Trabalho de Conclusão de Curso
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listelement.badge.dso-type Item , Mapeamento e análise do fluxo de processo de atuação do Núcleo de Apoio Técnico ao Sistema de Justiça (NAT-Jus) de Joinville/SC: a fase pré-processo à fase processual(Instituto Federal de Santa Catarina, 2024-08-16) Carvalho, Sandra Mara Ramos de; Pezzi, Marcelo Rodrigo; https://orcid.org/0000-0002-2144-2233; http://lattes.cnpq.br/4140216220620125; Beltrame, Indiara; http://lattes.cnpq.br/5246214019542610; Barauna, Ana PaulaO Núcleo de Apoio Técnico ao Sistema Judiciario (NAT-Jus), responsável por regulamentar os procedimentos “voltados à prevenção e à resolução administrativa de litígios na saúde e dá outras providências”. Proporcionando o suporte técnico necessário para diversas atividades que garantem a eficiência e a eficácia na prestação de serviços de subsídio ao Poder Judiciário, bem como, disponibilizando para Secretaria Municipal de Saúde uma equipe técnica responsável por auxiliar nos serviços de saúde na rede municipal. Esse suporte é fundamental para que as decisões judiciais sejam baseadas em ciência por evidência, ou seja, em dados verificáveis, coletados de maneira sistemática e controlada, nas pesquisas científicas que fornecem informações confiáveis. Isso ressalta a importância das decisões baseadas em evidências, garante decisões mais responsaveis e acertivas, logo, tendem a ser mais eficientes nos desfechos uma vez que foi realizado estudo a cerca da demanda do úsuario. Sensível a esse problema, o Município de Joinville/SC buscou alternativa que estimulasse a cultura de prevenção e a comunicação entre o poder executivo e o judiciário local para evitar o aumento do indicador da judicialização, resultando na criação do NAT-Jus em 2016, para gerenciar e padronizar o fluxo de processo administrativo das ações judiciais da rede de saúde pública. Dessa forma, o NAT-Jus desenvolve seu papel com base em estratégias voltadas o diálogo de prevençãodas ações judiciais de forma administrativa, e regulamenta o aceite indiscriminado das ações sem embasamento técnico ou superficialmente instruídos para as tomadas de decisões do judiciário. Portanto, a atuação do NAT-Jus impacta diretamente a judicialização da saúde, visando a solução administrativa das ações pleiteadas, a diminuição do grande dispêndio de recurso financeiro causado ao erário públicos por tais ações no Município. Isso torna o objeto de estudo de grande relevância pois impacta diretamente nas políticas públicas de saúde e aos recursos financeiros que são destinados para o SUS.listelement.badge.dso-type Item , Percepção da comunidade LGBTQIAPN+ sobre os serviços públicos de saúde em Joinville-SC(Instituto Federal de Santa Catarina, 2024-06-08) Oliveira, Vinicios Caldas de; Heidemann, Andrea; http://lattes.cnpq.br/6351165717185969; http://lattes.cnpq.br/1571999408951772; Brilinger, Caroline Orlandi; https://lattes.cnpq.br/6319379834866432; https://lattes.cnpq.br/6319379834866432; Maciel, Reginalda; https://orcid.org/0000-0001-9714-9351; https://lattes.cnpq.br/7302709091768564Em 2011 foi instituída a Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (PNSI-LGBT), com objetivo de reafirmar o compromisso do Sistema Único de Saúde SUS e garantir ao público LGBT uma assistência à saúde liberto de qualquer ato criminoso como, por exemplo, o preconceito e a discriminação decorrente da orientação sexual ou identidade de gênero. A PNSI-LGBT também direciona os gestores para a aplicação e planejamento de ações de saúde direcionado à comunidade LGBT, com o auxílio de indicadores socioeconômicos, epidemiológicos e assistenciais. Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo geral descrever a percepção da comunidade LGBTQIAPN+ em relação à assistência oferecida pelos serviços públicos de saúde de Joinville - SC. Para tanto, a metodologia utilizada é caracterizada como de natureza aplicada, de abordagem quali-quantitativa, quanto aos objetivos descritiva e, aos procedimentos, uma pesquisa survey. Para coleta de dados foi utilizado um questionário online com perguntas abertas e fechadas que obteve 112 respostas. Para a análise dos dados o método adotado é o de análise de conteúdo. Os resultados mostram que a maioria dos participantes da pesquisa se sentem satisfeitos com os serviços prestados, porém, os respondentes apresentaram algumas barreiras em relação ao acesso e oferecimento de serviços, entre os principais aspectos pontuados estão: o acolhimento, a humanização, a qualificação profissional, a ampliação dos serviços de hormonioterapia, a atenção à saúde da população trans, a divulgação dos direitos sobre a PNSI-LGBT e educação em saúde.listelement.badge.dso-type Item , Fome de vida: análise da fome e a saúde-doença no Brasil de 2002 a 2022(Instituto Federal de Santa Catarina, 2024-08-14) Bonifácio, Tacyara Aparecida; Schwede, Marcos Aurélio; http://lattes.cnpq.br/4900094788409178; Schwede, Gisele; http://lattes.cnpq.br/8148834357701229; Pezzi, Marcelo Rodrigo; https://orcid.org/0000-0002-2144-2233; http://lattes.cnpq.br/4140216220620125O presente trabalho de conclusão de curso tem como objetivo geral analisar a relação entre a fome, as desigualdades sociais e a saúde-doença no Brasil durante o período de 2002 a 2022, buscando compreender suas dinâmicas e impactos no âmbito sociedade