterações importantes em seus parâmetros de qualidade, incluindo cor, textura na pós-colheita e qualidade nutricional. Alternativas com o uso de revestimentos naturais podem ajudar a reduzir as perdas pós- colheita e o desperdício desse fruto. A principal causa de perdas pós-colheita está diretamente ligada às doenças causadas por fungos Botrytis cinerea Pers., Rhizopus stolonifer (Ehrenb.) Vuill, entre outros. Os fungos geram a podridão dos frutos, podendo chegar a mais de 50% de perda em toda a produção. Para amenizar o problema, pode-se recorrer dentre outras alternativas ao armazenamento eficaz sob refrigeração, embalagem adequada, processamento mínimo ou aplicar um revestimento comestível que prolongue a vida útil do fruto. Com o intuito de encontrar alternativas que sejam compatíveis com o fruto, que possam estender a vida útil, preservando a qualidade e a aceitabilidade do consumidor, o objetivo deste trabalho foi produzir um novo revestimento natural de amido de araruta e natamicina (RAN) e estudar seus efeitos extensão da vida útil e valorização pós-colheita de morangos da cultivar Florida Beauty. Os três tratamentos de morangos foram: não revestidos (NR), revestido somente com araruta (RA) e revestido com araruta e natamicina (RAN) armazenados sob refrigeração a 7 ± 3ºC e 80 ± 5% UR e analisados por 12 dias. A cada 3 dias foram realizadas análises do teor de sólidos solúveis totais (SST), acidez titulável, pH, determinação de cor instrumental, perda de massa, firmeza instrumental e análise microbiológica. Observou-se que o desenvolvimento de um revestimento natural, comestível e sustentável à base de plantas auxiliou na preservação da qualidade de morangos. Verificou-se que as análises que demonstraram resultados mais interessantes nos atributos físico- químicos e sensoriais do morango foi o tratamento RAN. A firmeza 1,8 N, pH 3,50, cor L* 21,51; a* 28,00; b* 17,59; C* 33,30; Hue 32,01, SST 5,7ºBrix, redução da formação de bolores e leveduras e aspectos visuais gerais apresentaram melhorias. Estes resultados promissores apontaram que o revestimento com araruta e natamicina tiveram efeitos positivos na valorização da fruta in natura, reduzindo as perdas pós-colheita.listelement.badge.dso-type Item , Bebida probiótica Plant-based de extrato de hibisco e soja: efeito dos parâmetros de processamento sobre as características físico-químicas e funcionais(Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-12-08) Avrella, Cássia Fernanda; Cargnin, Franciele; Berwanger, Schirlen Fernanda; Baú, Tahis Regina; https://orcid.org/0000-0002-2809-9079; http://lattes.cnpq.br/8500472568101467; Baú, Tahis Regina; https://orcid.org/0000-0002-2809-9079; http://lattes.cnpq.br/8500472568101467; Senter, Luciana; http://lattes.cnpq.br/6982922802280411; Schons, Patrícia Fernanda; http://lattes.cnpq.br/1444034750971911Devido à crescente demanda mundial por alimentos à base de plantas e à busca por dietas mais saudáveis, observa-se uma lacuna no mercado de produtos fermentados vegetais, especialmente bebidas probióticas plant-based ou "à base de plantas". Neste contexto, os extratos de hibisco e a soja destacam-se por apresentar elevado teor de compostos bioativos, podendo conferir uma bebida com elevado valor nutricional. Considerando os efeitos benéficos dos micro-organismos probióticos na saúde, o objetivo deste projeto foi desenvolver uma bebida probiótica plant- based de extrato de hibisco e soja e avaliar os seus efeitos dos parâmetros de processamento sobre as características físico-químicas e funcionais. O estudo utilizou um planejamento fatorial 3² para analisar diferentes concentrações de sacarose (2, 6 e 10 %) e diferentes temperaturas (27, 37 e 47 °C) no processo de fermentação. Foi avaliado o efeito do teor de sacarose e temperatura nas características físico-químicas (pH e acidez), e nas propriedades funcionais (teor de antocianinas e contagem do probiótico Lacticaseibacillus paracasei BGP 1). A viabilidade