capitalista, baseando-se em uma revisão de literatura do período. Os objetivos específicos incluem: Descrever e contextualizar as políticas e ações voltadas para fome, no Brasil do mesmo período; analisar como os autores percebem a fome e saúde-doença e Avaliar como políticas/estratégias específicas do SUS podem contribuir para o combate à fome no Brasil. Pautando-se no materialismo histórico e dialético, utilizou-se da revisão bibliográfica de artigos relevantes como método de pesquisa, permitindo uma análise crítica sobre a fome, desigualdade social e saúde. Como os resultados indicam que a fome é um sintoma agravado por desigualdades históricas e políticas inadequadas, afetando diretamente a saúde da população e problemas de saúde já existentes, conclui-se que a fome no Brasil é um reflexo da desigualdade social e econômica, demandando políticas públicas mais eficazes e uma abordagem integrada que considere as complexas relações entre alimentação, saúde e condições socioeconômicas. Este estudo contribui para uma melhor compreensão dos desafios enfrentados e das possíveis soluções para mitigar os impactos da fome na saúde da população brasileira. Ademais, redireciona o olhar do Gestor Hospitalar para desafios mais amplos, que perpassam em muito o quotidiano do ambiente de saúde.listelement.badge.dso-type Item , Desenvolvimento de planos de contingência na gestão de desastres em hospitais: uma revisão da literatura 2024(Instituto Federal de Santa Catarina, 2024-06-28) Nascimento, Maria Aparecida Pinto do; Beltrame, Indiara; http://lattes.cnpq.br/5246214019542610; Heidemann, Andrea; http://lattes.cnpq.br/6351165717185969; Seefeld, Rodrigo; http://lattes.cnpq.br/9009755427996712Os desastres são fatores que podem gerar impactos significativos nas organizações, especialmente, no que diz respeito às instituições de saúde. Os planos de contingência tem por objetivo preparar essas instituições para que os efeitos dos impactos sejam mitigados ou até mesmo reduzidos. O objetivo é verificar como a implementação de planos de contingência impacta na preparação de hospitais para enfrentar crises emergenciais, por meio de um estudo da literatura no período 2010 - 2023. O método de pesquisa empregado foi pesquisa bibliográfica, caracterizado como uma revisão narrativa, com abordagem qualitativa e de natureza aplicada. As análises demonstraram número reduzido de pesquisas que apresentaram uma abordagem detalhada e prática na implementação de planos de contingência específicos para diferentes tipos de desastres no setor saúde, enquanto outros adotaram apenas uma visão mais ampla e conceitual, sem adentrar em especificidades operacionais. A partir dos resultados encontrados, foi possível identificar que há uma deficiência por parte das instituições de saúde, em especial os hospitais, no que diz respeito à implementação de um plano de contingência preventivo, assim como, em muitos casos os hospitais só elaboram um plano de contingência corretivo no momento da ocorrência de um desastre.listelement.badge.dso-type Item , Frequência temporal dos acidentes de trabalho na área da saúde no Brasil: uma análise dos anos de 2019 a 2022(Instituto Federal de Santa Catarina, 2024-12-02) Calado, Evilyn Cristine Pereira de Borba; Piñol, Susana Nunes Taulé; https://orcid.org/0000-0002-3820-6632; http://lattes.cnpq.br/5002351122149683; Pereira, Marcelo Lisboa; https://orcid.org/0000-0002-5288-5504; http://lattes.cnpq.br/0504507211740837; Beltrame, Indiara; http://lattes.cnpq.br/5246214019542610Estudo descritivo objetivou verificar a frequência temporal das comunicações de acidentes de trabalho na área da saúde nos anos de 2019 a 2022 segundo os indicadores estabelecidos pelo Perfil de Trabalho Decente para um ambiente de trabalho seguro. Para isso foram utilizados os dados disponibilizados pelo Ministério do Trabalho concernentes a acidentes de trabalho na área da saúde e o Anuário Estatístico de Acidentes disponibilizado pelo Ministério da Previdência Social. A pesquisa se concentra em investigar os indicadores de acidentes de trabalho relacionados à Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), que é o instrumento de padronização nacional de códigos das atividades econômicas utilizados pelos órgãos de administração tributária do país. Em um âmbito geral se nota um crescimento no registro dos acidentes não-fatais em relação de 2019 para 2022. Os acidentes típicos são os tipos de acidentes com o maior número de registros, em conseguinte os acidentes de trajeto e após doenças no trabalho, nos indicadores de incapacidades permanentes e óbitos de maneira geral há uma queda em 2022 em relação a 2020. No ano de 2019 não foram identificados registros desses dois indicadores. Constatou-se a necessidade de ações para melhoria do setor, seja por meio de novas políticas de segurança, um monitoramento mais atento das atividades para cumprimento das diretrizes das normas regulamentadoras, um olhar dedicado dos gestores na parte de saúde e segurança dos profissionais.listelement.badge.dso-type Item , Causalidade e a resolutividade das notificações de intermediação preliminares (NIPs) dirigidas às operadoras do sistema Unimed sediadas em Santa Catarina.(Instituto Federal de Santa Catarina, 2024-08-13) Knetsch, Emmily Christine; Brilinger, Caroline Orlandi; https://lattes.cnpq.br/6319379834866432; https://lattes.cnpq.br/6319379834866432; Pezzi, Marcelo Rodrigo; https://orcid.org/0000-0002-2144-2233; http://lattes.cnpq.br/4140216220620125; Oliveira, PriscilaA Notificação de Intermediação Preliminar (NIP) foi desenvolvida pela ANS para mediar conflitos entre operadoras de saúde e beneficiários, assegurando a assistência no setor privado. A NIP e sua Taxa de Resolutividade (TR) são fundamentais tanto para beneficiários quanto para operadoras, pois podem servir de base para a avaliação do atendimento e melhoria de processos internos. Desta forma o presente trabalho tem como objetivo geral investigar a causalidade e a resolutividade das NIPs dirigidas às operadoras do sistema Unimed em Santa Catarina, entre outubro de 2017 e outubro de 2022. Os objetivos específicos incluem: caracterizar as operadoras Unimed sediadas em Santa Catarina com dados nos indicadores dinâmicos da ANS, extrair a quantidade de NIPs assistenciais e não-assistenciais por tema e subtema, e verificar as TR dessas NIPs por tema e subtema. O estudo consiste em uma pesquisa aplicada, a metodologia adotada foi descritiva, quantitativa de caráter documental, utilizando dados públicos com base nos indicadores da ANS e Sites institucionais das operadoras. Foram identificadas 15 Unimeds no estado estudado, estas foram utilizadas para a análise das NIPs que resultaram em uma porcentagem de 77,4% assistenciais e 22,6% não-assistenciais. Os subtemas com mais notificações entre as demandas assistenciais, foram: gerenciamento e regras de acesso a atendimento, seguido por rol de procedimentos, das demandas não assistenciais: suspensão e rescisão, mensalidade ou outras cobranças, reajuste por variação de custos. Em síntese, esta pesquisa oferece uma contribuição significativa ao campo de estudo, fornecendo base para futuras investigações e discussões sobre as NIPs no contexto das operadoras de saúde.listelement.badge.dso-type Item , Educação permanente em saúde na atenção primária: estratégias e desafios(Instituto Federal de Santa Catarina, 2024-09-30) Alexandre, Daniela Stephanie; Heidemann, Andrea; Piñol, Susana Nunes Taulé; https://orcid.org/0000-0002-3820-6632; http://lattes.cnpq.br/5002351122149683; http://lattes.cnpq.br/6351165717185969; Laurentino, Jocênio; Pinheiro, Luciana; https://orcid.org/0000-0003-2549-6332; http://lattes.cnpq.br/2080218229930835; Beltrame, Indiara; http://lattes.cnpq.br/5246214019542610A Educação Permanente em Saúde na Atenção Primária é uma ação contínua de aprendizagem durante a carreira dos profissionais das equipes multidisciplinares de saúde. Compreende atividades que têm em vista atualizar capacidades, habilidades e competências, proporcionando valores necessários para o desenvolvimento das práticas na prestação de serviço primário junto a comunidade. Este tipo de extensão disciplinar não é limitada somente a cursos formais, mas também contribui a uma conduta aprimorada no ambiente de trabalho, nas relações interpessoais e profissionais, tendo como objetivo as melhorias frequentes na prestação de serviços de saúde oferecidos, ajustando essas melhorias às necessidades da comunidade e viabilizando cuidados mais agregados aos pacientes. Portanto, este estudo teve como objetivo, descrever as estratégias e desafios para garantir a Educação Permanente em Saúde para os profissionais da Atenção Primária, de acordo com a literatura no período de 2017 a 2023, utilizou como metodologia a pesquisa bibliográfica narrativa, que visa estudar materiais descritivos como artigos, teses, dissertações, sites e etc. Diante do material estudado, foram encontradas diversas estratégias auxiliares à inclusão da Educação permanente na Atenção Primária, no entanto, todo método aplicado a mudanças geram os desafios, que também são apontados neste estudo. Evoluir os meios de ensino e a capacidade de atendimento das equipes podem gerar bons resultados, mas tudo isso depende essencialmente dos gestores, pois são eles os principais atores nas tomadas de decisões junto a sua organização de saúde. Eles que decidem sobre as melhores estratégias e o que fazer diante dos desafios, no intuito de gerar bons resultados e sobretudo a satisfação de seus usuários.listelement.badge.dso-type Item , Evolução da Auditoria Clínica Interna Hospitalar Privada para a Segurança do Paciente(Instituto Federal de Santa Catarina, 2024-08-16) Oliveira, Bruna Carolina de; Beltrame, Indiara; http://lattes.cnpq.br/5246214019542610; Seelfeld, Rodrigo; http://lattes.cnpq.br/5002351122149683; Piñol, Susana Nunes Taulé; https://orcid.org/0000-0002-3820-6632; http://lattes.cnpq.br/5002351122149683A auditoria clínica é o resultado da evolução da ferramenta auditoria, neste trabalho, é apresentado está evolução e como ela foi e ainda é importante para a segurança do paciente. O objetivo geral deste estudo é descrever a evolução da auditoria clínica interna hospitalar privada, voltada à segurança do paciente, de acordo com a literatura no período de 2013 - 2023. O método de pesquisa utilizado neste trabalho é bibliográfico, a abordagem é qualitativa e a natureza é aplicada. O autor Willian Attie (2018) está em destaque por ser citado com o objetivo de conceituar a auditoria e os autores Haino Burmester e Marlus Volney de Morais (2014) estão em destaque por serem citados com o intuito de apresentar as classificações da auditoria em saúde. Como resultado, é considerado