celular do probiótico foi determinada pelo método de contagem em placa, a análise de pH se determinou por medição em potenciômetro e a acidez por titulação, enquanto a análise de antocianinas foi determinada pelo método do pH diferencial. Os valores obtidos para o pH variaram de 4,4 a 6,05, sendo o menor valor de pH obtido quando a bebida foi formulada com 10% de sacarose e fermentada a 37°C. Na determinação de acidez o maior valor obtido foi de 0,22g de ácido lático/100 mL de amostra. Na contagem de L. paracasei, a bebida apresentou viabilidade probiótica com valores que variam de 7 a 9,5 log UFC/mL, sendo definido como limite mínimo 6 log UFC/mL. Na determinação de antocianinas os valores variaram de 4,6 a 21,7 mg de antocianinas /L de amostra, sendo que o menor valor foi atingido quando a bebida apresentou maior viabilidade probiótica. Estes dados indicam que as antocianinas podem estar sendo metabolizadas pelos micro-organismos durante o processo fermentativo. A condição ideal de fermentação que otimiza os parâmetros experimentais é de 6% de sacarose e incubação a 37°C. A bebida plant-based formulada com extrato de hibisco e soja apresentou alta viabilidade de L. paracasei, podendo ser considerada probiótica.listelement.badge.dso-type Item , Avaliação dos métodos de Lane-Eynon e glicose oxidase para determinação do teor de lactose residual em leite UHT zero lactose(Instituto Federal de Santa Catarina, 2023-06-05) Baréa, Jhenifer; Spiecker, Maiara Norma; Schons, Patrícia Fernanda; Arcari, Stefany Grutzmann; https://orcid.org/0000-0001-7327-3024; http://lattes.cnpq.br/4283405474114717; http://lattes.cnpq.br/1444034750971911; Schons, Patrícia Fernanda; http://lattes.cnpq.br/1444034750971911; Stadler, Fernanda Brock Stadler; https://orcid.org/0000-0002-3892-9750; http://lattes.cnpq.br/4916197985145809; Favero, Tiago; https://orcid.org/0000-0002-3685-0424; http://lattes.cnpq.br/9107213354752432O leite é um alimento muito especial devido sua rica composição, sendo seus principais constituintes a água, lactose, proteína, gordura, sais minerais e também vitaminas. No cenário atual, muitos produtos têm sido formulados a fim de atender às necessidades dos diferentes tipos de públicos, um exemplo comum é a disponibilidade de leite sem lactose, criado especialmente ao público com intolerância à lactose. Avaliar analiticamente estes produtos a fim de verificar se houve real redução do teor de lactose é muito importante e, existem diferentes maneiras de quantificar a lactose em produtos lácteos. Diante disso, o presente trabalho avaliou a determinação do teor estimado de lactose residual de cinco amostras comerciais de leite UHT que contém no rótulo a descrição "Zero Lactose", produzidos na região Sul do Brasil e adquiridos em supermercados da cidade de São Miguel do Oeste-SC. Foram testados dois métodos analíticos, o método titulométrico de Lane-Eynon que baseia-se na determinação do volume de amostra necessário para reduzir uma medida da solução de Fehling, de concentração conhecida. A solução de Fehling é formada por ions bivalentes de cobre (Cu+2) complexados com tartarato em meio alcalino. Neste meio, os carboidratos são oxidados a ácidos aldônicos, formando óxido de cobre I (precipitado vermelho-tijolo). E o método enzimático de Glicose Oxidase, onde em presença de oxigênio, a glicose sofre a ação da glicose oxidase, produzindo peróxido de hidrogênio, que pela ação da peroxidase e em presença de um reagente fenólico (fenol) e 4 aminoantipirina produz um composto corado (quinonimina), com máximo de absorção em 505 nm. Foi utilizada como ferramenta uma hidrólise química nas amostras, para estimar o teor de lactose por diferença, antes e após a hidrólise, onde foi adicionado ácido cloridrico e submetidos as amostras à uma temperatura de 100°C por 45 minutos. Para o método de glicose oxidase, foi possível determinar o teor estimado de lactose, correlacionando a diferença após a hidrólise com a estequiometria da