que a auditoria clínica é uma ferramenta indispensável para a melhoria na qualidade da assistência prestada na saúde, pois ela garante a segurança e bem-estar do paciente. Uma auditoria clínica bem executada depende do papel exercido pelo auditor, sendo ele, o responsável por este processo.listelement.badge.dso-type Item , Fatores que impactam o clima organizacional em instituições hospitalares: uma revisão de literatura(Instituto Federal de Santa Catarina, 2024-12-16) Brito, Arthur Aleixo; Rocha Júnior, Fernando Soares da; https://orcid.org/0000-0002-7236-5303; http://lattes.cnpq.br/5909502842991975; Pezzi, Marcelo Rodrigo; https://orcid.org/0000-0002-2144-2233; http://lattes.cnpq.br/4140216220620125; Costa, Marcio Tadeu da; https://orcid.org/0000-0002-9858-933X; https://lattes.cnpq.br/8939866438574297O presente estudo tem como objetivo analisar os principais fatores que impactam o clima organizacional das instituições hospitalares, tanto de forma positiva como de forma negativa, e discorrer sobre as diferenças entre os fatores. Para isso, utilizou-se a metodologia de pesquisa bibliográfica do tipo revisão sistematizada, a qual foram analisados 14 textos ao todo. Quanto aos resultados da pesquisa, percebe-se que os principais fatores positivos foram: reconhecimento/ realização/ valorização; relacionamento e comunicação com colegas; relacionamento e comunicação com liderança; carga de trabalho, trabalho em equipe e autonomia; treinamentos e oportunidades de crescimento; equipamentos adequados e espaço físico de trabalho; segurança no trabalho e bem-estar; salário e pagamentos e empresa aberta para ideias e boa imagem da empresa. Em contraponto, os pontos negativos foram: relacionamento e comunicação com liderança, falta de feedbacks e líderes não aberto para ideias; remuneração e benefícios insatisfatório; reconhecimento/ realização/ valorização; falta de equipamentos adequados; treinamentos, oportunidades de crescimento e sensação de instabilidade; pressão, sobrecarga e ambiente no trabalho; segurança no trabalho, temperatura e ruído e trabalho muito cansativo e comunicação com colegas. Portanto, nota-se uma multiplicidade de fatores que podem impactar o clima organizacional de diversas maneiras, necessitando de cuidado dos superiores para manejar o clima à favor da instituição.listelement.badge.dso-type Item , Gestão logística em uma instituição filantrópica de Joinville: um estudo de caso(Instituto Federal de Santa Catarina, 2024-12-16) Souza, Amanda Kethlin Schuchardt Fernandes de; Silva, Dafhny Wenndy Salles Buava da; Pereira, Marcelo Lisboa; https://orcid.org/0000-0002-5288-5504; http://lattes.cnpq.br/0504507211740837; http://lattes.cnpq.br/0851037895560766; http://lattes.cnpq.br/3731451679629247; Pezzi, Marcelo Rodrigo; https://orcid.org/0000-0002-2144-2233; http://lattes.cnpq.br/4140216220620125; Schwede, Marcos Aurélio; http://lattes.cnpq.br/4900094788409178Este estudo aborda a gestão logística em uma instituição filantrópica; Seu objetivo principal foi analisar como são geridos os estoques de insumos não medicamentosos e materiais, comparando essa prática com o que a literatura já aponta. A pesquisa seguiu uma abordagem qualitativa por meio de um estudo de caso, em que a coleta de dados ocorreu através de observação e análise de documentos. O estudo revelou mudanças importantes na gestão logística, impactando diretamente o funcionamento da instituição e o atendimento aos pacientes. Ao entender melhor o cenário da gestão logística, foram sugeridas estratégias e recomendações para melhorar o processo de gestão da instituição. Alguns pontos exigem mais atenção dos gestores, que precisam planejar, organizar e qualificar melhor suas equipes, garantindo processos mais eficientes. Ao dominar sistemas e utilizar ferramentas ou planilhas, percebe-se ser possível alcançar uma gestão mais eficaz, reduzindo erros e gargalos nos estoques, o que resulta em um atendimento mais positivo para os usuários. Conclui-se que, uma gestão logística eficiente é essencial para o bom funcionamento das instituições, impactando diretamente na qualidade do atendimento. Por isso, investir em estratégias e melhorias contínuas é fundamental para garantir que a gestão logística seja sempre eficiente e eficaz.listelement.badge.dso-type Item , Os desafios enfrentados na operacionalização do núcleo interno de regulação em hospitais públicos do Brasil(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-05-19) Sassi, Stefani Urbich; Rocha Júnior, Fernando Soares da; https://orcid.org/0000-0002-7236-5303; http://lattes.cnpq.br/5909502842991975; Costa, Marcio Tadeu da; https://orcid.org/0000-0002-9858-933X; https://lattes.cnpq.br/8939866438574297; Schiochet, Roni Anderson; http://lattes.cnpq.br/4333010624587880Esta pesquisa tem como objetivo descrever os principais desafios enfrentados na operacionalização do Núcleo Interno de Regulação (NIR) em hospitais públicos do Brasil, tendo como base, uma revisão bibliográfica realizada entre os anos de 2017 e 2023. A pesquisa, de abordagem qualitativa e natureza descritiva, identifica que as maiores dificuldades enfrentadas pelos gestores e profissionais de saúde estão relacionadas à ausência de padronização dos processos regulatórios, à fragmentação entre os serviços da Rede de Atenção à Saúde (RAS), à insuficiência de leitos hospitalares e à carência de