reação de hidrólise da lactose em glicose e galactose, verificando que todas as amostras ficaram em conformidade com a legislação vigente, enquanto o método de Lane-Eynon se mostrou ineficiente pois o mesmo determina açúcares redutores totais, não diferenciando lactose,glicose e galactose.listelement.badge.dso-type Item , Extração e aplicação do corante da pitaya vermelha (Hylocereus polyrhizus) em sorvete(Instituto Federal de Santa Catarina, 2024-10-01) Picoli, Diéssica da Fonseca; Feltes, Leandro; Barbosa, Roberta Garcia; https://orcid.org/0000-0002-2074-431X; http://lattes.cnpq.br/1881522792268849; http://lattes.cnpq.br/8486687960427515; Baú, Tahis Regina; https://orcid.org/0000-0002-2809-9079; http://lattes.cnpq.br/8500472568101467; Schons, Patrícia Fernanda; http://lattes.cnpq.br/1444034750971911Nos dias atuais, a preocupação com a saúde tem ganhado ênfase na sociedade, a busca por alimentos naturais têm sido mais frequente, desta maneira, a substituição de ingredientes e componentes em alimentos têm ganhado espaço no mercado alimentício. O corante natural obtido a partir da extração da pitaya, possui grande importância para este estudo, pois é um importante ingrediente que pode atuar de maneira positiva na coloração dos produtos alimentícios, considerando a presença de betalaínas como a betaxantina e a betacianina tanto na casca como na polpa desse fruto. O responsável pela coloração vermelha em questão neste trabalho são as betalaínas, elas possuem alta capacidade antioxidante semelhante às antocianinas. O objetivo deste estudo foi de verificar o melhor solvente para extração dos pigmentos da farinha da casca e da polpa de pitaya vermelha (Hylocereus polyrhizus) e estudar sua aplicação como corante natural em sorvete. Primeiramente foi determinado, através de planejamento de misturas, qual a melhor solução extratora entre (água, etanol 95% e água acidificada 5%) para os corantes presentes na casca e na polpa de pitaya através da análise de cor com os parâmetros L*, a e b no colorímetro. Após foi verificada a concentração ideal do pigmento extraído da farinha de casca e polpa de pitaya como aditivo corante em sorvete de morango e comparado a cor com outros sorvetes comerciais, no dia de fabricação e após 7 e 14 dias. Verificou-se que corante da casca e da polpa da pitaya vermelha foi mais eficiente com extrator água na casca e água acidificada na polpa. A extração e aplicação do corante da pitaya vermelha (Hylocereus polyrhizus) em sorvete, apresentam grande potencial, os resultados obtidos foram satisfatórios pois houve a presença de coloração nos sorvetes, todavia é preciso estabelecer a dosagem ideal para a coloração desejada.listelement.badge.dso-type Item , Pesquisa com consumidores sobre leite tipo A e A2 e disseminação de informações para a população sobre estes produtos(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-02-10) Montovaneli, Vanessa De Bona Signor; Silva, Williams Rodrigo da; Schons, Patrícia Fernanda; Colet, Rosicler; https://orcid.org/0000-0001-8589-0804; http://lattes.cnpq.br/4933408210258667; http://lattes.cnpq.br/1444034750971911; Schons, Patrícia Fernanda; http://lattes.cnpq.br/1444034750971911; Barbosa, Roberta Garcia; https://orcid.org/0000-0002-2074-431X; http://lattes.cnpq.br/1881522792268849; Aguirre, Priscila Flôres; http://lattes.cnpq.br/3978816590172927O leite é uma das principais fontes de nutrientes na dieta humana, sendo consumido mundialmente em diversas classes socioeconômicas devido à sua composição rica em proteínas, vitaminas, minerais e lipídios. Diferentes tipos de leite, como o integral e o zero lactose, atendem às diversas necessidades dos consumidores. Recentemente, o leite de vacas A2A2 tem ganhado destaque, esse leite, derivado de vacas com alelos A2A2, é caracterizado pela ausência da proteína beta-caseína A1, presente no leite convencional, e pela predominância da beta-caseína A2, levantando questões sobre seus benefícios à saúde. A segurança alimentar torna-se ainda mais relevante, com certificações que garantem a qualidade e segurança dos produtos lácteos. Neste contexto, este trabalho objetiva analisar as preferências e conhecimento dos consumidores em relação ao leite tipo A e ao leite A2, além de disseminar informações sobre esses produtos. O procedimento metodológico envolverá entrevistas e questionários com consumidores para identificar suas percepções e conhecimento sobre o leite tipo A e A2. Adicionalmente, uma revisão bibliográfica será conduzida para explorar os aspectos nutricionais e de saúde relacionados a esses tipos de leite. A análise dos dados coletados permitiu compreender as tendências de consumo, os fatores influenciadores, uma melhor compreensão das preferências dos consumidores, bem como a disseminação de informações sobre os benefícios e possíveis riscos do consumo de leite tipo A e A2 não certificado. Ainda, este estudo poderá auxiliar as organizações leiteiras com dados de campo que apresentaram o comportamento dos consumidores de leite tipo A e A2 seus conhecimentos e suas preferências em relação ao produto, bem como trouxe informações importantes à sociedade relacionadas aos benefício do consumo do leite tipo A e A2, com publicação nas redes sociais de materiais no formato de posts e aplicação de questionário para levantamento de dados, incentivando campanhas educativas e programas de informação que ampliem o conhecimento público sobre os produtos lácteos.listelement.badge.dso-type Item , Batata-doce biofortificada: impactos de procedimentos térmicos na composição físico-química e na retenção de carotenoides precursores de vitamina A(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-07-15) Lermen, Flavia; Honaiser, Tuany Camila; Arcari, Stefany Grutzmann; https://orcid.org/0000-0001-7327-3024; http://lattes.cnpq.br/4283405474114717; https://orcid.org/0000-0003-0618-8182; http://lattes.cnpq.br/2753549458050575; http://lattes.cnpq.br/1325123390174212; Zanardi, Aquidauana Miqueloto; https://orcid.org/0000-0001-6051-2882; http://lattes.cnpq.br/4927720107227860; Amante, Edna Regina; https://orcid.org/0000-0001-9593-5674; http://lattes.cnpq.br/6285580635373430A batata-doce, uma das principais culturas globais, destaca-se no Brasil pela facilidade de cultivo, valor nutricional e diversidade genética, sendo amplamente aceita na dieta. Programas de melhoramento genético, como a biofortificação, vêm sendo desenvolvidos para criar cultivares mais produtivas, nutritivas e com maior potencial de carotenoides precursores de vitamina A a fim de combater a fome oculta. Entretanto, tratamentos térmicos podem alterar seu valor nutricional. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi avaliar o impacto de diferentes métodos de preparo térmico doméstico: cozimento em água, cozimento em vapor, assamento em forno elétrico convencional e fritadeira elétrica a ar (air fryer), sobre as características físico-químicas e na retenção de carotenoides em batatas-doce biofortificadas de polpa laranja, cultivares BRS Beauregard e CIP-BRS Nuti. Foram determinadas umidade, cinzas, proteínas, lipídios, fibras alimentares, açúcares redutores, carboidratos, teor e retenção de β-caroteno. Os resultados indicaram que o cozimento em água foi o método que melhor preservou as características nutricionais das duas cultivares, além de proporcionar a maior retenção de β-caroteno, confirmando que métodos térmicos mais brandos favorecem a conservação desses compostos bioativos. Para cultivar Beauregard, o cozimento resultou em amostras com 86,4% de umidade, 4,0% de cinzas, 11,0% de proteína, 0,7% de lipídios, 3,0% de açúcares redutores, 16,8% de fibra alimentar e 67,6% de carboidrato total. Já a mesma cultivar in natura apresentou 84,2%, 4,6%, 10,3%, 1,6%, 5,2%, 44,2% e 40,3% respectivamente. O assamento em forno e a ar resultou em amostras mais secas (77,8% e 62,6% de umidade, respectivamente). A air fryer resultou em maior concentração aparente de