capacitação contínua das equipes. Os resultados evidenciam ainda entraves técnicos como a falta de integração entre sistemas de informação e a baixa qualidade dos dados utilizados para o monitoramento de indicadores assistenciais, o que impacta diretamente a tomada de decisões gerenciais e o planejamento estratégico institucional. A análise também revelou que, apesar da criação de diretrizes nacionais por meio da Política Nacional de Atenção Hospitalar (PNHOSP), os Núcleos Internos de Regulação ainda operam de forma diversificada, dificultando dessa maneira, a efetividade da regulação e comprometendo a segurança do paciente e a eficiência da gestão hospitalar. O estudo destaca, portanto, a necessidade urgente de investimentos em infraestrutura tecnológica, fortalecimento da governança hospitalar e ações de educação continuada, a fim de consolidar práticas regulatórias eficazes e garantir o direito à saúde de forma equânime e universal.listelement.badge.dso-type Item , Avaliação do papel do gestor hospitalar nas práticas direcionadas ao cuidado da saúde mental dos profissionais da área oncológica(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-06-09) Moraes, Racquelie de araújo; Zimmermann, Thalita Gabriella; https://orcid.org/0000-0003-1969-6493; http://lattes.cnpq.br/7521982959313912; Rocha Júnior, Fernando Soares da; https://orcid.org/0000-0002-7236-5303; http://lattes.cnpq.br/5909502842991975; Costa, Marcio Tadeu da; https://orcid.org/0000-0002-9858-933X; https://lattes.cnpq.br/8939866438574297A saúde mental dos profissionais da área oncológica requer uma atenção dos gestores hospitalares, para garantir que estejam em plenas condições, para melhor atender estes pacientes, pois estão passando por um momento com muitos desafios. Assim, este estudo teve como objetivo avaliar as estratégias e ações do gestor hospitalar para garantir o cuidado com a saúde mental dos profissionais que atuam na área oncológica de hospitais. A pesquisa foi caracterizada como qualitativa, utilizando o procedimento de pesquisa de campo. O estudo foi realizado com duas instituições hospitalares do norte do Estado de Santa Catarina, que apresentam setor oncológico. Na pesquisa foi realizada uma entrevista semiestruturada, com um questionário com 20 perguntas, que foi respondida pelos gestores de forma presencial. A instituição identificada como “A” é pública, e a instituição “B” é privada. A análise de dados foi pautada no modelo metodológico de Minayo, o estudo mostrou que ambos gestores se preocupam com a saúde mental da equipe. A instituição privada possui suporte mais desenvolvido para o cuidado do bem estar dos funcionários, com o apoio de psicólogos e rodas de conversa, buscando melhorias contínuas. Já na instituição pública, infelizmente não existem ações voltadas para a saúde mental dos colaboradores e nem previsão de implementação. Isso ocorre principalmente devido à falta de recursos, tanto para contratar profissionais que cuidem do bem estar dos colaboradores e até mesmo dos medicamentos, além da alta demanda de pacientes. Assim, as abordagens e os recursos disponíveis para mitigar os problemas de saúde mental dos colaboradores são distintos entre as instituições. Sugere-se ações voltadas para o bem estar dos funcionários que trabalham na área oncológica, que são: realizar palestras que abordam a importância do cuidado com a saúde mental; avaliação permanente das condições e da organização do trabalho; rodas de conversa com psicólogo e também gerenciar continuamente os vários riscos psicossociais do trabalho. Por meio desse trabalho foi possível observar a importância da implementação de ações voltadas para a saúde mental dos profissionais da saúde, mostrando que, independente da instituição ser pública ou privada, o gestor deve ter aperfeiçoamento adequado, suporte institucional, emocional e financeiro para atender às demandas.listelement.badge.dso-type Item , Terceirização da gestão hospitalar pública em Joinville/SC: fatores motivadores na perspectiva de atores sociais locais(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-11-24) Silveira, Mateus Cachoeira; Cunha, Jorge; https://orcid.org/0000-0003-4954-5610; http://lattes.cnpq.br/2997139614414321; Heidemann, Andrea; http://lattes.cnpq.br/6351165717185969; Schwede, Marcos Aurélio; http://lattes.cnpq.br/4900094788409178A gestão dos hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) é alvo de discussões sobre a adequação de seu modelo de administração. Neste contexto, a terceirização, viabilizada pelos Contratos de Gestão com Organizações Sociais (OS), é levantada como uma resposta às necessidades do sistema. O modelo, que tem suas raízes na Reforma Gerencial de 1998, tornou-se palco de discussões sobre qual é o modelo mais adequado para o hospital municipal de Joinville. Com isso, o presente estudo realizou uma análise documental, investigando as perspectivas dos atores sociais envolvidos na discussão do tema no município, a fim de identificar os fatores motivadores a favor e contra a terceirização da gestão hospitalar. Através das análises qualitativas, foi identificada uma polarização na discussão. O eixo de apoio ao modelo terceirizado, predominante entre atores governamentais, aponta benefícios como a melhoria da eficiência e a flexibilidade da gestão, fundamentando-se nos princípios da administração privada. Em contrapartida, o eixo de críticas apresentou um ciclo de risco que envolve a motivação de ideologia política neoliberal, o que resulta em preocupações sobre a precarização laboral, o enfraquecimento da governança e o alto risco de corrupção e fraude decorrente de falhas estruturais na fiscalização.listelement.badge.dso-type Item , Logística reversa de medicamentos no SUS: uma revisão integrativa da literatura nacional(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-02-13) Alves, Maideleny Ledoux; Pereira, Marcelo Lisboa; https://orcid.org/0000-0002-5288-5504; http://lattes.cnpq.br/0504507211740837; Cunha, Jorge; https://orcid.org/0000-0003-4954-5610; http://lattes.cnpq.br/2997139614414321; Schwede, Gisele; http://lattes.cnpq.br/8148834357701229O principal objetivo deste trabalho de conclusão de curso (TCC) foi descrever o processo de logística reversa de medicamentos realizado nas Unidades do SUS, com base na literatura brasileira publicada no período de 2003-2020 A investigação da literatura teve como propósito identificar e analisar as informações disponíveis sobre à logística em saúde, gestão de farmácia hospitalar, logística reversa de medicamentos e demais elementos presentes na temática investigada; verificar os procedimentos adotados na logística de medicamentos praticada nas Unidades do SUS; e identificar os desafios enfrentados para que a logística reversa de medicamentos aconteça nas Unidades do SUS. A metodologia aqui utilizada é classificada como pesquisa bibliográfica do tipo revisão integrativa, método que objetiva revisar rigorosamente e combinar estudos, tanto da literatura empírica como da teórica, com diversas metodologias, com o intuito de “integrar” os resultados dos estudos incluídos, através do uso de técnicas estatísticas na realização da análise, considerada como indispensável em pesquisas no campo da saúde no direcionamento da prática fundamentada em conhecimento científico. Foram identificados fatores negativos nas Unidades do SUS, impeditivos à implantação plena da logística reversa (LR): heterogeneidade regional; necessidade de modernização; tecnologia ultrapassada; falta de qualificação profissional; ausência de compromisso social, responsabilidade profissional e comprometimento com a saúde das pessoas, da flora, da fauna e da natureza. Constatou-se também que há inobservância da Lei no Brasil por parte de governantes, autoridades, profissionais em geral e até da população, mas o texto legislativo não prevê punição para este tipo de infrator. No entanto, Independentemente do processo reverso de logística ser de pós-venda, pós-consumo ou de embalagem, se trata de uma ferramenta da gestão capaz de agregar valores de diversas naturezas ao produto: econômico, ecológico, legal, logístico, de imagem corporativa, entre outros.listelement.badge.dso-type Item , A implementação do Programa Melhor em Casa no âmbito do SUS(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-11-10) Pieper, Luciana; Heidemann, Andrea; http://lattes.cnpq.br/6351165717185969; http://lattes.cnpq.br/4655568052360937; Pereira, Marcelo Lisboa; https://orcid.org/0000-0002-5288-5504; http://lattes.cnpq.br/0504507211740837; Cunha, Jorge; https://orcid.org/0000-0003-4954-5610; http://lattes.cnpq.br/2997139614414321O Sistema Único de Saúde (SUS), criado em 1988, representa a principal Política Pública Brasileira para garantir o acesso universal e equitativo à saúde. Entre suas iniciativas, está o Programa Melhor em Casa (PMeC), instituído em 2011, que visa oferecer atenção domiciliar multiprofissional, humanizada e de qualidade, reduzindo internações hospitalares desnecessárias e promovendo a integralidade do cuidado. Nesse contexto, este estudo tem como objetivo analisar o processo de implementação do Programa Melhor em Casa no âmbito da gestão do SUS, considerando o período de 2011 a 2025. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica sistemática, de natureza básica, abordagem qualitativa e caráter descritivo. A coleta de dados foi realizada nas bases de dados Scielo, Lilacs, Capes e Google Acadêmico, utilizando descritores relacionados ao tema. Para este estudo foram selecionados 14 artigos científicos que possibilitaram a análise das sessões: adesão dos municípios, investimentos financeiros e de recursos humanos, e os avanços e limites do programa. Os resultados apontaram que, até 2025, o PMeC estava presente em aproximadamente mil municípios, com mais de 2.100 equipes habilitadas, abrangendo cerca de 45% da população brasileira. O programa apresentou avanços relevantes, como a redução de custos hospitalares, a ampliação do acesso e a humanização da atenção domiciliar. Contudo, persistem desafios relacionados à adesão desigual entre regiões, ao subfinanciamento da saúde e à escassez de profissionais especializados. Conclui-se que o PMeC representa uma estratégia essencial para o fortalecimento do SUS, contribuindo para maior eficiência, resolutividade e qualidade de vida dos usuários e suas famílias.listelement.badge.dso-type Item , Análise dos métodos de custeio mais utilizados para a gestão de custos hospitalares no setor público com base na literatura científica(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-02-13) Rodrigues, Letícia Kazuko Kanemoto; Pezzi, Marcelo Rodrigo; https://orcid.org/0000-0002-2144-2233; http://lattes.cnpq.br/4140216220620125; http://lattes.cnpq.br/9965649761500254; Pereira, Marcelo