cinzas (5,6%), açúcar redutor (9,8%) e fibra solúvel (11,6), mas redução de proteínas (8,7%). Todos os tratamentos reduziram fibras e lipídios, porém aumentaram carboidratos totais. O teor de β-caroteno variou de 104,9 μg/g (in natura) a 164 μg/g (air fryer), indicando concentração por perda de umidade, com maior retenção no cozimento (136%). Para a cultivar CIP-BRS Nuti, o cozimento resultou em amostras com 82,4% de umidade, 4,1% de cinzas, 16,5% de proteína, 1,8% de lipídios, 4,3% de açúcares redutores, 20,4% de fibra alimentar e 57,3% de carboidrato total em comparação à batata-doce in natura (79,1%, 4,9%, 14,2%, 0,5%, 2,3%, 24,8% e 56,8% respectivamente). O assamento em forno e a ar resultou em amostras mais secas (70,9% e 57,0% de umidade, respectivamente). O maior teor de proteína foi observado no cozimento em água (16,5%). O teor lipídico aumentou em todos os tratamentos, exceto no forno. As fibras variaram de 19,9% (air fryer) a 31,3% (forno). Açúcares redutores aumentaram em todos os tratamentos, enquanto os carboidratos se mantiveram estáveis. O teor de β-caroteno variou de 159,1 μg/g (in natura) a 396,8 μg/g (air fryer), com maior retenção no cozimento (148,8%). Conclui-se que métodos mais intensos, como forno e air fryer, apresentaram maiores concentrações aparentes de alguns nutrientes, atribuídas à redução da umidade e não à real preservação. O cozimento em água destacou-se como o método mais eficiente para manter o valor nutricional e a retenção de carotenoides em ambas as cultivares.listelement.badge.dso-type Item , Influência da adição de farinha da casca e da polpa da pitaya (Hylocereus costaricensis) na estabilidade de cor e qualidade da linguiça de carne suína frescal(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-06-18) Disegna, Andréia; Barbosa, Roberta Garcia; https://orcid.org/0000-0002-2074-431X; http://lattes.cnpq.br/1881522792268849; http://lattes.cnpq.br/9684091476872443; Barbosa, Roberta Garcia; https://orcid.org/0000-0002-2074-431X; http://lattes.cnpq.br/1881522792268849; Honaiser, Tuany Camila; https://orcid.org/0000-0003-0618-8182; http://lattes.cnpq.br/2753549458050575; Baú, Tahis Regina; https://orcid.org/0000-0002-2809-9079; http://lattes.cnpq.br/8500472568101467A coloração é um atributo sensorial importante para o consumidor, sendo os alimentos de maior aceitabilidade aqueles com boa aparência e coloração que causam uma impressão visual positiva à primeira vista. A busca por cores atrativas é principalmente encontrada em alimentos processados, além disso tem se intensificado a busca por alimentos mais saudáveis ou com embalagens clean label, aqueles alimentos com rótulos livres de substâncias artificiais. Neste trabalho, foi desenvolvido linguiça frescal de carne suína com a aplicação de corante de farinha de casca e de polpa de pitaya Rabilonga e avaliou a qualidade e estabilidade da cor. Foram desenvolvidas quatro formulações de linguiça de carne suína, sendo elas a linguiça padrão sem adição de corante (A), a linguiça com adição de corante carmim de cochonilha (B), com farinha de casca de pitaya (C) e a com farinha de polpa de pitaya (D). No dia de elaboração (Dia 0) foram realizadas análises físico-químicas nas linguiças, sendo elas, atividade de água, pH, maciez, acidez, cor, proteína bruta, lipídeos, cinzas e umidade. A cada 15 dias, até 45 dias e 75 dias de vida útil do produto fresco resfriado e congelado, respectivamente, foram realizadas as análises de cor e pH em linguiças resfriadas e congeladas cruas e após o processo de assamento. De acordo com a legislação nacional de linguiça frescal, as amostras apresentaram adequação aos parâmetros de proteína (mín 12 %) e gordura (máx 30%), e acima do padrão para umidade (máx 70 %). A coloração da linguiça de carne suína manteve-se estável ao longo dos dias tanto nas análises congeladas e resfriadas e após o assamento das mesmas. A melhor coloração de a para resfriados foi a amostra C que se manteve ao longo dos