Lisboa; https://orcid.org/0000-0002-5288-5504; http://lattes.cnpq.br/0504507211740837; Cunha, Jorge; https://orcid.org/0000-0003-4954-5610; http://lattes.cnpq.br/2997139614414321A limitação de recursos disponíveis para a prestação dos atendimentos de saúde e o aumento da demanda pela assistência médica, decorrente do surgimento de novas doenças e da prevalência de doenças crônicas fortalecem a importância da gestão de custos. Assim, a mesma vem assumindo papel cada vez mais relevante na área da saúde já que auxilia na identificação de espaços e procedimentos que não estão sendo utilizados, dá direcionamento ao trabalho e facilita o gerenciamento dos resultados. Dessa forma, o objetivo deste estudo é demonstrar como a literatura científica tem apresentado os métodos de custeio utilizados nos hospitais públicos e sua influência na gestão de custos. Quanto à metodologia, esta é uma pesquisa bibliográfica, onde foi realizada uma revisão sistemática da literatura (RSL), descritiva quanto aos objetivos e qualitativa quanto a abordagem, a partir da qual analisaram-se sete dissertações da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD). Como resultados, identificou-se nesses materiais os métodos ABC e TDABC como os mais utilizados na gestão de custos hospitalares no setor público e as influências dos métodos abordados na gestão de custos, onde apontou-se os métodos ABC, TDABC, UEP e custeio alvo como aqueles com influência majoritariamente positiva. Enquanto que, o por absorção, embora seja o único método aceito para fins fiscais e contábeis, distorce as informações de custos já que necessita da aplicação de critérios de rateio.listelement.badge.dso-type Item , Desafios e aspectos críticos na implementação do tratamento fora do domicílio (TFD) no Sistema Único de Saúde (SUS)(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-11-13) São Pedro, Laura Lustosa de; Rocha Júnior, Fernando Soares da; https://orcid.org/0000-0002-7236-5303; http://lattes.cnpq.br/5909502842991975; Costa, Marcio Tadeu da; https://orcid.org/0000-0002-9858-933X; https://lattes.cnpq.br/8939866438574297; Schiochet, Roni Anderson; http://lattes.cnpq.br/4333010624587880O Tratamento Fora do Domicílio (TFD) é um mecanismo do Sistema Único de Saúde (SUS) que garante o acesso a serviços especializados em outros municípios quando o atendimento não está disponível na cidade de origem. Esta pesquisa analisou os desafios do programa com base em 13 produções científicas publicadas entre 2013 e 2024. O levantamento mostrou que 8 dos 14 estudos (57,14%) apontaram como principal problema o atraso ou a insuficiência da ajuda de custo destinada à alimentação e hospedagem de pacientes e acompanhantes. Também se destacaram, de forma recorrente, a falta de informação sobre o direito ao TFD, carência de profissionais, estrutura inadequada nas cidades de referência, transporte precário, desigualdade regional na oferta do serviço e limitações orçamentárias municipais. Os achados indicam que o TFD, embora cumpra papel fundamental na garantia do direito à saúde, ainda funciona de forma desigual no território brasileiro, revelando fragilidades na regionalização e no financiamento do SUS. Além das dificuldades financeiras, a pesquisa evidenciou impactos sociais, emocionais e familiares decorrentes dos deslocamentos, sobretudo para populações de baixa renda e residentes em áreas rurais. A pesquisa ainda revela que a efetividade do TFD depende da ampliação da rede de média e alta complexidade, da regularização dos repasses financeiros, da transparência nos critérios de concessão e da atuação multiprofissional qualificada, assegurando um direito previsto na Constituição, mas ainda parcialmente realizado na prática. A motivação para o estudo surgiu durante um estágio no setor de Transporte e Logística de uma Secretaria Municipal de Saúde no Nordeste de Santa Catarina, onde se evidenciou a dificuldade dos usuários em acessar tratamentos devido à limitação de vagas e veículos. Muitos pacientes dependiam desse suporte, mas enfrentavam barreiras financeiras para se deslocar. Essa vivência despertou sensibilidade às necessidades dos usuários do SUS e destacou a importância de uma logística eficiente para garantir acesso equitativo aos serviços de saúde.listelement.badge.dso-type Item , Residência multiprofissional: entrelaçamentos de saberes e serviços(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-06-23) Grigolo, Izolete; Heidemann, Andrea; http://lattes.cnpq.br/6351165717185969; http://lattes.cnpq.br/1836891366696075; Cunha, Jorge; http://lattes.cnpq.br/2997139614414321; Schiochet, Roni Anderson; http://lattes.cnpq.br/4333010624587880No cenário atual de mudanças no processo de trabalho em saúde, com a introdução de inovações tecnológicas e novas formas de organização, é fundamental desenvolver práticas profissionais que levem em conta o contexto social e a concepção em saúde. Essas estratégias são essenciais para promover uma reordenação tanto setorial quanto institucional no Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo que as ações sejam mais integradas, humanizadas e alinhadas às necessidades da população, que vai além da promoção de saúde. Neste contexto, o presente estudo tem como objetivo avaliar se o Programa de Residência Multiprofissional em Saúde consegue de fato