dias (7,51 a 6,08), quando assadas a amostra se C também apresentou estabilidade da cor a (7,26 de 9,58). Assim observou-se estabilidade da cor com a adição da farinha de casca e polpa de pitaya utilizada na elaboração das linguiças frescais de carne suína.listelement.badge.dso-type Item , Percepção sensorial de vinhos Sauvignon blanc produzidos com leveduras selvagens(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-08-11) Frizzo, Ana Julia; Gasperin, Marieli; Arcari, Stefany Grutzmann; https://orcid.org/0000-0001-7327-3024; http://lattes.cnpq.br/4283405474114717; http://lattes.cnpq.br/4110161318150215; http://lattes.cnpq.br/0172566845889799; Arcari, Stefany Grutzmann; https://orcid.org/0000-0001-7327-3024; http://lattes.cnpq.br/4283405474114717; Panceri, Carolina Pretto; https://orcid.org/0000-0003-3527-0652; http://lattes.cnpq.br/9861835405889075; Honaiser, Tuany Camila; https://orcid.org/0000-0003-0618-8182; http://lattes.cnpq.br/2753549458050575Este estudo foi realizado com o objetivo de avaliar o efeito de leveduras selvagens selecionadas de vinhedos da IG Vinhos de Altitude de Santa Catarina na percepção sensorial de aroma, cor e sabor de vinhos Sauvignon blanc. Uvas da variedade Sauvignon blanc, de São Joaquim – SC, foram colhidas com 22 ºBrix de sólidos solúveis totais. O experimento controle (C) foi fermentado com cepas de S. cerevisiae (Zymaflore® CX9). O experimento A foi fermentado com cinco cepas selvagens de S. cerevisiae (01PP, 12M, 13PP, 26PP e 41 PP), isoladas de vinhedos da IG Vinhos de Altitude de Santa Catarina. O experimento B foi fermentado com cinco cepas selvagens de S. cerevisiae (01PP, 12M, 13PP, 26PP e 41 PP) e, 48h depois, a fermentação recebeu um inóculo de S. cerevisiae CX9. Cento e trinta consumidores habituais de vinho (55 homens e 75 mulheres) participaram da análise sensorial, utilizando um questionário CATA (Check all that Apply) com 22 atributos e escala hedônica de 9 pontos. Os dados do teste de aceitação foram avaliados por cluster hierárquico aglomerativo pelo método de Ward, por Análise de Variância e Teste de Tukey. Os dados obtidos no CATA foram avaliados pelo teste Q de Cochran. Observou-se diferença significativa quanto a aparência, em que o vinho obtido por co-fermentação (B) apresentou a maior nota (7,85), indicando que os consumidores gostaram moderadamente. Não foram observadas diferenças significativas para os atributos de odor e sabor dos vinhos Sauvignon blanc. Quanto à aceitação global dos produtos, observou-se dois grupos de consumidores com padrões de aceitação diversos: (grupo 1 = 105 consumidores) atribuíram notas de aceitação para as três amostras, sem diferença significativa entre elas (A = 7,76; B = 7,71; C = 7,71) e (grupo 2 = 25 consumidores) atribuíram notas de indiferença para todas as amostras, (A = 5,20; B = 6,60; C = 6,40), com pior desempenho para o vinho fermentado com leveduras selvagens. Para o experimento A, os avaliadores perceberam majoritariamente o vinho límpido, amarelo claro, com reflexo esverdeado, com aromas de abacaxi, limão e maracujá e sabor persistente, caracterizando-o como um vinho equilibrado. No experimento controle (C), os atributos indicados foram aroma fraco, com notas herbáceas de broto de tomate e aroma de flores brancas, coloração amarelo claro, bom volume na boca, sabor persistente e levemente doce, o caracterizando como um vinho equilibrado. O experimento B expressou o aroma de flores brancas, aromas cítricos de abacaxi e limão, acidez equilibrada, alcoólico e levemente doce, o caracterizando como um vinho equilibrado. Conclui-se que a incorporação de leveduras selvagens, tanto em co-fermentações quanto em processos de vinificação convencionais, representa uma oportunidade substancial para enriquecer os produtos com características sensoriais únicas. Ademais, percebe-se que existe um segmento da população que se interessa por vinhos elaborados com leveduras selvagens, pelas suas características sensoriais.