atingir todos os objetivos previstos na lei nº 11.129 de 30/06/2005 e contribuir para os hospitais do SUS, de acordo com a literatura no período de 2005-2025. Para tanto, a metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica do tipo sistemática, utilizando-se das plataformas Scielo, Google Acadêmico e Lilacs, onde foram selecionadas 21 publicações. Para a análise de dados, utilizou-se na formulação das categorias de análise a ferramenta Atlas.ti, e a análise seguiu o modelo de Bardin. Os resultados alcançados apontam que os Programas de Residência Multiprofissional(PRMS) possibilitam o desenvolvimento de competências técnicas, éticas e relacionais, fundamentais para uma atuação crítica, reflexiva e resolutiva, em concordância com as complexas demandas do sistema de saúde brasileiro. A RMS configura-se, portanto, como uma estratégia robusta para transformar os processos de formação e de trabalho no SUS. Por meio da interdisciplinaridade, das práticas colaborativas e da Educação Interprofissional, rompe com modelos biomédicos e fragmentados de assistência, promovendo cuidados centrados na integralidade e na corresponsabilidade. Entre os principais desafios identificados para os gestores hospitalares destacam-se: a precariedade da infraestrutura, em alguns casos sucateada; as resistências culturais e institucionais à mudança; e a instabilidade dos vínculos trabalhistas. Esses fatores evidenciam a necessidade de políticas públicas robustas que garantam a sustentabilidade dos PRMS no país.listelement.badge.dso-type Item , Custos dos atendimentos de acidentes de trabalho no SUS: uma revisão da literatura(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-11-17) Rocha e Silva, Flávia; Heidemann, Andrea; http://lattes.cnpq.br/6351165717185969; Berkenbrock, Aline Gabrielle de Souza; http://lattes.cnpq.br/5908137697498389; Reeck, Aroldo Leandro Schmidt; http://lattes.cnpq.br/5537457010545498O presente estudo tem como objetivo analisar, a partir da literatura científica, as evidências disponíveis sobre os custos dos atendimentos de acidentes de trabalho no Sistema Único de Saúde (SUS) e suas repercussões para a gestão em saúde. Buscou-se compreender como os gastos decorrentes desses atendimentos impactam o financiamento público, especialmente em um cenário de restrição orçamentária imposto pela Emenda Constitucional nº 95/2016, e identificar possibilidades de aprimoramento na gestão e prevenção dos acidentes de trabalho. A metodologia adotada caracteriza-se como uma pesquisa básica, de abordagem qualitativa e natureza descritiva, com procedimento bibliográfico do tipo narrativa. Os principais resultados indicam que os custos gerados pelos atendimentos de acidentes de trabalho no SUS são majoritariamente custos diretos, associados à assistência médica, hospitalizações, cirurgias, exames e reabilitação. Em contrapartida, os custos indiretos, como perda de produtividade e tempo de afastamento, são subestimados e pouco mensurados nas pesquisas. O estudo evidenciou, também, que os acidentes de trabalho acarretam impactos financeiros e sociais expressivos, afetando a sustentabilidade do SUS e o orçamento da Previdência Social. Conclui-se que o aprimoramento da gestão e o investimento em políticas de prevenção representam caminhos estratégicos para minimizar custos, melhorar a eficiência do SUS e promover ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis.listelement.badge.dso-type Item , Ferramentas de comunicação utilizadas pela secretaria municipal de saúde de Joinville no enfrentamento à pandemia(Instituto Federal de Santa Catarina, 2025-03-11) Ribeiro, Elisandra Aparecida; Heidemann, Andrea; http://lattes.cnpq.br/6351165717185969; Cunha, Jorge; https://orcid.org/0000-0003-4954-5610; http://lattes.cnpq.br/2997139614414321; Schwede, Gisele; http://lattes.cnpq.br/8148834357701229O presente estudo tem como objetivo compreender quais foram as ferramentas de comunicação utilizadas pela Secretaria Municipal de Saúde do Município de Joinville/SC no enfrentamento a Covid-19 e a divulgação das medidas protetivas à população local. Para tanto, utilizou-se como metodologia uma pesquisa documental, ou seja, foram analisadas as páginas eletrônicas institucionais e as redes sociais digitais da Prefeitura de Joinville e, em especial, da Secretaria Municipal de Saúde. Os principais resultados encontrados foram os seguintes: foi possível constatar uma preocupação por parte do município em levar as informações para a população de maneira diversificada, que se utilizou de diversas ferramentas de comunicação como, por exemplo, TV, rádio e as redes sociais. No entanto, não foi possível mensurar se essas escolhas de fato alcançaram todo o universo da população e nem qual das ferramentas apresentou melhores resultados. É evidente que perante a situação pandêmica, as ferramentas de comunicação foram importantes para que fossem divulgadas as informações referentes à saúde pública não só em Joinville, mas em todo o país, com uma das maiores aliadas sendo as mídias sociais, que tiveram como maior objetivo colaborar com a divulgação de informações para evitar maior transmissão do vírus e de ocorrências de mais mortes. Neste sentido, foi possível observar uma preocupação do município em levar as informações para a população de maneira que utilizou-se de ferramentas como tv, rádio e redes sociais.
